Publicado por: mvmportugues | janeiro 11, 2018

EIS QUE FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS – Apocalipse 21:5

“E aquele que estava sentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.” (Apocalipse 21:5) 

Quando começamos um Ano Novo, é um bom momento para considerar esse tempo glorioso que um dia acontecerá quando Cristo tornará tudo novo novamente. Na era presente, todas as coisas “envelhecerão como uma peça de vestuário” (Salmo 102:26), porque estamos sob a servidão da lei universal da decadência e da morte; mas o verdadeiro cristão nunca deve perder a esperança porque: “de acordo com a promessa de Deus, esperamos por novo céu e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3:13). Ali, na “nova Jerusalém”, cada um terá “um novo nome” e cantará “uma nova canção” (Apocalipse 2:17; 5:9). 

Já que “a nossa pátria está nos céus, de onde também estamos esperando o nosso Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Ele transformará nossos corpos fracos e mortais, para serem iguais ao seu próprio corpo glorioso. Ele fará isso pelo poder que tem de dominar todas as coisas” (Filipenses 3:21), devemos nos alegrar das maravilhosas promessas que o Senhor nos deu. 

Cristo nos disse que: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito, pois vou preparar um lugar para vocês” (João 14:2). 

Ele nos deu a gloriosa promessa de que todas as coisas antigas e moribundas dissolverão completamente e para sempre. “Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:4). 

Que “Feliz Ano Novo” este será! Enquanto isso, nós temos a Sua “nova aliança” e cada um foi feito “uma nova criação” em Cristo (Hebreus 12:24; Gálatas 6:15). Como todas as Suas palavras “são verdadeiras e fiéis”, nós sabemos que suas promessas são seguras. “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” (2 Coríntios 5:17). 

Você pode estar perguntando: ‘Como posso saber que sou uma nova criação?’ A resposta está na primeira parte do versículo: ‘Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação’ apenas aqueles que são salvos, os que estão em Cristo são nova criação. Se você realmente acreditou em Jesus Cristo para ser seu Salvador e O fez Senhor de sua vida, você se tornou uma nova criação. 

Antes de termos sido salvos, fomos controlados por nossa natureza antiga, e todos fomos escravos do pecado. O pecado dominava nossos pensamentos e ações como um capataz duro e cruel e nós estávamos impotentes sob seu controle. 

Nós servimos o pecado e sofremos todos os efeitos desagradáveis ​​que vieram com ele: ódio, amargura, engano, conflitos, ciúmes, rebelião, orgulho e luxúria. Mas tudo isso mudou para aqueles que estão em Cristo. Através do Seu poder, somos liberado do poder do pecado. Embora o pecado ainda esteja presente em nossas vidas, seu poder sobre nós agora está quebrado. 

Aqueles que ainda não estão em Cristo, não podem desfrutar dessa liberdade do poder do pecado. A velha natureza pecadora ainda está muito viva neles e não conseguem viver a nova vida cristã, por mais que tentem, porque ainda estão sob o poder do pecado. 

Portanto, como o apóstolo Paulo disse à Igreja de Corinto, também precisamos: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se a si mesmos. Não percebem que Cristo Jesus está em vocês? A não ser que tenham sido reprovados!” (2 Coríntios 13:5) 

Por favor, examine-se e faça esta pergunta: você ainda se encontra impotente sob o poder do pecado? Sua vida ainda é controlada pelo pecado? Se a sua resposta a ambas as questões é “sim”, então você ainda não é uma nova criação, e não fará parte do novo céu e da nova terra. 

Andar numa vida nova é exibir uma nova qualidade de vida. A Bíblia ensina que “fomos sepultados com Ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova” (Romanos 6:4). Quando você anda numa vida nova, você viverá para coisas celestiais e não para coisas terrestres.

 Você estará mais preocupado com as coisas de Deus do que com as coisas do mundo e com coisas que são eternas, e não com coisas temporárias, e com coisas que estão acima, e não com coisas que estão na Terra. 

Se você está realmente andando em uma vida nova, você responderá à Palavra de Deus. Você ouvirá Deus quando Ele fala com você através da Sua Palavra. Você estará pronto para fazer Sua vontade e levar Sua Palavra a sério. Aqueles que caminham numa vida nova serão movidos pela Palavra de Deus. E respondem a essa Palavra com oração, confiança e obediência. Eles não são apenas ouvintes da Palavra, mas também praticantes da Palavra. 

Se a Palavra de Deus que você recebeu tem feito pouco ou nenhum impacto em sua vida, isso indica que você não está caminhando numa vida nova. E se você ainda está vivendo em pecado e está sob seu poder, então isso é uma forte indicação de que você não é salvo. 

Jesus está esperando, para que você aceite o seu presente gratuito de salvação; e cabe a você deixar que Ele faça esse trabalho transformador em sua vida. Então, você pode realmente aguardar o dia em que o Senhor fará todas as coisas novas, o grande e maravilhoso dia em que você vai habitar para sempre no novo céu e na nova terra. 

Então, ao iniciar o Ano Novo, que nosso coração se concentre nas palavras que Deus nos disse em Apocalipse 21:5

Eis que faço novas todas as coisas!” 

Esperamos e oramos para que você faça parte deste dia glorioso!

Anúncios
Publicado por: mvmportugues | janeiro 4, 2018

AMOR – 1 João 3:1

Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. (1 João 3:1) 

A Lisa, de seis anos, estava sentada no sofá ao lado de Maria, sua mãe, enquanto ela estava lendo uma história da Bíblia. 

Lisa notou que as mãos de sua mãe estavam cheias de cicatrizes e não pareciam normais. Então, Lisa perguntou a sua mãe, “por que suas mãos estão tão cicatrizadas e feias? 

Maria explicou muito carinhosamente que há cinco anos, havia uma mãe que colocou sua filha no berço para uma soneca, depois que ela terminou de alimentar seu bebê. 

Esta mãe atravessou a rua para ajudar uma senhora idosa que estava se recuperando de uma operação. Enquanto aí, ela olhou pela janela e notou que fumaça estava vindo de sua casa; ela correu e entrou na casa. 

Quando ela chegou, viu que o quarto da filha estava cheio de fumaça e chamas. A mãe rapidamente alcançou a sua filha e durante o processo suas mãos foram queimadas. As queimaduras foram extremamente dolorosas, mas ela estava feliz porque sua filha não pereceu no fogo. 

Neste momento a Lisa realizou que ela era a menina que foi resgatada de ser queimada e morrer. Com lágrimas nos olhos, ela olhou para a mãe e disse: “Desculpe-me, mamãe; suas mãos não são feias, suas mãos são as mãos mais bonitas que já vi.” 

Há Alguém cujas mãos e pés foram cicatrizados quando Ele foi pregado a uma cruel cruz romana e torturado até a morte para pagar a dívida do pecado de toda a humanidade, para salvar um mundo perdido do pecado e do inferno. 

Um dia, quando veremos o Salvador no céu, nos inclinaremos perante Ele e Suas mãos e pés perfurados, e seremos eternamente agradecidos pelo tremendo sacrifício que Ele fez para nos dar a vida eterna e escapar uma eternidade no Lago de Fogo. 

Se um dos nossos vizinhos sacrificasse sua vida para nos resgatar de um edifício em chamas, provavelmente viveríamos em profunda apreciação de seu sacrifício altruísta e pensariamos nisso todos os dias. 

Estamos expressando diariamente nossa apreciação e gratidão a Deus e a Jesus por nos resgatar da horrível realidade do pecado e do inferno? 

Estamos honrando o grande sacrifício que Jesus providenciou ao nos esforçar para viver uma vida de santidade, humildade e amor ao Salvador? Com o início deste Ano Novo, você compartilhará a maravilhosa mensagem de liberdade e salvação com outros e expressará sua apreciação pelo precioso dom da comunhão restaurada com Deus e a vida eterna. 

Não é de admirar que homens sábios, mulheres e crianças ainda O buscam, amam, obedecem e O adoram?

 

Publicado por: mvmportugues | dezembro 28, 2017

O MODO DE DEUS DE INTERAGIR COM OS PERDIDOS – Lucas 19:10

Quem quiser aprender maneiras úteis de envolver pessoas com o Evangelho não encontrará um professor melhor do que o Salvador. Nos Evangelhos vemos que Ele usou uma variedade de estratégias diferentes quando encontrou pessoas perdidas, e Ele nunca usou a mesma maneira duas vezes. Ele personalizou Sua abordagem às circunstâncias de cada indivíduo. 

Ele era focado: “Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10). 

Ele era instrutivo: a Nicodemos, ele disse: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (João 3:3). Ele também ensinou que: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21). 

Ele foi compassivo: Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas. Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor (Mateus 9:35-36). 

Ele advertiu sobre o perigo e os falsos professores: Ele disse: “Cuidado com os falsos profetas! Eles chegam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos selvagens” (Mateus 7:15). Os falsos professores não se preocupam com os perdidos porque são gananciosos e eles mesmos estão perdidos. 

Ele era misericordioso: Jesus disse ao homem que foi possuído por demônios: “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez e como teve misericórdia de ti” (Marcos 5:19). 

Ele era amoroso: Ele encorajou as pessoas a: “amem os seus inimigos e façam o bem a eles. Emprestem e não esperem receber de volta o que emprestaram, pois assim a sua recompensa será grande e vocês serão chamados filhos do Altíssimo. Façam isto porque Deus também é bom para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35). 

Ele era sensível: depois da morte de Lázaro, quando Jesus viu as pessoas chorando: “Ele se sentiu profundamente emocionado no espírito e ficou comovido… e Jesus chorou” (João 11:33, 35). 

Ele moveu conversas do físico para o espiritual: Para a mulher pecadora no poço, Ele disse: “Se você soubesse o que Deus pode dar e quem é que está lhe pedindo água, você pediria, e ele lhe daria a água da vida” (João 4:10). 

Ele era conflituoso: Para pessoas teimosas que foram cegadas pelo orgulho religioso, Ele disse: “Vocês são filhos do Diabo e querem fazer o que o pai de vocês quer. Desde a criação do mundo ele foi assassino e nunca esteve do lado da verdade porque nele não existe verdade” (João 8:44). 

Ele ensinou que a salvação é o maior presente para perseguir: Seus ensinamentos sobre as parábolas da pérola e do tesouro escondido instruem o homem da sua maior necessidade. Na parábola do tesouro escondido, ele ensina: “O Reino do Céu é como um tesouro escondido num campo, que certo homem acha e esconde de novo. Fica tão feliz, que vende tudo o que tem, e depois volta, e compra o campo.” 

E Jesus continua com a Parábola da Pérola, afirmando: “O Reino do Céu é também como um comerciante que anda procurando pérolas finas. Quando encontra uma pérola que é mesmo de grande valor, ele vai, vende tudo o que tem e compra a pérola” (Mateus 13: 44-46). 

Ele ensinou que a santidade é o nosso chamado: “Portanto, sejam perfeitos, assim como é perfeito o Pai de vocês, que está no céu” (Mateus 5:48). E Pedro escreve o que aprendeu do Senhor: “sejam santos em tudo o que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo. Porque as Escrituras Sagradas dizem: “Sejam santos porque eu sou santo” (1 Pedro 1:15-16). 

Quando nosso Senhor Jesus Cristo subiu ao céu, Ele deu a Sua Igreja a grande responsabilidade de ser Suas testemunhas (Atos 1:8). Portanto, todo cristão recebeu o ministério da reconciliação para chamar pessoas perdidas para se reconciliar com Deus. “Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja, que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação. Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor a Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus. Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:18-21). 

Como embaixadores do Rei dos reis, aproveitemos o privilégio real que Ele nos deu para interargir com os perdidos que Ele põem em nosso caminho. 

Que você seja testigo daquilo que Jesus nos ordenou: “Vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28:19-20) 

FELIZ ANO NOVO!

Que tipo de música é apropriada para o culto na igreja? Aqui estão alguns pensamentos antes de abordar algumas perguntas e respostas abaixo. 

As igrejas podem homenagear Deus na música que eles usam? Para responder corretamente a esta pergunta, devemos começar observando os princípios da Palavra de Deus. Nenhuma preferência pessoal ou tendência cultural pode ser nosso guia. Mesmo na área da música, a Escritura deve ser nossa autoridade. 

Abaixo estão as perguntas que pastores e líderes da igreja, juntamente com toda a congregação, devem perguntar sobre a música de adoração que é usada em sua igreja. Tomados diretamente dos princípios bíblicos, essas questões podem não responder a cada caso específico, mas fornecem uma lista de verificação teológica para examinar a música da igreja. 

  • A música em sua igreja está focada em Deus? Sem dúvida, a verdadeira adoração deve ser centrada em Deus (Êxodo 20:3-6), porque Ele é o único digno de louvor (Salmo 148:13). Ele é o nosso Rei exaltado e Ele deve ser o centro da nossa devoção. 

Como o propósito da música da igreja é fornecer um veículo para a adoração, ela deve estar focada em Deus em vez de se concentrar no homem. 

Porque o culto bíblico exige uma abordagem centrada em Deus, a música da igreja deve começar e acabar com Ele. 

  • A música em sua igreja promove uma alta perspectiva de Deus? A música que é digna deve promover uma perspectiva correta e exaltada de quem Ele é (veja Isaías 40:12-26). Através da Escritura, todos os que conheceram o Deus vivo foram radicalmente mudados. Não há nada comum sobre o Deus que viram ou a resposta tremenda do culto completo que eles deram. Nossa música então deve transmitir claramente a majestade, a glória e a honra de Deus (Romanos 11:33-36, Apocalipse 14: 7). 
  • A música em sua Igreja é feita de maneira ordenada? O Deus que servimos é um Deus de ordem. Isto é visto mais claramente em Sua criação do mundo, quando Ele deu forma e função (Gênesis 1). Portanto, não é surpreendente que o apóstolo Paulo enviasse aos coríntios a diretiva de que, na igreja, “todas as coisas sejam feitas decentemente e em ordem” (1 Coríntios 14:40). 

O emocionalismo sem sentido e acelerado pela repetição torna-se em um ritual pagão, assim como Mateus 6:7 nos adverte a não usar repetições vãs como os pagãos fazem. 

  • O conteúdo da música em sua igreja soa bíblico? Uma música que seja biblicamente imprecisa, fora do contexto só irá dificultar o crescimento espiritual daqueles que a cantam. 

Embora a música instrumental seja certamente apropriada durante o culto (2 Crônicas 5:13), deixe que ela não domine as vozes e se torne o centro das atenções e um show. Precisamos ter em mente que a música de adoração tem o propósito de aprofundar a compreensão bíblica e teológica da congregação. 

  • A música em sua igreja promove a unidade? O objetivo principal da música na igreja é adorar a Deus. Se tivermos unidade com Deus, teremos unidade uns com os outros (Filipenses 2:1-2). 
  • A música de sua igreja é realizada com excelência? A música da igreja, juntamente com tudo o que fazemos, deve ser feita para a glória e honra de Deus (1 Coríntios 10:31). Como nosso perfeito Professor e Pai amoroso, Ele certamente merece o melhor que podemos oferecer a Ele. 

A música que não é sincera e é um desempenho de auto-busca, não é adoração, e Deus a vê como puro ruído (Amós 5:23). 

  • Você prepara a música de sua igreja para a pregação da Palavra de Deus? É somente através da Palavra de Deus que podemos aprender sobre Ele; é somente através da Bíblia que Deus se revela a nós mesmos. A Escritura, então, deve ser a peça central do nosso culto corporal, fornecendo Sua mensagem para nós na letra da música. 
  •  A música de sua igreja inclui o evangelho de Jesus Cristo? A igreja, como uma assembléia de cristãos, deve dar um bom testemunho para ser visto pelo mundo. Pedro nos exorta a “proclamar as excelências” de Deus (1 Pedro 2:9). A música da igreja, portanto, deve ser um testemunho maravilhoso da grandeza de nosso Senhor e Salvador; e não deve prejudicar sua reputação ou confundir os não convertidos como ensina o Evangelho. 
  • A música de sua igreja promove um culto cheio do Espírito Santo? Como já foi mencionado anteriormente, a música da igreja deve ser focada em Deus, apresentando-O reverentemente em toda a Sua majestade. Ao mesmo tempo, nunca deve ser aborrecido, pois, como lemos em Apocalipse 4 e 5, o céu, é o lugar mais excitante de todos, onde a principal ocupação é adorar o Senhor. 

Enquanto mantivermos o devido respeito por Deus, a adoração bíblica está sempre transbordando com o entusiasmo pessoal da adoração de Cristo. No entanto, precisamos ter em mente que o nosso entusiasmo deve sempre ser expressado de forma ordenada e com um Espírito controlado. 

Precisamos estar cientes de que, embora existam numerosas opiniões e preferências nas igrejas de hoje, que a verdadeira igreja de Cristo terá sua música baseada em princípios bíblicos. Os líderes da igreja não devem simplesmente manter certos padrões porque isso sempre foi feito dessa maneira. Eles não devem permitir cegamente que algum tipo de música seja tocada nos serviços da igreja. Eles devem ser como os Bereanos (Atos 17:11) e determinar os princípios bíblicos que aderem à música correta na adoração em sua igreja. 

Vinde, cantemos ao Senhor!

Cantemos com júbilo à rocha da nossa salvação!

Apresentemo-nos ante a sua face com louvores e celebremo-lo com salmos.

Porque o Senhor é Deus grande e Rei grande acima de todos os deuses.

Nas suas mãos estão as profundezas da terra,

E as alturas dos montes são suas.

Seu é o mar, pois ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca.

Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos!

Ajoelhemos diante do Senhor que nos criou.

Salmos 95:1-6

Publicado por: mvmportugues | dezembro 13, 2017

AS AÇÕES DO CORAÇÃO – Provérbios 23:7

A Bíblia fala muito sobre nossos pensamentos. Na verdade, a maioria das instruções de Jesus e de Paulo não se concentraram nas aparências externas ou nas coisas que as pessoas fizeram, mas nos pensamentos de sua mente e nas atitudes de seus corações. 

Jesus disse: “O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque da abundância do coração a sua boca fala” (Lucas 6:45). 

Os pensamentos do coração dos homens evidenciam o que é seu estado espiritual. O que você pensa em sua mente, você é. Em outras palavras, nossa mente é poderosa e nos tornamos o que pensamos. Uma pessoa é conhecida por suas ações, e precisamos realizar que as ações começam com nossos pensamentos. 

O caráter dos pensamentos de uma pessoa determina o caráter de sua vida. Suas ações são inspiradas de dentro. Todo produto da alma, seja uma ação ou um propósito, é primeiro um pensamento. 

Porque nós nascemos com uma natureza pecaminosa, o pecado está na alma primeiro em pensamentos e, se o deixarmos enraizar, ele se revelará em ações. 

O sucesso moral da vida consiste em ser focado em Cristo e não deixar que os pensamentos do mal germinem em nossa mente. Em nosso verso, aprendemos que o coração determina nosso destino eterno, porque um coração sem santidade nunca verá o Senhor (Hebreus 12:14). 

Paulo nos instrui a nos concentrar em: tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, o que for de boa fama… pensar nessas coisas (Filipenses 4:8) , e levar cativo todo entendimento à obediência de Cristo (2 Coríntios 10:5). 

O coração como a Bíblia descreve, literalmente funciona como uma consciência; ele nos dá um suave empurre ou uma sensação de aviso. E, como lemos nos versículos seguintes, a Palavra de Deus muitas vezes se refere aos “pensamentos do coração”. 

Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos. (Provérbios 4:23) 

Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento. (Provérbios 3:5) 

Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias. (Mateus 15:19) 

O Senhor nos conhece muito bem e nos diz que: “Naquele dia virão pensamentos à sua cabeça e você maquinará um plano maligno.” (Ezequiel 38:1) 

Conhecendo Jesus seus pensamentos, disse-lhes: “Por que vocês pensam maldosamente em seu coração?” (Mateus 9:4) 

Nunca devemos esquecer que: “A palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4:12). 

Temos que lembrar que nosso comportamento segue nossos pensamentos, e não o contrário. Os pensamentos que entretemos são processados ​​pelos nossos corações e saem da nossa boca e em nossas ações. Analisar e abordar nossos pensamentos são componentes-chave da conquista dos hábitos e comportamentos que parecem nos manter refém, e cabe a nós levar cativo todo entendimento à obediência de Cristo (2 Coríntios 10:5). 

A melhor maneira de fazer isso é reconhecer a necessidade de mudar e de se aproximar a Deus e Ele se aproximará de você (Tiago 4:8). Porque sem Cristo, fomos incapazes de pensar corretamente porque Jesus é o único purificador do coração; e para não se amoldar ao padrão deste mundo, mas transformar-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12:2). 

Lembre-se que: Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz (Romanos 8:5-6). 

Algumas pessoas em voz alta proclamam com a boca que Jesus é seu salvador, mas suas vidas são enganosas e pecaminosas porque não o permitiram ser o Senhor de sua vida. A Bíblia chama essas pessoas de hipócritas; eles dizem uma coisa, mas vivem em rebelião aos mandamentos de Deus e da Bíblia. Por isso, a Bíblia nos informa que o tolo diz em seu coração que “Deus não existe” (Salmo 14:1) 

Nós, como o salmista, deveríamos pedir a Deus para criar em mim um coração puro. . . e renova dentro de mim um espírito estável (Salmo 51:10).

Publicado por: mvmportugues | dezembro 7, 2017

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS – O REI NASCEU – Lucas 2:14

“Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lucas 2:14)

Durante esta época do ano em que celebramos o nascimento de nosso Salvador; mesmo que ninguém conheça a data exata do nascimento de nosso Senhor, devemos exaltar-Lo e honrá-Lo pelo o que Ele fez; porque em Sua encarnação, na descida de Sua posição majestosa desde a eternidade passada, Ele foi feito à semelhança dos homens através de uma concepção milagrosa e um nascimento virgem. Jesus nasceu de uma mulher para que Ele pudesse morrer por Seu povo: “Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, a fim de redimir os que estavam sob a Lei, para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gálatas 4:4-5). 

O Filho de Deus deixou Sua glória no céu e a adoração dos anjos para vir à Terra e ser rejeitado pelo Seu povo (João 1:11). “Ele foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima” (Isaías 53:3). A sua chegada à terra foi uma descida voluntária de Sua posição como o majestoso Rei do universo para se tornar um escravo, por causa de Seu amor por nós. Seu propósito era que o homem caído fosse reconciliado com o Pai, portanto, Ele veio como um servo sofredor para dar a Sua vida como um resgate por muitos (Mateus 20:28). 

Neste grande ato de humildade e amor para nós, o Filho do Homem foi desonrado, envergonhado, zombado, espancado e flagelado e, no entanto, manteve-se em silêncio: “Ele se humilhou sendo obediente até a morte, mesmo a morte numa cruz” (Filipenses 2:8). Sua descida divina atingiu seu ponto mais baixo quando o Filho do Homem perfeito e sem pecado se tornou pecado por nós, para que nele nos tornássemos justiça de Deus (2 Coríntios 5:21). Enquanto Ele estava colgado na cruz assumindo os pecados da humanidade e pagando por eles, o Filho de Deus que não tinha pecado nenhum gritou: “Meu Deus, meu Deus, por que você me abandonou?” (Mateus 27:46). 

Precisamos entender que Jesus não estava questionando Deus; Ele estava citando a primeira linha do Salmo 22, uma expressão profunda da angústia que Ele sentiu quando Ele assumiu os pecados do mundo, que O separou do Seu Pai. A agonia física foi horrível, mas pior ainda foi o período de separação espiritual de Deus. Isso foi o que Jesus temia enquanto orava a Deus no jardim de Getsêmani, se possível, que este cálice passasse Dele (Mateus 26:39). 

Depois que o Filho do Homem experimentou a profundidade da dor, humilhação e morte, Deus o levantou gloriosamente dentre os mortos (Mateus 28:6). Sua obra perfeita de redenção foi concluída, a justiça divina foi cumprida e o poder do pecado e da morte foi derrotado. Quarenta dias depois, Jesus subiu à glória do céu (Atos 1:9). O servo sofredor foi levantado para ser o Pastor Soberano de Sua ovelha e um defensor com o Pai (1 João 2:1). “Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2:9-11). 

Como Senhor dos senhores, o Seu Nome merece toda dignidade, honra, poder e posição; e Deus “sentou-o à sua direita nos lugares celestiais, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir” (Efésios 1:20-21). 

Nosso Criador e Salvador foi crucificado para ser coroado Rei dos reis. Tendo “suportado a cruz,” Ele “se sentou à direita do trono de Deus” (Hebreus 12:2). Nosso supremo Sacerdote Perfeito, ofereceu-se como o único sacrifício aceitável, para um Deus perfeito que exige perfeição e depois declarou em vitória: “Está consumado!” (João 19:30). 

Como nosso Sumo Sacerdote, Ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles. (Hebreus 7:25). Após Sua perfeita obediência à vontade de Seu Pai, o Senhor Jesus voltou à glória que Ele teve com o Pai antes que o mundo existisse (João 17:5). 

Que Deus nos conceda uma maior compreensão do amor insondável que Jesus tem para nós, para que nossos corações possam ser preenchidos com maior amor e devoção por Ele. E independentemente da época, que proclamemos as grandezas Daquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz (1 Pedro 2:9). 

Jesus, o Filho de Deus, nosso Redentor é o único que merece toda a glória: “Ao Rei eterno, o Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém” (1 Timóteo 1:17). 

Em nosso ministério “Mission Venture”, nós O serviremos a qualquer hora, em qualquer lugar e faremos qualquer coisa por Ele, porque Jesus é digno de todo o nosso louvor e honra! 

Homens e mulheres sábios ainda buscam, obedecem e O adoram!

Publicado por: mvmportugues | novembro 30, 2017

O AVISO DE PAULO PARA OS GALÁTAS E PARA NÓS – Gálatas 1-4

Paulo, apóstolo enviado, não da parte de homens nem por meio de pessoa alguma, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dos mortos. (Gálatas 1:1) 

Paulo explica em sua epístola aos Gálatas a mudança dramática que ele recebeu pela revelação de Jesus Cristo (Gálatas 1:12), e que a causa da mudança tão drástica foi a revelação de Deus de seu Filho para ele. 

Paul analisa o registro de sua vida pré-cristã para mostrar a maravilha da graça de Deus. Embora ele nunca tenha deixado de se identificar como judeu “Eu sou um israelita, descendente de Abraão, da tribo de Benjamim” (Romanos 11:1), ele usou apenas o judaísmo como forma de descrever sua vida antes de se tornar um nova criação “em Cristo”. 

Como os profetas, Isaías e Jeremias escreveram: “Antes de te formar no ventre, eu te conheci, antes de nascer, eu te separei; Eu designei você como um profeta para as nações” (Jeremias 1:4-5, Isaías 49:1), Paulo vê a si mesmo como separado por Deus desde seu nascimento para seu papel profético (Gálatas 1:15). 

Embora ele reconheça que sua vida anterior foi vivida em oposição à vontade de Deus, ele ainda afirma que toda a sua vida faz parte do plano soberano de Deus. Que grande esperança isso dá a cada um de nós. 

A decisão de Deus de separar Paulo desde antes do nascimento levou ao evento transformador da sua vida pelo chamado de Deus. Antes que Paulo nascesse, Deus o escolheu. Enquanto Paulo tentava destruir o povo de Deus, Ele o chamou. Esse é o significado da graça e do amor imerecido. Essa mesma graça abunda hoje e está disponível para todos que a aceitarão, porque é um presente gratuito de nosso amoroso Deus Criador. Paulo escreve que Deus “fez a sua luz brilhar em nossos corações para nos dar a luz do conhecimento da glória de Deus diante de Cristo” (2 Coríntios 4:6). 

Quando olhamos para os novos crentes de Gálata vemos a falta de compreensão do que Paulo lhes havia ensinado, já que, com toda a probabilidade, eles pensaram que simplesmente ao adicionar alguns costumes judaicos ao evangelho estavam aumentando o valor de sua fé em Cristo. Mas essa adição ao evangelho realmente negou a essência do evangelho. Primeiro, Paulo repreende os gálatas por sua deserção; em seguida, ele culpa a confusão aos que perverteram o evangelho; e então ele pronuncia uma condenação solene sobre todos os que manipulam a verdade do evangelho: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo… e,se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!” (1:6-7, 9). 

A expressão de espanto de Paulo é realmente uma forte repreensão quando lemos (v.6). Ele está atordoado de que as pessoas, que recentemente experimentaram o poder milagroso de Deus por Seu Espírito em suas vidas, agora se afastariam dele. Eles estavam virando as costas a Deus para seguir um evangelho diferente. Paulo está chateado e lhes diz: “Ó gálatas insensatos! Quem os enfeitiçou? Não foi diante dos seus olhos que Jesus Cristo foi exposto como crucificado? Gostaria de saber apenas uma coisa: foi pela prática da Lei que vocês receberam o Espírito, ou pela fé naquilo que ouviram? Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio[a]Será que foi inútil sofrerem tantas coisas? Se é que foi inútil! Aquele que lhes dá o seu Espírito e opera milagres entre vocês realiza essas coisas pela prática da Lei ou pela fé com a qual receberam a palavra? (Gálatas 3:1-5). 

A preocupação deles com a identidade racial, a observância religiosa e os rituais cerimoniais os roubava de sua experiência da graça de Deus expressada em Cristo; e estava afastando as pessoas de Deus para se concentrarem em si mesmos. 

A tragédia de Galácia é uma advertência para nós, que nem toda busca de espiritualidade é, na realidade, uma busca por Deus. Quando somos atraídos por livros provocativos sobre a espiritualidade da Nova Era, devemos lembrar que os cristãos da Galácia foram cativados por uma mensagem que prometeu a perfeição espiritual, mas que os afastou de Deus. “Evidentemente, algumas pessoas estão te deixando confuso e tentando perverter o evangelho de Cristo” (Gálatas 1:7). 

O ensinamento cativante e até fascinante de algumas pessoas nas igrejas da Galácia desviou os seus crentes do verdadeiro evangelho. Paulo afirma ousadamente que o diferente evangelho que é tão atraente para os cristãos da Galácia não é realmente um evangelho. É uma perversão do evangelho de Cristo, perpetrada por algumas pessoas que estão tentando causar confusão nas igrejas de Galácia. Devemos prestar atenção as advertências de Paulo e ser muito atentos, já que esta é uma tendência muito dominante em nossas igrejas hoje em dia. 

Provavelmente essas pessoas alegaram que sua mensagem suplementavam e completaram a mensagem de Paulo. Eles não viram sua versão do evangelho como herética. Afinal, eles não negaram a divindade de Cristo, a cruz de Cristo ou a ressurreição de Cristo. Eles não subtraíram nada da mensagem de Paulo, eles apenas adicionaram a ela. Se tivessem sido bem versados ​​na Torá, eles deveriam estar cientes de que era proibido fazer isto, pelas palavras do Antigo Testamento como encontradas em (Deuteronômio 4:2). 

Paulo coloca todos os defensores de um evangelho que difere do verdadeiro evangelho de estar sob condenação, “Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:8). A adesão ao verdadeiro evangelho é o teste final da verdadeira autoridade. Mesmo a autoridade de um mensageiro do céu ou a autoridade do próprio Paulo deve ser testada por lealdade ao evangelho. É importante notar que Paulo se responsabiliza por esta última medida de autoridade, como vemos sua afirmação no versículo 10: “Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.” 

Infelizmente, na história da igreja, podemos observar onde um número de pessoas em cargos de liderança tentam exercer controle absoluto sobre a igreja e colocar-se acima de qualquer crítica. As igrejas escravizadas não têm liberdade para crescer na fé e no amor, assim como foi a condição das igrejas da Galácia. E, os intrusos fizeram campanha pela devoção exclusiva dos cristãos de Galácia: “Os que fazem tanto esforço para agradá-los não agem bem, mas querem isolá-los a fim de que vocês também mostrem zelo por eles” (Gálatas 4:17).  

Paulo deu uma advertência semelhante em Atos 20:28-30: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue. 29 Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. 30 E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos.” 

Os líderes na igreja devem liderar com autoridade, porque Deus é a fonte suprema de sua posição; mas eles também devem liderar com humildade, porque Deus estabeleceu o padrão final na verdade do evangelho, pelo qual todos são julgados. Os líderes devem ser mantidos responsáveis. 

Precisamos lembrar que verdadeiros servos de Cristo não ganharão concursos de popularidade com pessoas que “juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos” (2 Timóteo 4:3). Mas mesmo quando são impopulares, os verdadeiros servos de Cristo são marcados por uma lealdade inabalável a Ele. 

“ Saibam, portanto, que o Senhor, o seu Deus, é Deus; ele é o Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade por mil gerações daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos” (Deuteronômio 7:9)

Pedro começa sua carta com: “Graça e paz lhes sejam multiplicadas, pelo pleno conhecimento de Deus e de Jesus, o nosso Senhor” (2 Pedro 1: 2). 

Muitos crentes querem uma abundância da graça e da paz de Deus, mas eles não estão dispostos a fazer o esforço para conhecer Deus melhor através do estudo bíblico e da oração. Para desfrutar os privilégios que Deus nos oferece livremente, temos a Bíblia disponível para nós que nos instrui no “conhecimento de Deus e de Jesus o nosso Senhor”. 

Enquanto Pedro continua, lemos isso: Seu divino poder nos deu tudo de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude.  Dessa maneira, ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça”  (2 Pedro 1:3-4). 

O poder de viver uma vida piedosa não vem de nós, mas de Deus. Já que não temos os recursos para ser verdadeiramente piedosos, Deus nos permite “participar da natureza divina” para nos impedir do pecado e nos ajudar a viver para Ele. 

Quando realmente nascemos de novo, Deus pelo Seu Espírito nos capacita com Sua própria bondade moral. Quando somos “nascidos de novo”, nos tornamos uma pessoa nova em Cristo Jesus. A Bíblia declara que Ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado. Isso significa que já não comemos mais da lata de lixo do diabo. 

Deus nos ordena a viver uma vida santa, mas como podemos fazer isso? – Através do poder transformador que vem do sacrifício de Jesus no Calvário e da obediência à Palavra de Deus.  “Mantenha meus decretos e siga-os. Eu sou o Senhor que os santifica” (Levítico 20:8). 

A palavra de Deus tem um poderoso efeito transformador e purificador em nossa vida quando nos entregamos a Seu Senhorio. 

Em seguida, Pedro lista várias ações da fé: “Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade a fraternidade; e à fraternidade o amor” (2 Pedro 1:5-7). 

Ele está ensinando que precisamos aprender a conhecer Deus melhor, desenvolver a perseverança, fazer a vontade de Deus e amar os outros. Essas ações não são automáticas, elas exigem muito trabalho. Elas não são opcionais; todas devem ser uma parte contínua da vida cristã. Deus nos capacita, mas Ele também nos dá a responsabilidade de aprender e crescer. Precisamos lembrar que o conhecimento significa ter compreensão correta ao estudar e seguir a verdade, que só pode ser encontrada na Palavra de Deus. “Porque, se essas qualidades existirem e estiverem crescendo em sua vida, elas impedirão que vocês, no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, sejam inoperantes e improdutivos” (2 Pedro 1:8). 

Enquanto o cristão segue as qualidades enumeradas por Pedro nos (vs. 5-7) e vê que sua vida é útil e frutífera (v. 8), ele não tropeçara em dúvida, desespero, medo ou questionamento, mas terá garantia de que ele é salvo. 

A fé deve ser mais que a crença em certos fatos; deve resultar em ação, crescimento no caráter cristão e na prática da disciplina moral, ou morrerá. Este é um assunto que também é abordado em (Tiago 2:14-17). 

É verdade que as ações não podem nos salvar, mas é absolutamente falso pensar que não têm importância. Falso professores diziam que o autocontrole não era necessário porque as ações não ajudam o crente de qualquer maneira (2 Pedro 2:18-19). 

Somos salvos para que possamos crescer para refletir a santidade de Cristo e para que possamos servir os outros. Deus quer produzir Seu caráter em nós. Mas para fazer isso, Ele exige nossa disciplina e esforço. Ao obedecer a Cristo que nos guia pelo Seu Espírito, desenvolveremos o autocontrole, não apenas em relação às ações, mas também com respeito às nossas emoções e à nossa moralidade. “Porem, se alguém não as tem, está cego, só vê o que está perto, esquecendo-se da purificação dos seus antigos pecados” (2 Pedro 1:9). 

Nossa fé deve ir além do que acreditamos; deve tornar-se uma parte dinâmica de tudo o que fazemos, resultando em bons frutos e maturidade espiritual. A salvação não depende das afirmações de que somos salvos, porque, a pessoa que permanece inalterada não compreende a fé ou o que Deus fez por ela. “Portanto, irmãos, empenhem-se ainda mais para consolidar o chamado e a eleição de vocês, pois se agirem dessa forma, jamais tropeçarão, 11 e assim vocês estarão ricamente providos quando entrarem no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 1:10-11).

Pedro queria despertar os crentes complacentes que haviam ouvido os falsos professores e acreditavam que, porque a salvação não se baseia em boas ações, eles poderiam viver de qualquer maneira que quisessem. 

Se você realmente pertence ao Senhor, escreveu Pedro, seu trabalho duro irá provar isso. Se você não está trabalhando para desenvolver as qualidades listadas nos versículos 5-7, você não pode pertencer a Ele. Se você pertence a Deus e sua atitude e comportamento apoiam sua reivindicação de ser um filho de Deus, você poderá resistir o engano do falso ensino e a sedução do pecado. 

Deus realmente quer que entendamos o fato de que devemos: “Seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

Publicado por: mvmportugues | novembro 16, 2017

ESTEJA DE GUARDA – 2 Pedro 3:17-18

 

Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. 18 Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A Ele seja a glória, agora e para sempre! Amém. (2 Pedro 3:17-18)

Pedro claramente está escrevendo com dois objetivos em mente. Primeiro o seu desejo forte é lembrar os crentes a quem eles pertencem e o que eles têm em Cristo. E, em segundo lugar, ele também sabe que sua partida está próxima e se pergunta o que acontecerá com a igreja depois que ele se foi. Ele escreve para declarar uma vez mais alguns fundamentos da fé na esperança de que a igreja ouça e preste atenção as suas palavras. 

No capítulo 2, Pedro falou sobre falsos professores e suas palavras indicam que ele estava bravo com indignação justa. Sem dúvida, ele também estava decepcionado com alguns crentes com quem ele havia trabalhado e compartido comunhão que se tornaram inimigos da cruz. 

Agora, no capítulo 3, ele declara um fato que: “O Dia do Senhor chegará como um ladrão. Naquele dia os céus vão desaparecer com um barulho espantoso, e tudo o que há no Universo será queimado” (v. 10).E ele se dirige a igreja com este pensamento chave: “Sabendo que tudo isso vai ser destruído assim, então que tipo de gente vocês precisam ser?” (v. 11) 

Pedro adverte que sabendo de antemão que enfrentaremos a oposição; temos que tomar cuidado. Se “não seremos levados pelos erros de pessoas imorais” (v. 17). 

Um problema difícil nesta área é abordado por Pedro no verso 16, pois existe um esforço tão grande por parte dos “ignorantes e instáveis” para distorcer a verdade da Palavra de Deus. Com certeza, essas pessoas serão destruídas, mas tanto Paulo como Pedro conheciam os problemas causados ​​por tais distorções e o trabalho que levou para corrigir o ensino errôneo promulgado por essa pessoas. 

Precisamos estar conscientes de que os hipócritas instáveis ​​instintivamente querem evitar a luz para que suas más ações não sejam expostas (João 3:19-20). 

Esses falsos professores sempre terão muitas pessoas seguindo o seus maus ensinamentos enganosos e mentirosos. Paulo disse para Timóteo: Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos (2 Timóteo 4:3-4). 

É trágico ver o número de igrejas hoje em dia lideradas por homens que misturam a verdade e o erro de maneiras espertas e destrutivas. Eles deveriam prestar atenção ao que a Escritura diz: Diante de Deus e de Cristo Jesus que vai julgar vivos e mortos, e por causa da volta de Cristo e do seu reino, eu lhe ordeno o seguinte: Anuncie a mensagem de Deus. Esteja sempre pronto para anunciá-la, quer seja oportuno, quer não. Corrija, repreenda e aconselhe, ensinando com bastante paciência (2 Timóteo 4:1-2). Estes versículos nos dizem que se um pregador nunca confronta o pecado, ou expõe os hipócritas, ele não está pregando a Palavra de Deus. 

Neste dia de engano e hipocrisia, não é popular ensinar que devemos nos arrepender de nossos pecados e submeter-nos a Cristo como Senhor absoluto e Mestre de nossa vida. Não é popular ensinar às pessoas que é pecado se envolver em qualquer atividade sexual fora do casamento. Que os homens e as mulheres tem suas responsabilidades ordenadas por Deus em casa e na igreja. Que os cristãos devem honrar seu Senhor e Salvador pela forma como se vestem. Que os mentirosos não vão ao céu. E a lista continua! 

Muitos, no entanto, dizem que é ofensivo expor o pecado, o mal e a hipocrisia na igreja. Eles dizem que devemos ser positivos e não negativos. Mas, nestes versos, Pedro aborda seus leitores como “queridos amigos” ou “amados”. Ele se preocupa profundamente com esses crentes e, portanto, adverte sobre esses professores destrutivos. 

Muitos cristãos são muito instáveis ​​em sua fé. Eles conhecem muito poucas Escrituras e se recusam a ser guiados pelo Espírito Santo; portanto, estão sujeitos à sedução espiritual e são facilmente desencaminhado por charlatães. 

Se você ama seus filhos, você adverte com severidade sobre correr para a rua. À medida que crescem, você avisa sobre os perigos de beber, ingerir drogas e a imoralidade sexual. Você sabe que esses pecados podem deixá-los com cicatrizes permanentes. Pedro diz: “sabendo disso, guardem-se. 

Estar em guarda impedirá que você seja levado de um lado para outro por todo tipo de ensinamento que apareça. Nem seremos enganados por pessoas astutas que querem nos levar pelos caminhos do erro (Efésios 4:14) e permitirá que você cresça na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (v. 18). 

Precisamos reconhecer que uma pessoa deve nascer antes de que possa crescer. A Bíblia ensina que todos nós entramos no mundo espiritualmente mortos (Efésios 2:1-3). Ser religioso ou bom não é o suficiente. Jesus disse a Nicodemos: “Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo” (João 3:3). 

O crescimento é normal quando há vida; portanto, devemos continuar crescendo e gerando frutos em nosso novo nascimento, até o dia em que nos encontrarmos com Jesus Cristo. Precisamos entender que o crescimento é gradual, é um processo. O importante é estar envolvido no processo para que haja progresso. O caminho de Deus para a piedade é através da disciplina, e 1 Timóteo 4:7 diz para exercitar-se na piedade. 

A graça é a chave para um relacionamento com Deus, porque Ele nos salvou pela Sua graça, pois pela graça você foi salvo pela fé e não por vocês mesmos; é o dom de Deus (Efésios 2:8) e Ele nos sustenta pela graça, porque minha graça é suficiente para você (2 Coríntios 12:9). Crescer na graça envolve chegar a uma maior compreensão da santidade, justiça e soberania de Deus. 

E, finalmente, devemos crescer no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 

Não podemos separar Jesus como Salvador de Jesus Cristo como Senhor. Quando você confia em Cristo como Salvador, você rende tudo de si para Ele. À medida que o cristão cresce progressivamente em submissão a Cristo através do estudo de Sua palavra, ele cresce em obediência a Ele. Jesus disse: “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele” (João 14:21). 

Pedro nos diz que para perseverar como cristão; devemos nos proteger do erro espiritual e crescer na graça e no conhecimento Dele. E ele termina: “A Ele seja a glória, agora e para sempre! Amém.” 

O tema da vida cristã é glorificar o Deus trino em tudo. Isso significa que nossa vida deve exaltar Cristo, para que, por meio de nós, outros vejam o quão grande Ele verdadeiramente é. “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (João 3:30).  

Jesus sempre deve ser o centro da nossa atenção agora e por toda a eternidade; porque só Ele é digno!

Publicado por: mvmportugues | novembro 9, 2017

O QUE DEVEMOS FAZER PARA SER NASCIDO DE DEUS – 1 João 2:28-29

“Filhinhos, agora, pois, permaneçam em Cristo para que nós tenhamos confiança quando Ele aparecer e não sejamos envergonhados por Ele na sua volta. 29 Vocês sabem que Cristo é justo. Portanto, reconheçam também que todo aquele que faz o que é justo é filho de Deus.” (1 João 2:28-29) 

A Bíblia nos diz que, para se tornar em um filho de Deus, devemos nascer de novo – nascido de Dele. Quando nascemos neste mundo, este é o nosso primeiro nascimento, mas há um segundo nascimento que Deus oferece; que é a nossa escolha de começar uma vida nova Nele. 

Isso acontece quando uma pessoa está disposta a se arrepender, se afasta do pecado, pede a Jesus por perdão e para que Ele seja o Senhor de sua vida. O Espírito de Deus então entra na pessoa para dar-lhe o poder de iniciar esta nova vida. A pessoa se torna uma nova criação em Cristo e é espiritualmente nascida na família de Deus e torna-se assim um filho de Deus. 

Deus envia o Seu Espírito Santo para viver dentro dos fiéis para dar-lhes poder sobre a sua natureza pecaminosa para que possam viver uma vida que Lhe agrada. Através do Espírito Santo, os crentes são libertados do poder do pecado e de sua penalidade do inferno, e já não são mais escravos de sua natureza pecaminosa. 1 João 3:9 nos diz que “ninguém que nasceu de Deus continuará a pecar” para que saibamos que alguém que nasce de novo não viverá um estilo de vida pecaminoso. 

Jesus é o único meio de se reconciliar com o Pai. Ele disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode chegar até o Pai se não for por mim.” (João 14:6). 

A religião não o levará ao céu, você também não chega ao céu fazendo coisas boas: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9). Se você se recusar a aceitar a oferta livre de salvação de Deus, então, por escolha, você enfrentará a eternidade além Dele. Deus pagou o preço para salvá-lo; agora é tua decisão de aceitar o dom da vida eterna que Jesus pagou por você na cruz. Jesus disse aos seus discípulos antes de ser crucificado: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13). 

Se você quiser ser salvo, você precisa orar a Deus com um coração arrependido, disposto a se afastar de todo pecado e querer ser mudado. Confesse seus pecados e peça a Jesus que o perdoe e para que Ele seja Senhor e Salvador de sua vida. A Bíblia diz: “Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. 10 Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação…. porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Romanos 10:9-10 e 13). 

Deus olha para o seu coração e, se você tiver um coração disposto para se retirar do pecado, você será salvo no momento em que você pede, e Jesus se tornará parte de sua vida através do Espírito Santo, fortalecendo, orientando e capacitando-o a viver a vida que Ele quer para você. 

Agora você pode perguntar, como sei que sou realmente salvo? 

A Bíblia deixa muito claro que podemos saber se somos salvos. 1 João 5:13 afirma: “Escrevi-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna.” 

Em Efésios 1:13-14, lemos isso: “Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados em Cristo com o Espírito Santo da promessa, 14 que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da Sua glória.” 

E 1 João 4:13 diz: “Sabemos que vivemos Nele e Ele em nós, porque Ele nos deu o Seu Espírito”. A partir deste versículo, podemos ver que a prova de nossa salvação é a presença do Espírito de Deus em nossa vida. 

Então, como, é que o Espírito faz com que reconhecemos Sua presença, e como sabemos realmente que o Espírito está em nossa vida? Romanos 8:14, diz que “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”, então sabemos porque Ele nos conduz e nos leva a viver uma vida santa. Quando seguimos este testemunho interno do Espírito, somos mudados: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” (2 Coríntios 5:17). Isso acontece quando o Espírito nos conduz a deixar o nosso antigo modo de vida pecaminoso e a nascer de novo a uma nova vida que agrada a Deus.

Quando a pessoa é verdadeiramente nascida de novo, ela ainda tem a opção de pecar contra Deus e seus mandamentos; no entanto, quando escolhem receber o poder do Espírito Santo, vão obedecer e honrar a Deus e Sua palavra em tudo o que dizem, pensam e fazem. Todos nós temos a opção de obedecer ao Espírito e resistir ao pecado para que possamos viver uma vida santa que traga honra e glória a Jesus Cristo, nosso Salvador. 

João 16:8 nos diz: “Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.” A convicção do Espírito pelo pecado, traz culpa e falta de paz em nossa vida, levando-nos a confessar esse pecado, recebendo perdão e sendo purificados porque, como está afirmado na Palavra, “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9). 

Através deste processo, uma pessoa não é apenas perdoada, mas também limpa do pecado e tem nova vida. 2 Tessalonicenses 2:13 diz que somos salvos pela obra santificadora do Espírito. 

Devemos lembrar, no entanto, que temos a responsabilidade de seguir a liderança do Espírito porque “se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão” Romanos 8:13. 

O pequeno livro de 1 João deixa muito claro que uma pessoa que é “nascida de Deus” não continuará no pecado. “Ninguém que vive nele continua pecando … Aquele que pratica o pecado é do Diabo… Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele … Desta forma sabemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do Diabo: quem não pratica a justiça não procede de Deus, tampouco quem não ama seu irmão” 1 João 3:6-10. 

Devemos, através do poder do Espírito Santo, viver uma vida que agrada a Deus porque Hebreus 12:14 diz: “Sem santidade, ninguém verá o Senhor”. 

Então, como você sabe se você é salvo? Se você se arrependeu de seus pecados e pediu a Jesus para ser o Senhor da sua vida, então você nasceu de novo. Você sentirá a presença do Espírito Santo em sua vida quando Ele te convence de culpa em relação ao pecado (João 16: 8) e quando você confessar seus pecados, você será perdoado e purificado e a paz de Deus retornará à sua vida. A presença do Espírito Santo permite que você ande em santidade e essa é a sua segurança absoluta de salvação. 

1 João 5:3; 3:23 diz: “Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos… e este é o Seu mandamento: Que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo e que nos amemos uns aos outros, como Ele nos ordenou.” Quando o Espírito o purifica do pecado, o maior mandamento de Deus para o amar e seu próximo se torna realidade em sua vida. 

Precisamos ter certeza de que entendemos que o verdadeiro renascimento é um milagre permanente e transformador de vida realizado pelo próprio Deus na vida de um crente. A conduta santa é a evidência de um filho de Deus que nasceu de novo, cuja vida foi transformada pelo Espírito Santo que vive dentro do cristão. Não existe santidade orgulhosa; a verdadeira santidade sempre começa com a convicção do pecado e uma abordagem humilde a Deus para a limpeza e a restauração.

Older Posts »

Categorias