Publicado por: mvmportugues | setembro 28, 2016

DEUS RESPONDE ÀS ORAÇÕES, E ÀS VEZES DEUS É SILENCIOSO – Salmo 83:1

psalm-83-vs-1-p

“Ó Deus, não estejas em silêncio! Não cerres os ouvidos nem fiques impassível, ó Deus!” (Salmo 83:1) 

Como crentes temos recebido respostas às nossas orações, bem como o silêncio de Deus. 

Há momentos em que sinceramente buscamos a Deus, mas em troca sentimos somente Seu silêncio. Quando isso acontece, o silêncio pode ser difícil, frustrante e nos tenta a duvidar. 

A Bíblia conta a história de um homem chamado Jó, que estava bem familiarizado com o silêncio de Deus. Em sua dor e sofrimento, ele clamou a Deus. Ele pediu respostas, e ficava perguntando, mas como aprendemos dos primeiros 37 capítulos do livro de Jó, seu choro por ajuda e alívio foram alcançados somente pelo silêncio de Deus. 

Tal como aconteceu com Jó, os cristãos não vão sempre ouvir a voz de Deus, mas podemos aprender algumas coisas práticas para fazer quando Deus parece estar silencioso. 

EXAMINE SUA VIDA 

Precisamos começar por fazer a pergunta, existe algum pecado não confessado na minha vida? Precisamos ter certeza de que nada nos está impedindo de ser capaz de ouvir a voz de Deus. 

Salmo 66:18 diz: “Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá.” 

Temos que olhar internamente para ver se há qualquer motive incorreto. Devemos pedir ao Senhor que nos mostre se há alguma coisa que precisa ser removida ou limpada de nossa vida, e para nos revelar se há alguém que precisamos perdoar. A questão também deve ser: Existe alguma coisa ou alguém que eu amo mais do que Deus? 

A medida que Deus traz as coisas à nossa mente, precisamos rapidamente pedir pelo Seu perdão, porque, o arrependimento agrada a Deus e restaura a nossa comunhão com Ele. 

ACEITE A SOBERANIA DE DEUS 

Como Jó, nós também enfrentamos a escolha de reconhecer, ou rejeitar a soberania de Deus. Em resposta ao seu sofrimento e perda, a esposa de Jó sugere que ele amaldiçoe a Deus e morra. Seu mau conselho foi realmente a voz de Satanás falando por intermédio dela. 

Em vez de seguir o conselho dela, Jó opta por deixar Deus ser Deus. “Você está falando como uma doida. Aceitaremos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? “, Ele respondeu. (Jó 2:10) 

Precisamos ter muito cuidado de quem recebemos aconselhamento. Pode soar espiritual vindo de “pessoas religiosas”, mas se o aconselhamento não é suportado pela Palavra de Deus, então é realmente a voz de Satanás tentando nos levar a desonrar a Deus por nossos pensamentos e ações. Quando isso acontece, nossa resposta deve ser como Jesus disse: “Vai-te, Satanás.” 

2 Coríntios 11:13-15 afirma:  Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. 14 E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. 15 Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.” 

Aceitar a soberania de Deus significa confiar ativamente Nele, sabendo que Ele está em controle e que podemos sempre esperar Nele. “Ainda que Ele me mate, Nele esperarei” (Jó 13:15). Nada na vida de Jó, ou na nossa, acontece além dos conhecimentos e o plano de Deus. 

Como aprendemos no início do Livro de Jó, Deus estava plenamente consciente de todas as coisas que estavam prestes a acontecer para Jó. Na verdade, Ele deu a Satanás permissão para fazer estas coisas na vida de Jó; mas lembre-se que em todo momento Deus estava em controle. 

OUÇA O QUE DEUS ESTÁ DIZENDO 

Embora Deus possa parecer estar em silêncio a respeito de um pedido ou uma petição específica, precisamos lembrar de que Ele está sempre presente na nossa vida. 

Quando estamos tão focados em nós mesmo, é possível ignorar uma resposta que Deus já tem para nós. Portanto devemos tomar tempo para ficar sozinhos com Ele, e estudar a palavra de Deus para descobrir o que Ele tem a dizer sobre os problemas que estamos enfrentando ou as questões que estamos perguntando. 

Ao lermos a Bíblia, precisamos pedir a Deus para falar com nós através do Seu Espírito Santo, que vive dentro de cada crente nascido de novo. Muitas vezes versos que conhecemos podem ter um novo significado aclarando os problemas actuais que estamos enfrentando. 

Devemos ter cuidado no entanto de não torcer as Escrituras para dizer o que nós queremos que elas signifiquem, de modo que acabamos por fazer as coisas à nossa maneira, e não da maneira de Deus. Lembre-se de que nosso Pai celestial tem Seu tempo para tudo. 

Além disso, não deixe que amigos, família ou pessoas religiosas os influencie, especialmente os que se recusam a obedecer as Escrituras e não deixam Jesus ser o Senhor de suas vidas. 

 O SILÊNCIO É A MANEIRA DE DEUS DIZER – ESPERE E CONFIE EM MIM 

O Evangelho de João conta uma história sobre os amigos de Jesus – Lázaro, Maria e Marta. Quando Jesus descobriu que Lázaro estava doente, Ele não se apressou para ir a sua casa para curá-lo. Em vez disso, Jesus ficou onde estava por mais dois dias (João 11:6). E antes que Jesus chegou a Betânia, Lázaro morreu. 

Para Maria e Marta, as irmãs de Lázaro, o silêncio de Jesus poderia ter sido interpretado como – Jesus não se importava ou não queria ajudá-los. Desta maneira é como nós às vezes podemos nos sentir quando Deus não responde imediatamente aos nossos pedidos de ajuda. 

Mas, como David escreveu: “Ó minha alma, espera somente em Deus, porque dele vem a minha esperança. Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado. Em Deus está a minha salvação e a minha glória; a rocha da minha fortaleza e o meu refúgio estão em Deus. Confiai nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio.” (Salmo 62:5-8) 

Tal como aconteceu com David e Jó, o silêncio de Deus às vezes prova a profundidade de nosso relacionamento com nosso Pai celestial, porque quando Ele está em silêncio há uma razão, portanto, oramos, esperamos e confiamos Nele.

 

Publicado por: mvmportugues | setembro 21, 2016

O QUE SIGNIFICA AMAR A DEUS? – Deuteronômio 6:5

deuteronomio-6-vs-5-amar-a-deus

Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. (Deuteronômio 6:5) 

Deus quer um amor completo de nós porque Ele nos ama completamente. E “nós amamos porque ele nos amou primeiro. “ (1 João 4:19) 

Deuteronômio 7:9 declara: “Saibam, portanto, que o Senhor, o seu Deus, é Deus; ele é o Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade por mil gerações daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos.” 

O que Deus mais quer de nós é o nosso amor e a nossa obediência à Sua palavra, que provará nosso amor por Ele “… amando a Deus e obedecendo aos seus mandamentos” (1 João 5:2). E, “sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos. Aquele que diz: “Eu o conheço”, mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. Mas, se alguém obedece à sua palavra, nele verdadeiramente o amor de Deus está aperfeiçoado. Desta forma sabemos que estamos nele: aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou.” (1 João 2:3-6) 

A fé é necessária para agradar a Deus, porque “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6), e se a nossa fé é genuína e verdadeira, vamos viver uma vida caracterizada pela justiça, modelando o exemplo dado para nós por Jesus Cristo. Nós obedecer aos Seus mandamentos, não porque nós temos que, mas porque queremos, porque O amamos. Somos capazes de obedecer porque, uma vez que cremos em Cristo e somos salvos, somos refeito. Nós não somos a mesma pessoa que éramos; como Paulo escreveu em 2 Coríntios 5:17: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas! 

Quando obedecemos ao Senhor, podemos viver uma vida de alegria, sem vergonha, profundamente enraizada no Senhor e confiando na nossa esperança eterna. “Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Coríntios 3:17). A nossa obediência é realmente parte da nossa garantia de que realmente conhecemos Deus, porque, “sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos.” (1 João 2:3) 

Quando os filhos de Deus obedecem a seu Pai Celestial, Ele é glorificado. Jesus nos disse que o plano é para que outros “vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16). Claro que, realizando “boas obras” exige obediência Àquele que nos chama para boas obras. 

O testemunho de santidade de um cristão é um forte testemunho de que Deus está trabalhando no mundo: “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!” (Salmo 128:1). A Bíblia muitas vezes nos diz que Deus abençoa e recompensa a obediência. Tiago 1:22-25 diz, “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. 23 Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho 24 e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. 25 Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita, que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer.”  

E Salmo 119:1-2 diz: “Bem-aventurados os que trilham caminhos retos e andam na lei do Senhor. Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos e o buscam de todo o coração.” 

Deus é perdoador. Se não estamos vivendo para Ele, se não estamos seguindo os Seus mandamentos, se nós estamos vivendo no mundo e para o mundo, podemos ser transformados pelo sangue de Jesus Cristo. Podemos pedir perdão a Deus, e Ele nos perdoará. E Ele vai optar por esquecer o pecado, assim como se nós nunca tivéssemos o cometido. Deus é glorificado quando Ele estende o perdão, porque está escrito: “Porei as minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos, acrescenta: 17 E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades.” (Hebreus 10:16-17) 

A obediência é uma atitude que temos de aprender. Não é uma característica que automaticamente adquirimos quando nos tornamos cristãos. Felizmente, a Bíblia nos dá instruções claras sobre como obedecer a Deus, e Jesus nos fornece um exemplo perfeito de amor e submissão ao Pai. 

As pessoas mais alegres do mundo são aquelas que estão constantemente à procura de amar a Deus, guardando os Seus mandamentos e obedecendo a Ele. 

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, 25 ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nosso Senhor, seja glória e majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo o sempre. Amém!” (Judas 24-25)

Publicado por: mvmportugues | setembro 14, 2016

O TEMOR DO SENHOR É O PRINCÍPIO DA SABEDORIA – Salmos 111:10

psalms-111-vs-10-p

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; todos os que cumprem os seus preceitos revelam bom senso. Ele será louvado para sempre! (Salmos 111:10)

O salmista está nos dizendo que a verdadeira sabedoria começa com o temor, que significa reverência a Deus; respeito por Sua lei e mandamentos e o temor de ofender nosso Criador. 

Aquele que teme (respeita) o Senhor se desvia do mal; porque, aquele que vive em pecado não teme a Deus e nem é sábio. (Adam Clark) 

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento é uma questão tão importante que Salomão o menciona duas vezes, uma vez em Provérbios 1:7 e, em seguida, novamente em Provérbios 9:10, acrescentando que os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina. Assim, o temor do Senhor é o princípio de um entendimento de que estamos na presença de um Deus santo, justo e todo-poderoso e que Ele nos responsabiliza por nossos motivos, pensamentos, palavras e ações. Temer a Deus é o desejo de viver em harmonia com Seus padrões justos e honrá-Lo em tudo o que pensamos, dizemos e fazemos. 

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria significa que até que entendermos quem é Deus e desenvolvemos um temor reverencial a Ele, não podemos ter a verdadeira sabedoria. A verdadeira sabedoria vem somente da compreensão de quem é Deus e que Ele é santo e justo. A essência da Lei em Deuteronômio 10:12-13 diz: “E agora, ó Israel, que é que o Senhor, o seu Deus, lhe pede, senão que tema o Senhor, o seu Deus, que ande em todos os seus caminhos, que o ame e que sirva ao Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração e de toda a sua alma, 13 e que obedeça aos mandamentos e aos decretos do Senhor, que hoje lhe dou para o seu próprio bem. O temor de Deus é a base para nos caminharmos em Seus caminhos, servindo e amando-O. 

Ter um temor bíblico de Deus, para o crente, inclui a compreensão de quanto Deus odeia o pecado, e temendo Seu julgamento do pecado. 

Hebreus 12:5-6 afirma: “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho.” Isto descreve a disciplina de Deus do crente. Enquanto isto é feito em amor, devemos temer a Sua disciplina, e procurar viver nossas vidas de uma forma que Lhe agrada. Lembre-se, Deus quer que sejamos santos como Ele é (1 Pedro 1:16). 

Como crentes, temos a promessa de que nada pode nos separar do Seu amor (Romanos 8:38-39). Temos a promessa de que Ele nunca nos deixará ou nos abandonará (Hebreus 13:5). Temer a Deus significa ter tal reverência para Ele que isto tem um grande impacto sobre a maneira de como vivemos nossas vidas. O temor de Deus é ter respeito por Ele, obedecendo-O, submetendo-se a Sua disciplina, e adorando-O em reverência. 

A boa notícia é que o temor de Deus é apenas o começo do conhecimento. Na verdade, a grande notícia é que o amor de Deus refletido através de Jesus Cristo nas Escrituras do Novo Testamento tem o poder de expulsar esse temor e nos libertar! 

Pois: “No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.” (1 João 4:18) 

Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. (Romanos 5:8) 

Como podemos compreender a Boa Nova de Jesus Cristo, se não entendermos primeiro o temor do Deus? Sem total reverência e respeito por um perfeitamente santo, reto e justo Criador, podemos realmente apreciar o que Jesus Cristo, o Filho de Deus, fez por nós na cruz do Calvário? 

Em última análise, se resume a perspectiva e posição. Quem é Deus e qual é a minha perspectiva sobre Sua natureza, poder e justiça? Quem sou eu e qual é a minha posição humana em relação ao Deus Todo-Poderoso? 

Uma vez que compreendemos e aceitamos a Palavra de Deus, podemos viver nossas vidas em uma apreciação especial de verdades co-existentes “O temor de Deus” e “O amor de Deus.” 

Os que temem o Senhor digam: “O seu amor dura para sempre!” (Salmo 118:4) 

O Senhor se agrada dos que o temem, dos que colocam sua esperança no seu amor leal. (Salmo 147:11) 

Em Seu grande amor por nós Deus nos criou para ter um relacionamento pai-filho com Ele. Nós somente nos tornamos normais quando permitimos que Ele nos adote como Seus filhos através do sacrifício que Jesus proveu na cruz para a nossa salvação. 

Se nós respeitamos e tememos a Deus não temos mais nada a temer, mas se recusamos a respeitar e temer a Deus vamos temer tudo, por toda nossa vida. 

Jesus disse; Eu vim para lhes dar vida abundante; e Ele deseja nos dar a vida ao máximo. Deus nos ama muito. É por isso que Jesus veio a esta terra. Ele quer uma relação com a gente. É por isso que Ele quer que cada pessoa cresça em sabedoria, procurando e buscando Sua Santa Palavra com todo o coração.

Publicado por: mvmportugues | setembro 7, 2016

DEUS É O NOSSO REFÚGIO E FORTALEZA – Salmos 46:1-3

salmos-46-vs-1-3-p

Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do mar, ainda que estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria. – Salmos 46:1-3 

Temos apenas uma fonte de segurança que é Deus, nosso Pai celestial. Quando há guerras, o governo falha, catástrofes naturais destroem nossa casa, a nossa saúde deteriora, ou amigos nos traem, Deus é o único onde podemos encontrar segurança. 

Nosso mundo, com todos os seus avanços na educação, tecnologia e ciência, não é mais seguro hoje do que era há milhares de anos. Algo pode acontecer, a qualquer momento; e não há segurança a menos que nós nos colocamos na mão Daquele que detém a eternidade e que está no controle de todas as coisas. 

Nós precisamos voltar para Deus, e somente quando buscamos a Deus, podemos encontrar descanso para nossa alma. O salmista escreveu: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus.”  (Salmo 46:10) 

A Bíblia diz: “Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus. Eles vacilam e caem, mas nós nos erguemos e estamos firmes.” (Salmo 20:7-8) 

Deus está esperando para ouvir-nos chamar por ajuda; e se nós chamamos, Ele responderá. 

Quando estamos firmes em Deus, não precisamos da segurança de outras coisas. Deus está em controle e sentado firmemente no Seu trono. É por isso que podemos dizer: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do mar.” (Salmo 46: 1-2) 

A nossa segurança vem da nossa fé em Deus e não de nossa circunstância: “O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio” (Salmos 46:7, 11). Nossa fé é em saber que Deus é onipresente, o que nos dá esperança e segurança, pois sabemos que o Senhor está sempre conosco. 

Deus quer que nos dependemos Dele e precisamos estar cientes de que nossa confiança não deve ser em coisas, mas apenas Nele. 

Precisamos orar por uma fé forte, e que no meio de um mundo cheio de problemas e perigos, vamos continuar confiando que Deus está conosco porque Sua presença nos dará paz e alegria não importa o que aconteça. 

Jesus disse: “Eu lhes deixo a paz. A minha própria paz eu dou a vocês. Eu não lhes dou essa paz como o mundo a dá. Portanto seus corações não devem ficar nem perturbados nem com medo.” (João 14:27) 

Há muitas pessoas que vivem em grande prosperidade – eles têm muito dinheiro e posses – mas suas vidas estão consumidas com preocupação e medo. E há aqueles no mundo que vivem em lugares muito difíceis e perigosos, no entanto eles têm uma grande sensação de segurança porque eles colocaram sua fé e esperança em Deus. 

Jó perdeu tudo, mas ele escolheu colocar sua confiança em Deus. Ele foi abalado, mas ele não caiu. A Bíblia diz: “Os que confiam no Senhor serão como o monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Salmo 125:1) 

Precisamos ter essa mesma coragem hoje, porque Jesus disse: “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo (João 16:33). Nossa confiança não deve ser abalada, porque temos um Deus que está em completo controle. Devemos ter coragem, não porque somos fortes, mas porque temos um Deus que é forte. Ele é poderoso e Ele governa sobre tudo. Deus não mudou, e Seu amor nos ajudará a vencer: “Pois o Senhor é bom e o seu amor leal é eterno; a sua fidelidade permanece por todas as gerações.” (Salmos 100:5) 

Como Paulo escreveu: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? … 37 Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” (Romanos 8:35, 37) 

Estamos seguros em um mundo inseguro porque Aquele que nos ama está conosco. E precisamos lembrar que a nossa segurança se encontra na eternidade e não no presente, porque este mundo não é nosso lar. 

Se estamos olhando apenas para as circunstâncias atuais seremos abalados, mas se estamos enraizados na Palavra de Deus e na promessa da eternidade, nós continuaremos firmes e ninguém pode tirar isso de nós. Portanto, “Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes.” (1 Coríntios 16:13) 

E lembre-se o que Isaías 26:3 diz: “Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em ti confia.”

Publicado por: mvmportugues | setembro 1, 2016

PRINCÍPIOS BÍBLICOS QUE PROMOVEM A PAZ NA FAMÍLIA – Salmo 34:14

Família alegre - Salmos 34 vs 14

Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança. (Salmo 34:14) 

Quando lemos a Bíblia, realizamos que os problemas familiares não são nada de novo, isto já começou no Jardim do Éden, quando Adão culpou Eva por dar-lhe o fruto proibido para comer (Gênesis 3:12). 

Em seguida, vemos a rivalidade entre Caim e Abel, e um pouco mais tarde entre Jacob e Esaú, e logo mais os problemas que José teve com seus irmãos. 

Eli e Samuel lidaram com filhos rebeldes e Jônatas quase foi assassinado por seu pai, Saul. David estava muito triste pela rebeldia do seu filho Absalão e Oséias teve dificuldades conjugais. Em cada um destes casos, as relações foram danificadas pelo pecado. 

A Bíblia tem muito a dizer sobre relacionamentos, já que foi a primeira instituição que Deus estabeleceu para a interação humana (Gênesis 2:22-24). Ele criou uma esposa para Adão e os uniu para sempre. Citando este evento, Jesus disse mais tarde: “Portanto, que nenhum homem separe o que foi unido por Deus.” (Mateus 19:6). O plano de Deus foi para um homem e uma mulher permanecerem casados até que um deles morresse. Ele deseja abençoar essa união com crianças que devem ser criadas “segundo a instrução e o conselho do Senhor.” (Efésios 6:4) 

A maioria dos problemas familiares surgem quando nos rebelamos contra Deus e vamos contra o Seu plano original. Isso inclui o adultério, o divórcio, a poligamia que causam problemas porque eles desviam do plano original de Deus. 

A Bíblia dá instruções claras sobre como os membros da família devem tratar uns aos outros. O plano de Deus é para maridos amar as suas esposas, assim como Cristo também amou à igreja (Efésios 5:25, 33). As esposas devem respeitar seus maridos e submeter à sua liderança (Efésios 5:22-24, 33; 1 Pedro 3:1). Os filhos devem obedecer aos pais (Efésios 6:1-4; Êxodo 20:12). Quantos problemas familiares seriam resolvidos se maridos, esposas e filhos simplesmente seguissem essas regras básicas? 

1 Timóteo 5:8 diz que as famílias devem cuidar de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família. Jesus teve palavras fortes para aqueles que evitaram as suas responsabilidades financeiras aos seus pais idosos, alegando que deram todo o seu dinheiro para o templo (Mateus 15:5-6). 

A chave para a harmonia nas famílias não é aquela que naturalmente desejamos aplicar. Efésios 5:21 diz para “submeter uns aos outros no temor de Cristo.” A submissão está em oposição direta ao desejo da nossa carne de governar e fazer o que queremos. Nós defendemos os nossos direitos; defendemos nossas opiniões, e afirmamos nossas próprias agendas sempre que seja possível. O caminho de Deus é para crucificar nossa carne (Gálatas 5:24; Romanos 6:11), e submeter-se às necessidades e desejos dos outros sempre que possível. Jesus é o nosso modelo para esse tipo de submissão à vontade de Deus. 1 Pedro 2:23 diz: “Quando o injuriavam, não injuriava e, quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente.” 

Precisamos ouvir atentamente e com uma mente aberta. Um monte de tensão pode ser evitada se não respondemos ao nosso companheiro ou qualquer membro da família em um tom contencioso. É importante ouvir sem preconceito e respeitar o seu ponto de vista, mesmo se nós não concordamos. A maioria dos problemas da família poderiam ser reduzidos se todos nós seguíssemos as instruções encontradas em Filipenses 2:3-4: “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.” Quando adotamos o espírito de humildade e tratamos os outros como Jesus os trataria, podemos resolver muitos problemas de família e de relacionamento. 

Deus nos ordena a buscar a paz (Salmo 34:14; Mateus 5: 9). Devemos nos “esforçar para fazer as coisas que promovem a paz” (Romanos 14:19). Naturalmente, haverá algumas pessoas que não desejam a paz, mas nos devemos fazer o melhor possível para estar em paz com eles (Romanos 12:18). 

Os crentes têm a obrigação de “deixar que a paz que Cristo controle os seus corações” (Colossenses 3:15). Isso significa que temos uma escolha, de confiar nas promessas de Deus ou confiar em nós mesmos e rejeitar a paz que Ele oferece. Jesus deu aos discípulos a paz baseada na verdade que Ele venceu o mundo (João 14:27; 16:33). A paz é um fruto do Espírito, por isso, se nós estamos permitindo que o Espírito de Deus governe nossas vidas, vamos experimentar a Sua paz, como Romanos 8:6 diz: “O pensamento controlado por aquela parte de nós que é humana e pecadora traz a morte espiritual. Mas o pensamento controlado pelo Espírito traz vida e paz.” 

Precisamos lembrar nossos filhos e familiares “que se sujeitem aos governantes e às autoridades, sejam obedientes, estejam sempre prontos a fazer tudo o que é bom, não caluniem ninguém, sejam pacíficos, amáveis e mostrem sempre verdadeira mansidão para com todos os homens.” (Tito 3:1-2) 

A paciência também é uma virtude que precisamos cultivar, porque haverá conflitos, mas o resultado depende do espírito que mostramos. A Escritura nos diz “sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor.” (Efésios 4:2) 

Nunca devemos usar o abuso verbal ou físico, mas “abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade, maledicência e linguagem indecente no falar.” (Colossenses 3:8) 

Devemos promover a paz por estar ansioso para perdoar e para resolver as nossas diferenças rapidamente. “Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros. “ (Colossenses 3:13). Um bom matrimônio ou qualquer relacionamento é impossível sem o perdão. 

Precisamos fazer uma prática de dar e de partilhar sem ser egoístas. “Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem também será usada para medir vocês.” (Lucas 6:38) 

Nunca desista de promover paz na sua casa, porque “o engano está no coração dos que maquinam o mal, mas a alegria está entre os que promovem a paz.” (Provérbios 12:20) 

Aqui estão alguns pensamentos adicionais: 

  • Ore com freqüência. Peça a Deus para trazer a paz em sua casa. Levante as necessidades do dia e peça a Deus por sabedoria.
  • Fale gentilmente; é incrível como um pouco de bondade define o tom para o lar.
  • Reúnem-se regularmente, para orar, para as refeições ou simplesmente para fazer algo juntos. Aproveite a compania um do outro.
  • Ajude uns aos outros com prazer. “Façam tudo sem queixas nem discussões.” (Filipenses 2:14)
  • Abraçem seus queridos; envolva seus braços em volta de seu cônjuge. Dê as suas crianças um abraço. Seus filhos mais velhos provavelmente gostariam de um também!

O mundo vai continuar a ter guerras e conflitos interpessoais até que Jesus venha estabelecer a verdade e a paz duradoura (veja Isaías 11:1-10), mas Deus vai dar a Sua paz aos que confiam Nele.  

Uma vez que Sua paz reina em nossos corações, somos capazes de compartilhar essa paz com os outros (Isaías 52:7) e ser ministros da reconciliação (2 Coríntios 5:18). 

Você pode viver em paz, amor, vitória e alegria. Para saber mais, clique no estudo bíblico intitulado:A PRIORIDADE MAIS IMPORTANTE DA NOSSA VIDA.”

Publicado por: mvmportugues | agosto 24, 2016

PENSE ANTES DE FALAR – Tiago 1:19-20

Tiago 1 vs 19-20

“Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, 20 pois a ira do homem não produz a justiça de Deus.” (Tiago 1:19-20) 

Nossas palavras são muito poderosas, e têm o poder de edificar e de derrubar, o poder de inspirar e desanimar, o poder de encorajar ou desencorajar. Se você é um pai, um membro da família, um professor, um ministro, ou um amigo aqui estão cinco coisas simples para considerar. 

Na próxima vez, antes de dizer algo que você pode se arrepender, pergunte a si mesmo estas cinco perguntas. Se a resposta for “NÃO” a qualquer uma delas, você não vai querer dizer-las. Pense antes de falar! 

  1. É VERDADE
  • “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.” (Filipenses 4:8)
  • “Os lábios que dizem a verdade permanecem para sempre, mas a língua mentirosa dura apenas um instante.” (Provérbios 12:19) 
  1. É ÚTIL? 
  • “Que nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem.” (Efésios 4:29) 
  1. É INSPIRADOR? 
  • “Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama “hoje”, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado.” (Hebreus 3:13)
  • “Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel. 24 E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras.” (Hebreus 10:23-24) 
  1. É NECESSÁRIO? 
  • “O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um.” (Colossenses 4:6)
  • “Mas eu lhes digo que, no dia do juízo, os homens haverão de dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado.” (Mateus 12:36) 
  1. É AMÁVEL? 
  • “Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade.” (Efésios 4:31)
  • “O que ama a pureza do coração e tem graça nos seus lábios terá por seu amigo o rei.” (Provérbios 22:11)
  • ” Pelo contrário, falando a verdade com espírito de amor, cresçamos em tudo até alcançarmos a altura espiritual de Cristo, que é a cabeça.” (Efésios 4:15)

Outra maneira de olhar à pensar antes de falar é considerar como reformular o que você tem a dizer, para que isto sigua o que a Bíblia nos ensina: 

Porque, “não é o que entra pela boca que faz com que alguém fique impuro. Pelo contrário, o que sai da boca é que pode tornar a pessoa impura.” (Mateus 15:11) 

Se nós nos chamamos de cristãos, “mas não controlamos a nossa língua, nos enganamos a nós mesmo. E nossa religião não tem valor algum!” (Tiago 1:26) 

Portanto, “quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.” (1 Pedro 3:10) 

Lembrando que, “a boca do justo profere sabedoria, e a sua língua fala do que é reto.” (Salmo 37:30)

Publicado por: mvmportugues | agosto 17, 2016

O QUE É AMIZADE VERDADEIRA SEGUNDO A BÍBLIA? – João 15:13

Amizade Verdadeira - João 15 vs 13

A Bíblia diz que o maior amor é de quem dá sua vida pelos seus amigos (João 15:13). Jesus nos chama de Seus amigos e nos ama, mesmo com todos os nossos defeitos. Jesus é o perfeito exemplo de amizade revelado na Bíblia, porque deu a Sua vida para reconciliar com Deus todos aqueles que acreditam no Seu sacrifício. Ele morreu em nosso lugar porque Ele é um verdadeiro amigo. 

Por causa do sacrifício de Jesus, nós podemos ser amigos de Deus. O pecado já não separa quem é salvo, da amizade com Deus. Isso significa que podemos ter um relacionamento de verdadeira intimidade, união e amor com nosso Criador.  

A amizade com Deus afeta nossas amizades com outras pessoas. O crente que conhece a verdadeira amizade da Bíblia vai tentar ser um amigo verdadeiro porque: “Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. 17 Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus? 18 Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.” (1 João 3:16-18)

Por isso, a amizade verdadeira é baseada no amor de Cristo e Jesus é nosso grande exemplo da amizade mais valiosa de todas.

Devemos escolher amigos que amem ao Senhor e que tenham corações puros. A Bíblia diz:“Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam o Senhor.” (2 Timóteo 2:22)

Amigos são pessoas que têm coisas em comum como estudar a Bíblia e que gostam da companhia um do outro. Nos podemos ter muitos conhecidos, com quem nos damos bem, mas um amigo verdadeiro é uma pessoa mais apegada que um irmão (Provérbios 18:24). 

Um verdadeiro amigo nos dá conselhos bíblicos e nos desencoraja a ir contra a palavra de Deus. Eles nos encorajam a “confiar no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.(Provérbios 3:5-6)

Um amigo cristão deve respeitar nossas decisões, mesmo se eles não concordam com elas; sabendo que qualquer decisões que tomamos, nós somos os únicos que, no final seremos responsáveis por elas: “Pois todos nós (os crentes) devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más” (2 Coríntios 5:10). Jesus não é apenas o nosso melhor Amigo, mas também nosso único Juiz.

Um relacionamento de amizade requer lealdade e fidelidade, e por isso Deus reprova qualquer tipo de traição. Bisbilhotice pode destruir amizades e a Bíblia diz em Provérbios 16:28: “O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos.”

Vale a pena manter verdadeiros amigos como a Bíblia diz: “O óleo e o perfume alegram o coração; assim é o doce conselho do homem para o seu amigo.” (Provérbios 27:9)

Um amigo verdadeiro se preocupa com o seu bem estar, e por isso é honesto e sincero com você, de forma sensível e branda, mesmo que as vezes o “fere”. A Bíblia diz: “Melhor é a repreensão feita abertamente do que o amor oculto. Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos.” (Provérbios 27:5-6)

Que características necessitamos ter para ser um bom amigo? A Bíblia diz em Filipenses 2:3-4: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.” 

Aqui estão algumas características adicionais da amizade verdadeira segundo a Bíblia:

O amor é a chave para qualquer bom relacionamento; a verdadeira amizade é firmada no amor fraternal. “O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade.”  (Provérbios 17:17) 

Um dos casos mais conhecidos de amizade genuína na Bíblia é entre Davi e Jônatas, como é possível ler em 1 Samuel 20 e 2 Samuel 9. Sua amizade era tão forte que Jônatas arriscou a ira do pai para salvar a vida de Davi e Davi cuidou do filho de Jônatas, Melfibosete, quando Jônatas morreu.  

Amigos gostam de estar juntos e defendem um ao outro. “Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade. (Eclesiastes 4:12) 

A amizade verdadeira respeita o valor da pessoa e procura seu bem.“Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios.” (Romanos 12:10) 

O amigo verdadeiro ajuda seu companheiro quando sabe que está passando por dificuldades ou problemas. “Não abandone o seu amigo nem o amigo de seu pai; quando for atingido pela adversidade não vá para a casa de seu irmão; melhor é o vizinho próximo do que o irmão distante.” (Provérbios 27:10) 

Na amizade verdadeira não há lugar para inveja, fofoca nem traição; um amigo verdadeiro não é perfeito mas é uma pessoa confiável pois:“O homem perverso provoca dissensão, e o que espalha boatos afasta bons amigos.” (Provérbios 16:28) 

A Bíblia nos diz que, o hipócrita, com a boca, danifica o seu próximo, mas os justos são libertados pelo conhecimento (Provérbios 9:11). Precisamos estar cientes de que a boca pode ser usada como uma arma ou um instrumento. Nós, ferimos os nossos amigos ou os ajudamos. Tristemente muitas vezes é mais fácil destruir do que construir, e a maior parte de pessoas receberão mais comentários destrutivos do que aqueles que incentivam. As nossas palavras farão a diferença; elas serão uma arma de destruição ou instrumentos para a construção? 

Que tipo de amigo que você deseja ser? E quantas das pessoas que você chama de amigos você estaria disposto a dar sua vida?

Publicado por: mvmportugues | agosto 11, 2016

SERVINDO A OUTROS COMO JESUS FEZ – João 13:15

João 13 vs 15 (2)

Em João 13-15, Jesus dá um exemplo para nós seguirmos. Depois de lavar os pés dos discípulos, que foi um ato de amor, de humildade e de serviço, Ele encorajou-os a seguir Seu exemplo e servir uns aos outros, dizendo-lhes: 

“Pois eu dei o exemplo para que vocês façam o que eu fiz.” (João 13:15) 

Jesus, o Filho do Deus, o Rei de reis e Senhor de senhores, nunca se colocou em uma posição acima de outros. Ele amou e humildemente serviu, conduzindo e ensinando o perdido. Ele alimentou milhares; Ele curou os doentes e ressuscitou os mortos. Ele passou tempo com aqueles que ninguém mais se importava de gastar tempo. 

Quando olhamos para a vida de Cristo ela reflecte Seus amor pela humanidade e isto deve ser o nosso grande desejo também. 

É muito importante que como cristãos, seguimos o exemplo de Jesus Cristo. Não importa onde estamos ou com quem estamos. As palavras que falamos e as coisas que fazemos devem sempre refletir a nossa fé em Cristo. Às vezes estamos ansiosos para dizer a outras pessoas o que elas devem fazer e como devem viver, mas muitas vezes deixamos de seguir as nossas próprias instruções.  

Jesus conta as multidões e aos seus discípulos para obedecer e seguir tudo o que os fariseus e os escribas dizem. “Porém não imitem as suas ações, pois eles não fazem o que ensinam (Mateus 23:3). Em outras palavras, os líderes querem ser obedecidos mas não seguem ou fazem o que eles ensinam.  

Por que é tão importante para um crente praticar o que ele prega? A razão mais básica é a integridade de nossa fé, como Jesus nos diz: “Vocês são a luz para o mundo…” (Mateus 5:14)

As pessoas devem ser atraídas pela luz que irradia de nós pela maneira como vivemos, como atuamos e as palavras que falamos. Precisamos entender e estar ciente de que as pessoas estão nos observando e vendo como nós respondemos as coisas que acontecem cada dia. 

Nossa igreja, familiares, filhos, nossos amigos, vizinhos, colegas de trabalho, e colegas de classe estão todos nos observando. Que evidência estamos oferecendo da nossa profissão de fé? São as nossas respostas e comportamento diferentes das pessoas que não professam conhecer a Cristo? 

Como praticamos o que pregamos? Uma maneira é ter cuidado com as palavras que falamos. Você pode determinar muito sobre uma pessoa pela sua comunicação verbal e, mais ainda, pelas palavras que elas usam quando estão angustiadas, com raiva, ou ameaçadas. Tiago nos diz que a língua é muito perigosa; “a língua é um fogo; é um mundo de iniqüidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno.” (Tiago 3:6) 

Mais pessoas do que pensamos estão ouvindo as palavras que falamos. Então as nossas palavras trazem paz e tranquilidade a uma situação ou elas adicionam combustível ao fogo? Por favor, entenda que as palavras que falamos devem coincidir com a pessoa que afirmamos ser. Se nós professamos que somos seguidores de Cristo, então as nossas palavras devem ser um reflexo dessa relação. 

Nós praticamos o que pregamos quando vivemos nossas vidas como reflexos da vida de Cristo. As pessoas devem sempre ver um reflexo de Cristo em nós, em qualquer situação que nos confronta.  

Precisamos estar cientes de que há o mesmo ênfase sobre praticar a verdade como para ensinar-la. Como Paulo escreveu aos Romanos: “Você, que ensina os outros, por que é que não ensina a você mesmo? Se afirma que não se deve roubar, por que é que você mesmo rouba? 22 Se você diz que não se deve cometer adultério, por que é que você mesmo comete adultério? Você odeia os ídolos, mas rouba as coisas dos templos.” (Romanos 2:21-22) 

Lembre-se, “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade… Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha.” (Filipenses 2:3, 5)

 

Publicado por: mvmportugues | agosto 7, 2016

ONDE ESTARÁ VOCÊ NO DIA DO JUÍZO?

O Tribunal de Cristo vs O Grande Trono Branco

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo.” (Hebreus 9:27) 

Há duas contas de um juízo final na Bíblia referentes a cada ser humano que já viveu. Um para o crente, aqueles que aceitaram Jesus Cristo como o seu Salvador e o fizeram Senhor das suas vidas, e um para o incrédulo que rejeitou o Filho de Deus. 

O Tribunal de Cristo está descrito em 1 Coríntios 3:12-15: “E, se alguém, sobre este fundamento, formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade, o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.” Ouro, prata e pedras preciosas se referem a obras feitas para a glória de Deus, com o propósito certo, e dependentes do poder do Espírito Santo.  

O Tribunal de Cristo não determina a salvação. Em vez disso, é o momento quando os crentes deverão prestar contas das suas vidas a Cristo, é para crentes cuja salvação já está assegurada pela fé em Jesus Cristo (João 3:16; Romanos 10:9-10). Não devemos encará-lo como o momento em que Jesus julgará os nossos pecados, mas em que Deus nos recompensará de acordo como vivemos as nossas vidas. Sem dúvida teremos de prestar contas por nossas vidas. Romanos 14:10-12 explica: “Mas tu, por que julgas o teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas o teu irmão? Pois, todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo. Porque está escrito: Pela minha vida, diz o Senhor: que todo o joelho se dobrará diante de mim, e toda a língua confessará a Deus. De maneira que, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.”  

Em 2 Coríntios 5:10, Paulo dá uma ilustração do Tribunal de Cristo à Igreja de Corinto: “Porque todos devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio de corpo, ou bem, ou mal.” Paulo nos ensina que todos os cristãos vão estar perante o Tribunal de Cristo. No Tribunal de Cristo, os crentes serão recompensados de acordo com a fidelidade com que serviram, seguiram e obedeceram a Cristo.  

Algumas das coisas pelas quais provavelmente seremos julgados são: 

  • Se cumprimos o nosso papel na Grande Comissão. Mateus 28:18-20 diz: “E, aproximando-se Jesus,  falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” Amém.
  • Quão vitoriosos fomos sobre o pecado. Romanos 6:1-4 nos lembra: “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que, todos quantos fomos baptizados em Jesus Cristo, fomos baptizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele, pelo batismo, na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós, também em novidade de vida.”
  • Se tivemos êxito em controlar a nossa língua. Leia – Tiago 3:7-11
  • Se o fruto do Espírito era visível nas nossas vidas. Gálatas 5:22-23 diz: “Mas o fruto do spírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.” 

A Bíblia menciona que os cristãos receberão coroas por diversos aspectos da vida cristã. Uma delas está descrita em 2 Timóteo 4:8: “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.”  

Outra se encountra em Tiago 1:12: “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” Ha tres mais coronas descritas na Biblia. Em resposta a isto, os crentes vão lançar as suas coroas perante o trono de Deus, dizendo: “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas” (Apocalipse 4:11). 

É muito importante não confundir o Tribunal de Cristo com o julgamento do Grande Trono Branco. O julgamento do Grande Trono Branco é um evento no futuro depois do Milênio, para todas as pessoas que rejeitaram o chamado de Deus para a salvação. Toda pessoa que viveu na terra e se recusou a aceitar o caminho de Deus para a redenção do pecado, vai estar perante seu Criador, e neste momento vai finalmente reconhecer que Ele é Deus – que Jesus Cristo é o Senhor. 

Apocalipse 20:11-15 descreve este julgamento: “E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida: e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um, segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo, esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo.”  

Perante o Grande Trono Branco é onde são julgados e condenados aqueles que não acreditaran em Jesus Cristo. Cada um, em seguida, será lançado no Lago de fogo, que será seu lugar de tormento por toda a eternidade. (Leia Marcos 9:43-48) 

A Bíblia claramente apresenta duas opções para a ETERNIDADE. Portanto, precisamos lembrar que estamos apenas uma batida de coração longe da nossa escolha se tornar uma realidade. 

Em Apocalipse 22:12, Jesus Cristo declara: “Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.” 

ENTÃO, ONDE ESTARÁ VOCÊ NO DIA DO JUÍZO? 

LEMBRE-SE QUE VOCÊ ESTÁ SOMENTE UMA BATIDA DE CORAÇÃO LONGE DA ETERNIDADE

Publicado por: mvmportugues | agosto 4, 2016

COMO VENCER BATALHAS ESPIRITUAIS – 1 Coríntios 16:13-14

1 Coríntios 16 vs 13-14 (P)

Estejam alertas, fiquem firmes na fé, sejam corajosos, sejam fortes. 14 Que tudo o que vocês fizerem seja feito com amor.  1 Coríntios 16:13-14 

Todos os dias uma guerra está acontecendo ao nosso redor, e muitos dos participantes nesta guerra são invisíveis, mas nós certamente somos capazes de ver muitos dos resultados. 

Lares estão sendo destruídos. Pessoas estão envolvidas na escravidão do pecado, e elas não podem se libertar. Muitas crianças podem citar as palavras de um cantor da música rap, mas não podem citar uma palavra daquilo que Jesus disse. Muitas almas estão presas e condenadas à destruição eterna e, infelizmente, a lista continua e não tem fim. 

Por intermédio da carta de Paulo aos Coríntios nos é dito para estar alerta, para manter-se firme na fé, para ser corajoso e ser forte. 

Embora tenhamos inimigos espirituais que temos de lutar, mesmo assim, o amor deve caracterizar tudo o que fazemos. Estes dois versos não são contraditórios, pois também lemos o que Paulo escreveu aos Romanos: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (v. 12:21) 

O significado de estar alerta também é de ser vigilante. Precisamos estar espiritualmente vigilante como Jesus disse – precisamos vigiar e orar. A palavra traduzida como “vigiar” significa “ter a agilidade de um vigia.” Um guarda noturno deve ser ainda mais vigilante do que um guarda diurno. Durante o dia, o perigo pode muitas vezes ser visto a partir de uma distância. Mas durante a noite tudo é diferente. Um vigia noturno deve usar sentidos diferentes da visão para detectar o perigo. Ele muitas vezes está sozinho na escuridão e sem as defesas que ele normalmente teria e usaria. Pode não haver indicações de um ataque inimigo até que aconteça, então ele deve ser hiper-vigilante, suspeitando que algo aconteça a qualquer momento. Esse é o tipo de vigilança de que Jesus falou. Jesus nos advertiu de que estamos muito facilmente distraídos pelo físico e seremos pego de surpresa se não continuamente nos disciplinarmos para ser vigilante. 

Como devem os cristãos permanecer firmes na sua fé? As duas coisas que podemos fazer para ser fiel para Cristo são, viver de acordo com a Sua Palavra e crescer em nosso conhecimento Dele. Cristo disse: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens …” (Mateus 5:16). Isto significa que devemos viver e agir de uma forma que suporta o evangelho. Primeira de Pedro 3:15-16 diz: “Mas em seus corações santificai a Cristo, como Senhor. Esteja sempre preparado para dar uma resposta a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês. Mas façam isso com mansidão e respeito…” Precisamos viver e ensinar como Cristo o faria e deixá-Lo tomar conta do resto. 

A próxima palavra é ser corajoso. A palavra “coragem” traduzido do grego significa literalmente “ousadia e confiança.” Portanto, quando Deus nos ordena a não ter medo, para ter bom ânimo, e ter coragem, Ele está sempre comandando contra o medo, que é o oposto da coragem. 

Como cristãos, devemos ser fortes no poder de Deus. Isto significa que a nossa força não é nossa; que não é humana. A nossa força não é do mundo, mas a nossa força é encontrada em Cristo através do nosso relacionamento íntimo com Ele. Como Paulo nos diz: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13). Em outras palavras, não há nenhuma outra fonte que dá ao homem a força para vencer o mundo com suas provações, tentações e a morte. É através da submissão a força de Deus que vencemos o poder de Satanás: “Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês” (Tiago 4:7). É por primeiro alinhando-nos com a força de Deus, e por nossa total submissão a Ele que somos capazes de suportar o engano de Satanás: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” (Efésios 6:10-11). 

A Bíblia diz que devemos amar a outros da maneira que Deus nos ama. Devemos amar a família de Deus (1 Pedro 2:17). Devemos amar os nossos inimigos, isto é, devemos procurar activamente o que é melhor para eles (Mateus 5:44). Os maridos devem amar suas esposas como Cristo ama a igreja (Efésios 5:25). Quando mostramos benevolência e amor altruísta, refletimos o amor de Deus para um mundo perdido e agonizante. “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1 João 4:19). 

Em resumo, para vencer as batalhas espirituais devemos confiar no poder de Deus e não no nosso. Devemos colocar toda a armadura de Deus e utilizar o poder das Escrituras, e orar com determinação e santidade, fazendo o nosso apelo a Deus. Devemos estar firmes na nossa fé (Efésios 6:13-14); submetendo-nos a Deus e resistindo a obra do diabo (Tiago 4:7), sabendo que o Senhor dos exércitos é o nosso protetor. “Somente ele é a rocha que me salva; ele é a minha torre segura! Jamais serei abalado!” (Salmo 62:2)

 

Older Posts »

Categorias