Publicado por: mvmportugues | dezembro 6, 2018

OS MAGOS DO ORIENTE E – SUA ESTRELA – Mateus 2:1-16

Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo. (Mateus 2:1-2)

Ao lermos esta passagem, precisamos entender quem eram os magos do oriente. Mago é um termo persa para uma classe sacerdotal de sábios especializados em astrologia, medicina e ciências naturais; e, naturalmente, estariam interessados em qualquer fenômeno celestial extraordinário.

Historicamente, é muito provável que eles estivessem familiarizados com os escritos de Daniel que alcançaram grande notoriedade como sábio e intérprete de sonhos na corte persa de Nabucodonosor. Se assim for, eles também teriam conhecido a profecia de Daniel sobre “as setenta semanas de anos”, que está registrada em Daniel 9:24-27.

Essa notável profecia estabeleceu o período geral da vinda do Messias, indicando que seriam 483 anos depois que um governante persa emitiu um decreto para reconstruir Jerusalém. Os magos durante este período de tempo provavelmente estavam contando os anos desde que os judeus haviam sido enviados de volta da Babilônia para reconstruir Jerusalém, e eles, portanto, sabiam o período de tempo aproximado em que o Messias nasceria.

Ao lermos esses versículos, eles parecem implicar que a “estrela de Belém” apareceu apenas para os magos do oriente, que provavelmente eram da área da Pérsia, ou do atual Irã. Não há registro bíblico de ninguém mais observando “a estrela de Belém”.

A “estrela” poderia ter sido o que os judeus chamavam de “Shekinah”, isto é, uma manifestação física da glória de Deus na forma de um brilho sobrenatural. Eles sabiam que nenhuma estrela comum poderia fazer o que ela fez e muitos também assumiram que a estrela era um anjo ou alguma outra entidade que Deus criou para essa ocasião específica.

Shekinah, é uma palavra que não aparece na Bíblia, mas o conceito claramente aparece. Os rabinos judeus cunharam essa expressão extra-bíblica, significando que era uma visitação divina da presença ou morada do Senhor Deus nesta terra. A Shekinah ficou evidente quando os israelitas partiram de Sucote em sua fuga do Egito. Lá o Senhor apareceu em uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo durante a noite: Os israelitas partiram de Sucote e acamparam em Etã, junto ao deserto. Durante o dia o Senhor ia adiante deles, numa coluna de nuvem, para guiá-los no caminho, e de noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los, e assim podiam caminhar de dia e de noite. A coluna de nuvem não se afastava do povo de dia, nem a coluna de fogo, de noite (Êxodo 13:20-22).

Deus falou a Moisés da coluna de nuvem em Êxodo 33, assegurando-lhe que Sua presença estaria com os israelitas (v. 9). O versículo 11 diz que Deus falou a Moisés “face a face” da nuvem, mas quando Moisés pediu para ver a glória de Deus, Ele lhe disse: “Você não poderá ver a minha face, porque ninguém poderá ver-me e continuar vivo” (v. 20). Isto parece claramente indicar que a glória de Deus é muito impressionante e poderosa para ser vista completamente pelo homem.

Os magos do Oriente viram “a estrela de Belém”, que os alertou para o fato de que o Messias judeu nasceu. No entanto, os magos não chamam “a estrela de Belém” por esse nome; em Mateus 2: 2 eles se referem a ela como sendo “Sua estrela”, pois era um sinal para eles que um Rei nasceu. A estrela guiou os magos a viajar na direção de Jerusalém.

Em Jerusalém, os magos visitaram o rei Herodes e, depois de inquirir, foram informados de que o novo rei que eles estavam procurando nasceria em Belém, não em Jerusalém (Mateus 2:5). Os magos saíram do palácio de Herodes e “a estrela de Belém” apareceu para eles mais uma vez. Na verdade, “a estrela que tinham visto no oriente foi adiante deles, até que finalmente parou sobre o lugar onde estava o menino. Quando tornaram a ver a estrela, encheram-se de júbilo (Mateus 2:9–10). A “estrela de Belém”, então surpreendentemente guiando o caminho, levou os magos ao lugar preciso onde eles poderiam encontrar Jesus.

À medida que continuamos em Mateus 2:11-12, lemos que Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra. E, tendo sido advertidos em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram a sua terra por outro caminho.”

Ao ler esses versículos, ficamos cientes de que os retratos modernos do presépio de Natal geralmente mostram os sábios visitando Jesus na noite de seu nascimento, o que não concorda com a verdade encontrada na Palavra de Deus.

Também descobrimos que os magos podem ter observado pela primeira vez a estrela de Belém na noite do nascimento de Jesus, o que significa que eles podem ter visto ela pela primeira vez até dois anos antes. A Bíblia nos diz por que: Quando Herodes percebeu que havia sido enganado pelos magos, ficou furioso e ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades, de acordo com a informação que havia obtido dos magos (Mateus 2:16).

Muitos estudiosos da Bíblia sugerem uma explicação natural para “a estrela de Belém”, suas teorias variam de uma supernova a um cometa a um alinhamento de planetas. No entanto, há evidências que sugerem que a “estrela de Belém” não foi um fenômeno estelar natural, mas um sinal de Deus e algo inexplicado pela ciência.

O fato de que a estrela de Belém aparentemente somente apareceu para os magos indica que esta não era uma estrela comum. Além disso, corpos celestes normalmente se movem de leste a oeste devido à rotação da Terra, mas a estrela de Belém guiou os magos de Jerusalém para o sul até Belém. Não só isso, mas os levou diretamente ao lugar onde José e Maria estavam morando, parando acima da casa. Não há fenômeno estelar natural que possa fazer isso.

A última coisa para considerar é, porque Deus abriria os olhos de um grupo de sábios gentios que se especializaram em astrologia, medicina e ciências naturais e os atraíram para o Menino Jesus. Sem dúvida, foi com o propósito de simbolizar a importância universal de Seu nascimento e enfatizar que, embora a salvação venha dos judeus (João 4:22), ela é destinada a todos os povos.

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:14).

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Publicado por: mvmportugues | novembro 29, 2018

HÁ ESPERANÇA PARA AQUELES QUE CONFIAM EM JESUS – Filipenses 4:19

O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)

Muitas vezes as pessoas desanimadas têm dificuldade em expressar os seus sentimentos de uma forma saudável. Uma causa comum de tristeza são sentimentos ocultos devido à perda, ou às mágoas do passado.

Ignorar ou negar esses sentimentos não os fará ir embora. Quando não lidamos com eles e os enterramos em nossa alma, eles inflamam e criam uma infecção que produz veneno em nosso corpo.

A cura é trazer nossas angústias e mágoas, nossa ansiedade e raiva, nosso medo e frustração para Jesus. Precisamos aprender a derramar nosso coração a Ele e receber Seu conforto. Somente Jesus entende a profundidade da nossa dor, e a Bíblia nos assegura que: “Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade (Hebreus 4:15-16).

Precisamos entender que o ressentimento abrigado bloqueia nossa saúde emocional e pode levar à amargura e até a problemas físicos. Precisamos aprender a liberar cada ofensor, cada ofensa e toda a dor resultante a Deus. Quando o fizermos, estaremos tirando todo esse peso da nossa mente e colocando-o em Deus, lembrando que Ele é fiel e justo, e Ele nos vingará em Seu tempo e em Seus caminhos justos. Deus nos dará consolo, assim como deu a Jeremias quando oramos: Cura-me, Senhor, e serei curado; salva-me, e serei salvo, pois tu és aquele a quem eu louvo (17:14).

As Escrituras estão cheias de instrução e versículos encorajadores como Paulo nos diz: Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo (Efésios 4:32).

Precisamos abandonar o pensamento negativo e nos concentrar no que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. (Filipenses 4:8)

Precisamos entender que Deus é soberano sobre a nossa vida, e Ele promete esperança para o nosso futuro. Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. (Jeremias 29:11)

Mesmo que nossa mente finita não compreenda muitas vezes, por que as coisas acontecem, a Bíblia nos diz que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.  Romanos 8:28

Deus tem um propósito para tudo o que acontece conosco. Há tempestades que trazem chuva e depois vem o sol que traz flores. Da mesma forma, as tempestades de nossa vida podem reavivar nosso relacionamento com Deus e gerar um abundante fruto do Espírito.

O salmista nos diz que: “Antes de ser castigado, eu andava desviado, mas agora obedeço à tua palavra (Salmo 119:67). Deus nos quer perto e Ele traz tempestades para nos avisar quando algo está errado, para que Ele possa nos retardar e nos fazer refletir interiormente para revelar nossa fraqueza e necessidade Dele; e desenvolver nossa confiança Nele.

O Senhor quer que perdoemos e mostremos compaixão e compreensão por outros, para desenvolver perseverança e maturidade, para desenvolver valor em nossa vida.  Seu divino poder nos deu tudo de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude. Dessa maneira, ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça (2 Pedro 1:3-4).

Como vemos, precisamos trocar nossa mágoa e raiva pela opção de agradecer, mesmo quando não o queremos fazer, porque é o que nos é ordenado fazer. “Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1 Tessalonicenses 5:18).

Precisamos dar a Cristo o controle da nossa vida, confiando-nos a Ele porque Ele está sempre com aqueles que confiam Nele. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas.  (Isaías 43:2)

Embora Deus quer que Seus filhos perdoem as pessoas que os abusaram e feriram, devemos de ser cautelosos e não confiar nelas até que elas se provam dignas da nossa confiança; isso pode levar muito tempo ou talvez nunca. Deus dá sabedoria a Seus filhos e devemos aplicar Sua sabedoria e verdade em todas as áreas de nossas vidas.

Portanto, lembre-se de sempre: “Confiar no o Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas (Provérbios 3:5-6).

“O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo.”

“O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou.”

 As semelhanças dessas duas curtas parábolas deixam claro que elas ensinam que o Reino dos céus é de grande valor. Ambas as parábolas envolvem um homem que vendeu tudo o que ele tinha para possuir o Reino. O tesouro e a pérola representam Jesus Cristo e a salvação que Ele oferece.

Jesus começou Sua parábola com as palavras: “O Reino dos céus é como …” O Reino de Deus é onde quer que a vontade de Deus seja feita. Jesus comparou o Reino de Deus ao tesouro escondido; significando que o Reino de Deus é o tesouro.

Jesus está nos dizendo que o Reino de Deus é muito mais valioso do que qualquer coisa neste mundo. Não há nada que se compare a um relacionamento amoroso com o Criador do universo!

O Reino dos céus é conhecer o Pai e o Rei. É escutando Sua voz; é ter Sua paz, alegria, Seu amor e poder. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10).

A vida fora do Reino de Deus não é o que Deus pretendia que fosse. É uma vida separada de Deus (Isaías 59: 2).

Jesus veio e ofereceu o Reino. Todo aquele que escolhe confiar Nele tem vida no Reino, que é a vida ao máximo!

Ele está dizendo a Seus discípulos, o que compara em valor à nova vida que o Senhor deseja lhes dar. Se você pertence ao Reino, você tem o maior tesouro! Este tesouro é dado livremente por Deus, o Rei, a todos que confiam Nele.

Em ambas as parábolas, os tesouros estão ocultos, indicando que a verdade espiritual esta escondida e não pode ser encontrada pela sabedoria mundana. Mateus 13:11-17 e 1 Coríntios 2:14 deixam claro que os mistérios do Reino estão escondidos de alguns que são incapazes de ouvir, ver e compreender essas verdades. Portanto, os desobedientes colhem as conseqüências naturais de sua incredulidade, que é a cegueira espiritual. Pelo contrário, aqueles cujos olhos são abertos pelo Espírito discernem a verdade espiritual e compreendem seu grande valor.

Nos tempos de Jesus, as pérolas eram especialmente valiosas. Então Jesus continua a parábola, referindo-se a um homem que encontrou uma pérola muito valiosa. Este homem, ao contrário do outro, estava procurando ativamente por tesouros. Esse homem era como as pessoas que tinham ouvido e escutado as profecias de Deus, e estavam esperando o Messias, o Salvador, vir. Mesmo que essas pessoas estivessem procurando pelo Reino de Deus, quando finalmente o encontraram, foi muito mais precioso do que eles haviam esperado.

Assim como na primeira parábola, o homem de bom grado desistiu de tudo o que possuía para obter a pérola. Ele também sabia que nada que possuía poderia comparar ao grande tesouro que ele finalmente encontrou.

Observe que o comerciante parou de procurar pérolas quando encontrou a pérola de grande preço. A vida eterna, a herança incorruptível e o amor de Deus através de Cristo constituem a pérola que, uma vez encontrada, torna desnecessária a busca adicional.

Cristo cumpre nossas maiores necessidades, satisfaz nossos anseios, nos torna íntegros e limpos diante de Deus, acalma e sossega nossos corações e nos dá esperança para o futuro. O “grande preço”, claramente, é o que foi pago por Cristo para nossa redenção. Ele se esvaziou de Sua glória, veio à terra na forma de um homem humilde e derramou Seu precioso sangue na cruz para pagar a penalidade pelos nossos pecados.

O Reino de Deus vale muito mais do que qualquer outra coisa. A ênfase não está naquilo que abandonamos, mas na nova vida insondável que está sendo oferecida a nós.

O ponto dessas duas parábolas é o grande valor de fazer parte do Reino de Deus. Ambos os homens de bom grado e alegremente desistiram de tudo para reivindicar seu novo tesouro. Jesus deixa claro que não devemos deixar que nada nos impeça de entrar no Reino de Deus.

É verdade que o Reino está disponível para nós somente pela graça através da fé; mas fé genuína significa genuinamente adotar e ceder ao Reino de Deus, não simplesmente reconhecê-lo e depois ignorá-lo, como se ele não existisse. O Reino é um tesouro, e aqueles que realmente acreditam, sacrificarão tudo em sua vida para possuí-lo.

Para esclarecer ainda mais esta parábola, vemos na primeira parábola, onde o homem descobre o tesouro puramente por acidente. Ele acabou de encontrar-lo enquanto trabalhava no campo de uma outra pessoa. Essa é a maneira que Cristo entra na vida de algumas pessoas. Eles estão vivendo suas vidas com ou sem problemas e, de repente, eles ouvem a mensagem do evangelho que transforma toda a sua vida.

No segundo caso, o homem está procurando algo de grande valor e ele tem um objetivo bem definido em mente, a pérola perfeita. Da mesma forma, uma pessoa pode estar procurando por um significado real em sua vida. Eles podem ter tentado muitas coisas com satisfação apenas parcial. Então eles se deparam com o evangelho de Jesus e eles sabem que aqui está a resposta que eles estavam procurando. Todo o demais é abandonado, pois eles agora se concentram inteiramente em seguir o caminho de Jesus.

Uma vez que realmente entendamos o que significa viver sob o senhorio de Deus, uma vez que temos uma compreensão plena da visão de vida que Jesus propõe, então o resto se transforma em insignificância. E, quaisquer que sejam os atrativos que possam surgir, sabemos que não há outro caminho a percorrer. Jesus é o caminho, Jesus é a verdade e Jesus é vida; e nós não trocaríamos o Seu caminho por nada.

Mas o que para mim era lucro, passei a considerar como perda, por causa de Cristo. Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar Cristo e ser encontrado nele, não tendo a minha própria justiça que procede da Lei, mas a que vem mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus e se baseia na fé. Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como ele em sua morte  para, de alguma forma, alcançar a ressurreição dentre os mortos (Filipenses 3:7-11).

 

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Publicado por: mvmportugues | novembro 15, 2018

O QUE HÁ DE ERRADO COM AS IGREJAS HOJE? – Isaías 29:13

Tristemente, muitos pastores estão trocando a verdade pela passividade, coragem por covardia, e convicção por conforto; eles não estão ansiosos para ensinar a retidão. O objetivo da grande maioria é de ser oradores motivacionais ao invés de pregadores da retidão. 

Precisamos entender que na igreja, o púlpito regula a condição espiritual do povo de Deus que afeta a nação. Portanto, uma cultura morna, saturada de sexo na igreja reflecte a falta de convicção no púlpito.

Pastores e líderes cristãos devem assumir a responsabilidade pela saúde espiritual da igreja e da nação. Não precisamos de mais planos de marketing, estudos demográficos, como deslumbrar a congregação no domingo de manhã ou o que quer que sua igreja esteja fazendo; precisamos de homens cheios do Espírito de Deus. 

Os pastores devem estar cheios e capacitados pelo Espírito Santo e ter a coragem de expor a hipocrisia, o orgulho e a rebelião na igreja. Eles são chamados para ensinar a Palavra de Deus e convencer o rebanho, para que a mudança divina ocorra. Existem alguns bons pastores e igrejas, mas, em geral, a igreja se desviou do curso. Eles perderam o escopo da verdade. 

Vamos dar uma olhada em alguns pontos:

Se um pastor enche sua mente com o mundo durante toda a semana e espera que o Espírito de Deus fale corajosamente através dele no púlpito, ele estará gravemente equivocado. “O sermão não pode se elevar em suas forças vitais acima do homem. Homens mortos predicam sermões mortos e sermões mortos matam. Tudo depende do caráter espiritual do pregador” (E.M. Bounds). A pessoa que ele é durante a semana, é quem ele será quando estiver no púlpito. 

Em segundo lugar, sem oração, “a igreja se torna um cemitério, e não um exército equipado para a batalha. O louvor e oração são sufocados; e a adoração está morta. Assim que sem oração, o pregador cria a morte e não a vida” (E.M. Bounds). 

Deus traz grandes mudanças, quando a oração é o catalisador.

A condição de letargia ou a necessidade de um desempenho egocêntrico na igreja simplesmente reflecte uma vida de oração ineficaz. Precisamos de tempos poderosos de oração, devoção e adoração. “Sem oração, o corpo de Cristo se assemelhará a um cadáver. A igreja está morrendo de pé, porque ela não está vivendo de joelhos” (Al Whittinghill). 

Sermões não devem vir da psicologia popular e da última moda; eles devem vir do lugar onde Deus prepara o mensageiro, antes que um pastor piedoso seja levado pelo Espírito à mensagem que ele deve transmitir. Pastores, líderes de igrejas, professores de escolas dominicais e líderes de louvor precisam desligar a TV, e o Facebook e voltar à Palavra de Deus, oração e adoração antes de liderar o rebanho. Um pastor ou qualquer líder da igreja que não toma tempo para orar não está preparado para pregar ou ensinar.  

Na adoração muitos cantam “sobre” Deus, mas nunca o realmente experimentaram; eles têm conhecimento de mente, mas falta o mais vital, que é o conhecimento de coração. O ponto principal é que toda adoração precisa ser centrada em Deus, e deve ser doutrinariamente sadia para que as pessoas tenham um tempo para exaltar seu Criador e Salvador. 

A adoração honrando a Deus é extremamente poderosa e nos permite mudar nosso foco e louvor a Deus. A questão é: você está realmente adorando a Deus em “espírito e em verdade”? Ele é o Criador do céu e da terra, Ele não é uma força cósmica, ou um amor universal; Ele é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. E devemos adorá-Lo do modo mais humilde e honorífico, porque Ele nos criou, redimiu e salvou. A adoração é honrar a Deus e não o desempenho de um programa secular.

Muitos dos nossos cultos hoje enfatizam a música. O sistema acústico e sonoro, e os líderes de culto são os que acabam sendo o foco de atenção, e as pessoas não vêm ao Senhor com humilde e verdadeira devoção. Há igrejas que têm poucas dessas coisas, mas onde as pessoas realmente adoram o Senhor com um coração humilde e devotado. A Deus menos importa se tivéssemos o sistema de som mais recente e as melhores equipes de louvor se não O adoramos em nossos corações.  

Nossa adoração exterior não é o que Deus quer. Grandes cultos de adoração não são necessariamente o que Deus deseja. Achamos que estamos agradando a Deus, realizando cultos de adoração que são grandes aos olhos dos homens. No entanto, Deus pode não estar satisfeito com nossos cultos de adoração. A Bíblia condena os cultos de adoração que não são o que Deus quer. Ouça o que Deus diz em Amós 5:21-24: “Sinto imenso desprezo de suas festas religiosas, não suporto suas reuniões solenes. Não aceitarei seus holocaustos nem suas ofertas de cereal. Não darei a mínima atenção para suas melhores ofertas de paz. Chega de seus ruidosos   cânticos de louvor! Não ouvirei a música de suas harpas. Em vez disso, quero ver uma grande inundação de justiça, um rio inesgotável de retidão. Deus está mais interessado em nossa devoção de coração a Ele e em nossa obediência à Sua Palavra do que em nossas ofertas e cânticos. Podemos ter todos os tipos de canções de louvor e líderes de música talentosos e uma grande variedade de instrumentos musicais e os mais recentes sistemas de som e projeção. Podemos ter tudo isso com cultos de adoração, mas, a menos que nosso coração esteja dedicado ao Senhor e estejamos andando em obediência a Ele, tudo isso é inútil.  

A igreja também não pode permitir sermões enfraquecidos que evitem a pregação do pecado, o arrependimento ou o temor do Senhor, na esperança de não ofender ou assegurar uma audiência. A verdade muitas vezes ofende, e com razão, deve ser um alerta para os pecadores que estão a caminho do lago de fogo antes que seja tarde demais.

O objetivo da pregação de verdades é a fidelidade a Deus, não o apelo da multidão. Que não se diga de nós hoje: E surgiu outra geração depois daqueles que não conheciam o Senhor (Juízes 2:10), porque os pastores não foram pregadores da justiça. Lembre-se, que o fardo da responsabilidade repousa diretamente sobre os ombros do pastor.

Somente quando a igreja finalmente reconhecer o pecado, eles podem começar a jornada de volta ao lugar que Deus reservou para nós. No entanto, quando a igreja perde o temor de Deus, eles perdem o poder de Deus. E esse ponto é referido em Isaías 29:13: “Este povo fala que me pertence; honra-me com os lábios, mas o coração está longe de mim. A adoração que me prestam não passa de regras ensinadas por homens.

Lembre-se da advertência de Jesus à igreja de Laodicéia:Esta é a mensagem daquele que é o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, a origem da criação de Deus:“Sei de tudo que você faz. Você não é frio nem quente. Desejaria que fosse um ou o outro! Mas, porque é como água morna, nem quente nem fria, eu o vomitarei de minha boca. Você diz: ‘Sou rico e próspero, não preciso de coisa alguma’. E não percebe que é infeliz, miserável, pobre, cego e está nu. Eu o aconselho a comprar de mim ouro purificado pelo fogo, e então será rico. Compre também roupas brancas, para que não se envergonhe de sua nudez, e colírio para aplicar nos olhos, a fim de enxergar. Eu corrijo e disciplino aqueles que amo. Por isso, seja zeloso e arrependa-se (Apocalipse 3:14-19).

Se a sua igreja está falhando, a palavra de Deus diz: Portanto, diga ao povo: ‘Assim diz o Senhor dos Exércitos: Voltem-se para mim, e eu me voltarei para vocês, diz o Senhor dos Exércitos’ (Zacarias 1:3).

 

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“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Timóteo 2:15).

O maior trabalho dado aos seres humanos é o de ganhar almas. É o trabalho que o próprio Cristo veio ao mundo para fazer. A parte de Jesus era revelar o amor de Deus e depois fazer a redenção para os homens perdidos; o buscar os perdidos, Ele cometeu aos seus discípulos. Ele é o único Salvador, mas os mensageiros humanos devem contar a história de Sua graça e trazer homens a Ele.

Então, vamos dar uma olhada em algumas qualificações vitais que um professor da escola dominical ou um professor da Bíblia deve ter:

Eles devem ser chamados, ungidos e designados por Deus.

Eles devem ser nascidos de novo e estar cheios do Espírito Santo, o que significa que eles devem vir a Cristo antes que possam ensinar sobre Cristo. As pessoas não estão prontas para serem confiadas ao cuidado de almas, até que sua própria alma seja salva e estejam seguindo a Cristo.

Eles devem ter um conhecimento profundo de Cristo; não é suficiente saber sobre Ele, uma pessoa deve amá-Lo e conhecê-Lo. Um relacionamento pessoal com Cristo é uma qualificação necessária para qualquer um que esteja considerando ser professor ou ter permissão para ensinar.

Um futuro professor deve estar familiarizado com as Escrituras e deve ser um estudante diligente da Palavra. Eles devem apresentar o verdadeiro Caráter de nosso Deus Santo, Sua criatividade, pureza, compaixão, poder, julgamento e ira justa.

Um professor precisa ser capaz de ensinar a sã doutrina e ser espiritualmente maduro. Não pode ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo (1 Timóteo 3:6).

Um professor eficaz da Bíblia não apenas diz aos alunos o que eles precisam saber, mas também os demonstra por sua própria vida através de ações, palavras e atitudes dentro e fora da sala de aula. Se um professor não é uma pessoa piedosa, ele não está apto a ensinar e dar orientação vital à pessoas necessitadas.

Se um professor não souber administrar sua própria família, ele não saberá como ensinar a palavra de Deus aos outros. Disciplina e respeito por Deus devem começar no lar.

Aqueles que têm a responsabilidade de ensinar a Palavra de Deus, interpretando o significado de uma passagem das Sagradas Escrituras para uma classe de crianças, jovens ou qualquer outra pessoa, devem ter tempo de preparação, para que o ensinamento seja claro, interessante e inspirador. Mentes jovens são muito impressionáveis ​​e seus corações estão abertos a influências que moldarão toda a sua vida. Portanto, a preparação mais cuidadosa e minuciosa é exigida por essa incrível responsabilidade.

Os professores devem tornar Deus real para seus alunos. Aqueles que estão sendo ensinados devem inspirar-se por nosso ensino para ajudá-los a viver com fé e esperança ao aprenderem a obedecer aos mandamentos de Deus. Ninguém pode ensinar mais de Cristo do que eles mesmos sabem através da proximidade pessoal e amizade com Cristo. Portanto, é uma responsabilidade séria se tornar um professor para as crianças ou para qualquer outra pessoa. A Bíblia nos diz que: Meus irmãos, não sejam muitos de vocês mestres, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com maior rigor (Tiago 3:1).

Todo professor precisa manter o hábito da leitura diária da Bíblia como um exercício devocional. Os grandes homens da Bíblia eram todos amantes da Palavra de Deus. O povo de Israel foi ensinado a lê-lo continuamente, escondê-lo em seus corações e meditar nele dia e noite (Deuteronômio 6:6-9). Jó estimava mais as palavras da boca de Deus do que a comida necessária. Sabemos onde Maria aprendeu as doces lições que fizeram com que sua vida se cumprisse, sentou-se aos pés do Mestre e ouviu as palavras de Jesus, e Suas palavras a transformaram.

É muito importante que aqueles que lideram os jovens em coisas espirituais tenham uma rica experiência do amor de Cristo. Todo professor deve ser um amigo íntimo de Cristo, vivendo para Ele, e aprendendo com Sua Santa Palavra, ansioso para ser ensinado e guiado pelo Espírito Santo, porque é a vontade de Deus para nós, que devemos dar muito fruto.

Ninguém está pronto para ensinar até que eles tenham algum conhecimento razoável do caminho da salvação. Como pode alguém ensinar aos outros o que eles não aprenderam? Como pode alguém guiar os pés inexperientes por caminhos sobre os quais nunca andaram? Como pode um professor levar seus alunos a um Salvador que ele não encontrou para si mesmo? Como pode ele deixar claro para mentes ansiosas e inquiridoras, verdades relativas à vida que ele mesmo nunca aprendeu por experiência?

Um professor deve conhecer as verdades da Bíblia e interpretá-las corretamente se ele ou ela deve ensinar ou ter permissão para ensinar.

Um professor deve ser santo em seu ser e na vida. Ele ou ela deve estar completamente sob a influência do Espírito e deve ser preenchido de toda a plenitude de Deus (Efésios 3:19). Um professor deve ser cheio do Espírito Santo; isso fará dele uma nova pessoa (2 Coríntios 5:17) e o preparará para ser um vencedor de almas.

Crentes mais maduros estão melhor equipados para ensinar e equipar os membros da igreja. Eles também tem  mais experiência em lidar com as tentações e tensões da vida cristã. E, eles estão mais conscientes de suas próprias deficiências, então eles são menos propensos a se tornarem arrogantes. Por estas razões, uma pessoa que é nova em sua fé não deve receber autoridade espiritual sobre os outros.

É muito triste ver uma pessoa convertendo-se e mal entendendo o evangelho e em pouco tempo eles estão ensinando a escola dominical ou um estudo bíblico.

A nomeação precipitada de um novo crente ignora as qualificações de caráter, pois leva tempo para que os frutos da santificação se tornem evidentes (2 Pedro 1:3-11). Lembrem-se que a autoridade vem com humildade e humildade vem com o tempo.

Como é que sua igreja está escolhendo pastorear seu rebanho?

 

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Pedro cita este versículo do Antigo Testamento de Provérbios 3:34 sobre a pessoa orgulhosa, assim como Tiago (4:6). Em contraste a palavra “humilde”, é uma qualidade que Deus honra.

Precisamos primeiro entender que existe uma diferença entre o tipo de orgulho que Deus odeia que é a arrogância, o mau comportamento e o falar perverso (Provérbios 8:13) e o tipo de orgulho que podemos sentir em relação a um trabalho bem feito (Gálatas 6:4) ou o tipo de orgulho que expressamos sobre a realização de entes queridos (2 Coríntios 7:4).

Deus odeia o orgulho que se origina da auto-justiça ou presunção, porque é um obstáculo para buscá-Lo.

O Salmo 10:4 explica que os orgulhos estão tão consumidos consigo mesmos que seus pensamentos estão longe de Deus: “Em seu orgulho os ímpios não O buscam; em todos os seus pensamentos não há lugar para Deus.” Esse tipo de orgulho arrogante é o oposto do espírito de humildade que Deus procura: “Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus” (Mateus 5:3). Os “pobres de espírito” são aqueles que reconhecem o seu empobrecimento espiritual e a sua incapacidade de vir a Deus para além da Sua graça divina. Os orgulhosos, por outro lado, estão tão cegos pelo orgulho que acham que não precisam de Deus.

Por toda a Escritura nos é dito sobre as conseqüências do orgulho. Provérbios 16:18 nos diz que O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda. Satanás foi expulso do céu por causa do orgulho (Isaías 14:12-15). Ele teve a orgulhosa audácia de tentar substituir o próprio Deus como o legítimo governante do universo. Mas Satanás será lançado no Lago de Fogo no julgamento final de Deus.

O orgulho impede que muitas pessoas aceitem a Jesus Cristo como Salvador. Admitindo o pecado, e reconhecendo que em nossa própria força não podemos fazer nada para herdar a vida eterna, é um constante obstáculo para pessoas orgulhosas.

Por que o orgulho é tão pecaminoso? O orgulho está nos dando o crédito por algo que Deus realizou. O orgulho é tomar a glória que pertence a Deus e reivindicá-lo para nós mesmos. O orgulho é essencialmente auto-adoração. Precisamos estar conscientes de que qualquer coisa que realizamos neste mundo não teria sido possível se não fosse Deus nos capacitando e sustentando.

Pelo contrário, o homem humilde recebe a graça de Deus, enquanto o homem orgulhoso se opõe a Deus.
O humilde cede seus direitos a Deus, enquanto o orgulhoso exige seus direitos. A pessoa humilde negligencia ofensas e aguarda a vindicação de Deus, enquanto os orgulhosos buscam auto-justificação e vingança. 

O orgulhoso está obcecado em elogiar a si mesmo; enquanto os humildes permitem que o louvor e  o reconhecimento provenham dos outros. Que outros façam elogios a você, não a sua própria boca;
outras pessoas, não os seus próprios lábios
(Provérbios 27:2).

Em Gálatas 1:10 vemos os orgulhosos buscando a aprovação dos homens enquanto os humildes desejam a aprovação de Deus: Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.

O orgulhos percebe a humildade como uma fraqueza, enquanto o humilde percebe a humildade como força. Jesus disse: “Aquele que se humilhar como esta criança,
este é o maior no Reino dos céus (Mateus 18:4).

Pessoas humildes entendem sua total dependência de Deus e se submetem a Ele e à Sua vontade. As pessoas orgulhosas são egoístas, egocêntricas e auto-dependentes de sua própria força e sabedoria.

Pessoas humildes não precisam provar ou defender-se constantemente; um forte contraste com pessoas orgulhosas que são obcecadas em provar que sempre estão certas.

Deus disse que aquele que Ele estima é  “aquele que é humilde e contrito de espírito, e que treme da minha palavra” (Isaías 66:2). Que melhor exemplo temos do que Jesus Cristo? Ele era manso e humilde de coração e “Se humilhou tornando-se obediente até a morte, e até a morte numa cruz” (Filipenses 2:8).

A esperança do orgulhoso é humilhar-se e ter fé no Salvador. Confesse seu orgulho, receba o perdão e viva para a Sua glória. Deus está nos chamando para nos arrependermos do pecado da autoconfiança e para começarmos a confiar Nele.

 

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Publicado por: mvmportugues | outubro 25, 2018

COMO SABER A VONTADE DE DEUS PARA NOSSA VIDA – Romanos 12:2

Muitas pessoas se perguntam por que nasceram e qual é o propósito para a sua vida. Deus quer revelar o Seu propósito e plano para a nossa vida. Ele quer guiar nossa vida e não apenas nos deixas viver sem propósito, se O buscarmos e O deixarmos.

Nós primeiro precisamos entender que no princípio, Deus criou Adão e Eva para ter um relacionamento com Ele e esse relacionamento foi quebrado quando eles O desobedeceram e cometeram pecado. No entanto, em Seu amor infinito, Deus enviou Seu Filho Jesus Cristo para nos ensinar e morrer por nós, para que pudéssemos mais uma vez reconciliar-nos com o Pai. Por quê? Porque Deus nos ama e deseja um relacionamento conosco e isso só pode acontecer quando recebermos Jesus Cristo como nosso Salvador e fizermos Dele o Senhor da nossa vida.

Deus nos deu a Bíblia inspirada pelo Espírito Santo, a qual podemos chamar de nosso manual de instruções básicas antes de deixar a terra. Consequentemente, precisamos entender que uma das promessas mais reconfortantes da Bíblia é que Deus nos ama e Ele sabe o que é melhor para nós. Ele quer nos guiar de maneiras que são certas para nós. A Bíblia diz: “Confie no Senhor de todo o coração; não dependa de seu próprio entendimento. Busque a vontade dele em tudo que fizer, e ele lhe mostrará o caminho que deve seguir” (Provérbios 3:5-6).

E o Salmo 119:105 nos diz que: “Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho.”

Deus nos guia falando à nossa consciência. Paulo afirmou que os crentes recebem a orientação de Deus através do ministério do Espírito Santo e nos diz: “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, e mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam. Mas foi a nós que Deus revelou estas coisas por seu Espírito (1 Coríntios 2:9-10). Ele proclama ao crente que o Espírito pode iluminar os “olhos do seu coração” (Efésios 1:18).

A coisa mais importante que devemos fazer primeiro é nos arrependermos do nosso pecado e confiar em Cristo. Se não tivermos dado o primeiro passo, então ainda não aceitamos a vontade de Deus para a nossa vida.

Uma vez que recebemos Cristo pela fé, somos feitos filhos de Deus (João 1:12) e Ele deseja guiar-nos em Seu caminho (Salmos 143:10). A vontade de Deus é cognoscível, pois Romanos 12:2 diz: “Não imitem o comportamento e os costumes deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma mudança em seu modo de pensar, a fim de que experimentem a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para vocês.” Quando a mente do cristão é renovada segundo as coisas do Deus, então eles podem saber a vontade perfeita de Dele. Deus nos ama muito e quer nos capacitar a fazer a vontade Dele em todas as áreas de nossa vida.

Então, como descobrimos a vontade de Deus para nossa vida?

O primeiro passo é querer fazer a Sua vontade! Com muita frequência, não procuramos realmente a vontade de Deus; nós fazemos o que achamos que é melhor, sem consultá-Lo. Podemos decidir, por exemplo, fazer algo excitante ou desafiador, e automaticamente assumir que deve ser a vontade de Deus, embora não seja. Ou nós decidimos fazer algo e depois pedimos a Deus que abençoe nossos planos, embora eles não sejam Dele.

O segundo passo é buscar a Sua vontade! Como vamos fazer isso? Uma maneira é através da oração, pedindo a Ele para nos guiar enquanto tomamos decisões. Deus também nos guia através da Sua Palavra, a Bíblia e Ele pode nos guiar através de circunstâncias, ou através de um conselheiro piedoso.

Quanto mais consistentemente praticarmos a comunicação com Deus, mais Ele é capaz de nos guiar para que possamos ver claramente o próximo passo que precisamos dar.

Precisamos ser cuidadosos, porque é possível, assumir que estamos vivendo uma vida dirigida por Deus quando estamos apenas seguindo nossas próprias inclinações e impulsos, conforme a Bíblia nos adverte: Há caminhos que a pessoa considera corretos, mas acabam levando à estrada da morte (Provérbios 16:25).

Se estamos caminhando intimamente com o Senhor e realmente desejando a Sua vontade para nossas vidas, Deus colocará Seus desejos em nossos corações. A chave é querer a vontade de Deus e não a nossa. “Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração (Salmos 37:4).

Às vezes, conhecer a vontade de Deus requer paciência. É natural querer conhecer toda a vontade de Deus de uma vez, mas não é assim que Ele trabalha. Muitas vezes Ele testa nossa fé revelando coisas um passo de cada vez, quando Ele vê nossa confiança e fé Nele crescendo.

Ao andarmos com o Senhor, obedecendo a Sua Palavra e confiando em Seu Espírito, podemos conhecê-Lo e isso nos ajuda a conhecer Sua vontade e encontramos a orientação de Deus prontamente disponível. “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (Jeremias 29:11).

Deus tem um plano incrível e surpreendente para cada um de nós, e Ele está continuamente nos chamando para segui-Lo e fazer Sua vontade. Ele quer ter um relacionamento próximo conosco, como o de um pai amoroso com seus filhos, e Sua vontade para nós inclui nos chamar para ser adoradores, ter um espírito de discernimento, um coração agradecido e fazer o bem a outras pessoas, entre outras coisas. O resultado da obediência não apenas nos abençoará com uma vida agradável a Deus, mas também nos levará à Sua família e, eventualmente, a um lar eterno com Ele.

 

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Publicado por: mvmportugues | outubro 18, 2018

DESAFIANDO A PALAVRA DE DEUS – Levítico 19:28 e 1 Coríntios 6:19-20

O que diz a Bíblia sobre tatuagens e honrar nosso corpo?

A Bíblia nos adverte contra tatuagens em Levítico 19:28 “Não façam cortes no corpo por causa dos mortos, nem tatuagens em si mesmos. Eu sou o Senhor.”

Hoje, a tatuagem se tornou uma prática aceita em nossa sociedade. No entanto, só porque a sociedade aprova algo não temos direito de faze-lo aos olhos de Deus. Nossa sociedade em geral também aprova o aborto e o divórcio; no entanto, a Bíblia deixa claro que Deus não aprova essas coisas.

Há algumas pessoas cristãs dedicadas e sinceras que fizeram tatuagens antes de aceitarem a Cristo como seu Salvador, elas não foram informadas sobre o que a Bíblia diz quando fizeram a tatuagem. Precisamos lembrar que nosso passado está sob o sangue de Jesus e que os pecados e os erros do passado não impedirão que o sirvamos, porque somente um coração duro e impenitente nos mantém presos à velha vida. Portanto, este artigo é para avisar aqueles que estão pensando em adquirir uma tatuagem.

Lembre-se de que só porque algo é popular não significa que esteja certo. Vamos ver porque:

As tatuagens têm suas “raízes” na feitiçaria. Muitos hoje, incluindo os jovens, estão fazendo essas mesmas coisas por causa de algumas influências de feitiçaria malignas em suas vidas que desconhecem. Eles não entendem que participando destas coisas pode abrir a porta para más influências em suas vidas. Vídeos malvados, música rock depravada, jogos satânicos na Internet e filmes violentos estão cheios de tendências malignas para destruir todos que podem. Tatuagens satânicas e outros rituais de culto estão abrindo as portas para muitos de nossos filhos se tornarem demonizados.

As pessoas não compreendem que exibir uma marca ou símbolo satânico pode abrir a porta para o ataque satânico que permite a entrada do inimigo em sua vida.

Muitas tatuagens têm temas malignos e de bruxaria que são retratados como rostos demoníacos, calaveras, sinais satânicos, imagens vulgares, etc. Essas coisas ferem o espírito humano, assim como qualquer das demonstrações satânicas fazem. Muitas tatuagens são obviamente satânicas e tem uma aparência diabólica, enquanto outras podem ser flores ou nomes ou objetos aparentemente inocentes, mas é o espírito por trás deste compromisso que o torna perigoso.

Algumas pessoas se opõem a usar as escrituras do Antigo Testamento como referência às tatuagens, já que o Novo Testamento não fala dessas coisas. No entanto, no Novo Testamento nos é dito para glorificar a Deus em nossos corpos. Isso inclui não marcar nossos corpos com tatuagens, pois os princípios da Bíblia nos dizem claramente que é errado desfigurar nossos corpos. Devemos lembrar que Deus ainda é o mesmo Deus tanto do Antigo como do Novo Testamento e Ele nunca muda.

1 Coríntios 3:16-17 declara: Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; pois o santuário de Deus, que são vocês, é sagrado.

Quando o Senhor criou o homem e a mulher e os colocou no Jardim de Edem junto com Suas outras criações;  “Deus viu tudo o que Ele havia feito, e de fato era muito bom” (Gênesis 1:31). Quando o Senhor criou o corpo humano, Ele declarou que o que Ele criou era muito bom. O Senhor deseja que nossos corpos sejam um reflexo de Sua própria santidade pois Ele disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1:26). Quando as pessoas tatuam seus corpos, elas estão desafiando o Senhor quando Ele disse que era muito bom o que Ele fez. Nunca devemos marcar nossos corpos, já que como cristãos os nossos corpos são o templo do Espírito Santo e devemos honrá-lo e não profaná-lo.
Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo (1 Coríntios 6: 19-20). Como vemos, as tatuagens não honram nem glorificam a Deus.

O que há com os humanos que os deixa insatisfeitos com o modo como o Senhor fez cada um deles? Hoje há muitas pessoas que também estão insatisfeitas com seu gênero sexual e querem mudá-lo de como Deus as criou. Isso é rebelião total contra Deus.

Infelizmente, a maioria das pessoas não estão satisfeitas com a sua aparência e procuram maneiras de fazer com que se sintam melhor ou fazer com que os outros as aceitem fazendo coisas que a Bíblia condena. Muitos em sua atual condição de orgulho um dia vão se arrepender do que fizeram.

No livro do Apocalipse, a Bíblia ensina que pessoas grandes e pequenas, ricas e pobres, livres e escravas, serão forçadas a receber uma marca em suas mãos direitas ou em suas testas, para que possam realizar negócios de compra e venda. Com isso em mente, isso será algum tipo de tatuagem? O mundo está sendo condicionado a aceitar o plano do Anticristo?

A razão pela qual tantas pessoas estão sendo enganadas sobre esta questão, assim como outras, é que há uma falta de conhecimento da Palavra de Deus e uma falta de discernimento no corpo de Cristo. Oséias 4:6 diz: “Meu povo é destruído por falta de conhecimento”.

Muitos não foram ensinados nem fundamentados na Palavra de Deus porque; a igreja falhou em sua responsabilidade de ensinar e permitiu que as influências do mundo moldassem nossa sociedade. Um grande número de “pais cristãos” também falharam em sua responsabilidade, pois eles estiveram envolvidos demais em perseguir seus sonhos, em vez de criarem seus filhos segundo a instrução e o conselho do Senhor, conforme ordenado em Efésios 6:4.

Se você, por ignorância, recebeu uma tatuagem ou permitiu que seus filhos a tenham, você deve orar contra qualquer mal ou feitiçaria que possa ter ocorrido nas circunstâncias em que a tatuagem foi recebida. Algumas pessoas recebem tatuagens antes de serem “nascidas de novo” e depois de serem tocadas pelo Senhor, elas gostariam que nunca tivessem feito isso. O Senhor ama você, então ore e peça ao Senhor para remover quaisquer influências espirituais denotadas pela tatuagem e Ele o fará.

Como cristãos verdadeiramente nascidos de novo, devemos refleti-Lo nesta terra. Jesus não tinha tatuagens em Seu corpo. As únicas cicatrizes em Seu corpo são aquelas colocadas ali por aqueles que O crucificaram. Eles não foram auto-infligidos, mas por causa dos nossos pecados, Ele voluntariamente foi para a cruz e morreu por nós. O ódio por Ele colocou pregos em Suas mãos e perfurou Seu lado. Ele pendurou na cruz e sangrou e morreu, recebendo o castigo dos nossos pecados para que você e eu pudéssemos ser perdoados; Ele foi sepultado e ressuscitou dos mortos para que pudéssemos ter a vida eterna no céu com Ele.

A mensagem para o cristão é que nossos corpos pertencem a Deus, não a nós mesmos, e que devemos honrar e refletir a glória de Deus.

Além disso, tenha cuidado, a Bíblia diz que a rebelião é como feitiçaria. Sua tatuagem ou perfuração é apenas um símbolo externo do que foi plantado em seu coração. A verdade é que a tatuagem ou a perfuração indica um verdadeiro problema espiritual. Pense nisto, qual será o caminho, de Deus ou o seu caminho? Importa o que a Bíblia diz?

Absolutamente: Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12:1-2).

Lembre-se, uma das maneiras pelas quais os cristãos aderem a esse mandato é abster-se de identificar-se externamente com quaisquer sinais visíveis que os vinculem ao mundo, suas falsas religiões e comportamento imoral. Um cristão deve viver no mundo, mas não se tornar parte do mundo. Isso inclui sinais ou marcas externas que nos identificariam como sendo do mundo; além de meras impressões físicas no corpo.

Deus disse: “Seja santo, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16). “Santo” significa estar separado, e se refere nas Escrituras a uma separação do pecado e do mundo. Isso inclui nos entregar a Deus em tudo, incluindo o que fazemos com nossos corpos. E, por último, 1 João 2:15 declara: “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”

Se você é um cristão e você fez uma tatuagem depois que você foi salvo se arrependa, peça perdão a Deus e não faça isso de novo.

 

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Publicado por: mvmportugues | outubro 11, 2018

TENDO CONFIANÇA DIANTE DELE NA SUA VINDA – 1 João 2:28

Filhinhos, agora permaneçam nele para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos envergonhados diante dele na sua vinda.” (1 João 2:28)

João indica que há duas possibilidades quando Jesus Cristo voltar: ou teremos confiança quando Ele se manifestar, ou estaremos envergonhados do nosso comportamento quando Ele voltar.

Há muitos que, por um tempo, professaram conhecer Jesus Cristo, mas depois se afastaram, mostrando que sua fé não era uma fé salvadora genuína (1 João 2:19). Eles O negaram Seu lugar de direito como o Senhor Soberano e, em vez disso voltaram, a especulações loucas que os inflam com o orgulho do seu suposto conhecimento. Sua negação de Cristo significa que eles se envergonham Dele, portanto, quando Ele vier, Ele se envergonhará deles (Marcos 8:38). Eles se esconderão de medo e vergonha quando eles O vêem em Sua glória (Apocalipse 6:15-17). Mas, para aqueles que permanecem em Cristo, estes estarão confiantes quando Ele vier.

Permanecer Nele significa viver em retidão e, porque Deus é justo, os que realmente nascerem Dele serão justos no seu modo de viver; porque, quando nascemos Dele, Ele nos concede “tudo relacionado à vida e à piedade” (2 Pedro 1:3).

Efésios 4:22-24 também explica que: “Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.” Essa nova vida em nós produz piedade, ou viver justo, portanto: Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus” (1 João 3:9).

Viver com retidão é um processo ao longo da vida de crescimento em obediência a palavra de Deus. Isso não acontece instantaneamente ou sem contratempos e lutas; mas se nascermos de novo, estaremos aprendendo a avaliar cada pensamento, motivo e atitude pela Palavra de Deus. Procuraremos agradar ao Senhor, começando com nossos pensamentos e ações, como Ele nos advertiu em Marcos 7:20-23: “O que sai do homem é que o torna ‘impuro’. Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. Todos esses males vêm de dentro e tornam o homem ‘impuro’”.

Se você é verdadeiramente nascido de novo, o fruto do Espírito Santo crescerá em seu caráter: “amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gálatas 5:22-23), e você estará se disciplinando para o propósito da piedade (1 Timóteo 4:7). Naturalmente, tudo isso é feito em dependência do Espírito Santo, mas devemos estar envolvidos ativamente no processo de viver pelo Espírito, e de modo nenhum satisfazer os desejos da carne (Gálatas 5:16).

Devemos permanecer em Cristo tão completamente que seríamos como um ramo que cresce da videira, tornando assim possível o “fruto” (João 15:4-5). Devemos continuar em Sua Palavra tão completamente que nossas orações estarão em sincronia com Sua vontade (João 15:7) e nosso comportamento estará em sincronia com Seus mandamentos (1 João 3:24). Permanecer Nele significa estar em casa com Ele e ser um estrangeiros neste mundo.

“Filhinhos” implica que permanecer em Cristo é simples, não algo que precisamos de um grau de seminário para entender ou praticar. De fato, Jesus disse: “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus (Mateus 18:3).

Faça a si mesmo estas perguntas básicas: 

  • Passo um tempo consistente e regular a sós com o Senhor na Palavra?
  • Confio em Deus, aproximando-me em oração de Seu trono de graça em todas as minhas provações?
  • Eu memorizo ​​e medito na Palavra de Deus, aplicando-a à minha vida?
  • Sou fiel como administrador de tudo o que Deus me confiou, mantendo a integridade e recusando ser ganancioso?
  • Estou crescendo em santidade, desenvolvendo o fruto do Espírito ao andar no Espírito?
  • Estou confessando e abandonando o pecado?
  • Estou trabalhando para manter relacionamentos, especialmente com minha família? Isso inclui comunicação sincera e amorosa; ouvindo; sendo bondoso, tendo paciência; perdoando e sendo humilde.

Quando as provações surgem em nossa vida, devemos nos aproximar ativamente do Senhor e depender Dele como nunca tivemos que fazer em outros momentos. Se não fizermos isso ativamente, ficaremos com raiva e amargurados e nos afastaremos de Deus. É por isso que Pedro escreve aos crentes que sofrem: Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte,  lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo. E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá. A ele seja a glória e o poderio, para todo o sempre. Amém!” (1 Pedro 5:6-11)

Então, você está pronto para o retorno de Jesus Cristo? Se não, por que não começar hoje? Fique sozinho com o Senhor e confesse todo pecado conhecido a Ele. Aceite Seu perdão gratuito. Mude sua agenda diária para dedicar tempo ao seu Criador e Salvador e, à medida que o fizer, você crescerá em confiança antecipando Sua vinda.

Lembre-se de que o estilo de vida de permanecer em Cristo enquanto estamos nesta terra constrói o relacionamento santificado com Cristo que vamos desfrutar para toda a eternidade.

 

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Publicado por: mvmportugues | outubro 5, 2018

HUMILHANDO-NOS DIANTE DE DEUS – 2 Crônicas 7:14

“Se meu povo, que se chama pelo meu nome, humilhar-se e orar, buscar minha presença e afastar-se de seus maus caminhos, eu os ouvirei dos céus, perdoarei seus pecados e restaurarei sua terra.” 2 Crônicas 7:14

Esta promessa foi originalmente dada à nação de Israel. No entanto, o ditado que segue imediatamente a referência a “meu povo” é aquele que abre essa promessa para mais do que o povo judeu, e diz: “que se chama pelo meu nome”. Essa redação é usada para descrever todos que se tornaram parte da família de Deus.

A Bíblia diz em 2 Timóteo 3:16 que “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça”.

Também temos a garantia em Romanos 15:4 de que tudo o que foi escrito no passado (no Antigo Testamento), foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança.”

Portanto, é importante que nós apliquemos os princípios de 2 Crônicas 7:14 em nosso próprio tempo, nação, igreja e família, como fizeram os antigos israelitas. Precisamos entender que os princípios pelos quais Deus governa permanecem os mesmos; e não mudam.

Sim, estas são as palavras de Deus faladas a Salomão, rei de Israel. Da mesma forma, a “terra” referida era a terra de Israel. Quando os israelitas pecaram contra o Senhor, Ele enviava as pragas mencionadas no versículo 13. Mas se eles respondessem humilhando-se, orando, buscando a face de Deus e se voltando de seus maus caminhos, Deus os ouviria do céu, perdoaria seus pecados e curaria sua terra.

Podemos como cristãos encontrar alguma aplicação apropriada deste texto? Absolutamente! Paulo citou exemplos do Antigo Testamento de rebelião na história de Israel que motivaram o castigo de Deus; ele observou que eles também serviam como advertências para os cristãos que viviam sob o novo pacto. Paulo disse: Essas coisas aconteceram a eles como exemplos e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos (1 Coríntios 10:11).

O apóstolo Pedro, falando a um grupo de cristãos do primeiro século, disse o seguinte: Antes vocês nem sequer eram povo, mas agora são povo de Deus (1 Pedro 2:10). Hoje, os seguidores de Jesus Cristo são o povo de Deus. Cristãos são aqueles que são “chamados pelo meu nome”. Portanto, é apropriado que nós também apliquemos as verdades atemporais de 2 Crônicas 7:14, porque é crucial para todos os cristãos, humilhar-se, orar, buscar Sua presença e afastar-se de seus maus caminhos, pedindo-lhe que ouça do céu, perdoe nossos pecados e traga cura espiritual para as igrejas ineficazes e enfermas de nossa terra.

Em 2 Crônicas 7:14, observamos três preceitos que são constantemente chamados por Deus ao longo das Escrituras: Humildade, fome e santidade.

O primeiro requisito para tal cura espiritual é a humildade. “Se meu povo, que se chama pelo meu nome, humilhar-se,” porque é vital que o cristão pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus (Miquéias 6:8). Todo ser humano redimido deve dar toda a glória a Jesus pela salvação.

O segundo requisito para a cura espiritual é a fome. “… ore e busque a minha presença.” Jesus exortou Seus seguidores a ter fome e sede de justiça (Mateus 5:6) .Todos os cristãos fariam bem em aumentar sua fome de piedade.

O requisito final para a cura espiritual é a santidade. “… afastar-se de seus maus caminhos.” A santidade vem por meio do arrependimento do pecado. Arrependimento significa confessar nossos pecados e afastar-se deles; o que, por sua vez, leva à verdadeira santidade.

Estas três ênfases de 2 Crônicas 7:14, humildade, fome e santidade, são muito necessárias entre os cristãos hoje, porque precisamos que a harmonia e a saúde espiritual entrem em nossa vida. Só porque 2 Crônicas 7:14 foi escrito para Israel há milhares de anos, não significa que os cristãos não possam se beneficiar de suas advertências, obedecendo seus preceitos.

Lembre-se de que Deus fala com o Seu povo. Que é o crente “Meu povo …”, e não com as pessoas correndo por aí que pensam que são cristãs, mas na verdade não são. De fato, a Bíblia diz: “Examinem a si mesmos. Verifiquem se estão praticando o que afirmam crer. Assim, poderão ser aprovados. Certamente sabem que Jesus Cristo está entre vocês; do contrário, já foram reprovados” (2 Coríntios 13: 5).

Também há muitos que estão vivendo uma vida dupla. Eles fazem um bom desempenho na igreja, e dizem todas as coisas certas. Mas estão vivendo uma vida completamente contraditória ao que a Bíblia diz sobre como um cristão deve viver. Jesus perguntou: “Por que você me chama, ‘Senhor, Senhor’, e não faz o que eu digo?” (Lucas 6:46)

Um despertar espiritual começa com o povo de Deus. Começa com aqueles que são verdadeiramente nascidos de novo e têm fome e sede de justiça.

Buscamos a justiça quando buscamos o caráter de Cristo e desejamos a santidade mais do que o prazer carnal. Evitamos a tentação de nos tornar justos quando entendemos que a verdadeira justiça começa com a humildade divina: Deus guia os humildes no caminho certo e lhes ensina a sua vontade (Salmos 25:90). Lembramos que Jesus disse: “sem mim vocês não podem fazer nada” (João 15:5). Quando passamos tempo na presença de Deus, nos tornamos mais conscientes do nosso próprio pecado e rebelião; entendendo que o orgulho e auto-justiça são impossíveis na presença de um Deus Santo. Perseguir a justiça começa quando um coração humilde busca a presença contínua de Deus (Tiago 4:10; 1 Pedro 5:6).

Como vemos, o coração humilde e crente leva a um estilo de vida de ação justa, aceitável a Deus. Por isso, devemos pedir-lhe para: Criar em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme! (Salmos 51:10).

 

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