“Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3) 

Para conhecer verdadeiramente a Deus, precisamos primeiro recebê-Lo em nossa vida como nosso Senhor e Salvador. Pois, “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no Seu nome” (João 1:12). 

Não há nada de maior importância do que entender essa verdade quando se trata de conhecer a Deus. Jesus deixa claro que somente Ele é o caminho para o céu e para um conhecimento pessoal de Deus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim” (João 14:6). 

Como vemos, as Escrituras nos foram dadas por Deus para que pudéssemos conhecê-Lo; e, para conhecê-Lo e ser transformados, devemos ler a Palavra e aplicar o que ela diz a nossa vida. 

Todo crente nascido de novo deve ter o desejo de ler as Escrituras e aprender delas. Precisamos aprender a meditar na Palavra de Deus, e não apenas ler as palavras escritas nela. 

É vital que não distorcemos a Palavra e os mandamentos de Deus para tentar fazer com que um espírito rebelde e um estilo de vida pecaminoso se ajustem ao nosso desejo de receber aprovação do pecado em nossa vida. 

A meditação é o processo pelo qual aprendemos a focar e a ouvir o Senhor através de Sua Palavra; aplicando os princípios bíblicos aprendidos em nossa vida e depois observando Deus trabalhar. 

Quando não compreendemos, devemos pedir a Deus que nos revele o que estamos lendo e esclarecer para nós através do Seu Espírito Santo o que não entendemos. 

O Senhor divinamente preservou Sua Palavra ao longo da história, para que toda geração possa ler, ouvir e aplicá-la. No entanto, devemos entender que a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Deus (Romanos 10:17). 

A Palavra de Deus nos dá sabedoria, discernimento, entendimento e proteção contra o pecado e toda orientação falsa que possamos tomar se não O consultarmos primeiro. É uma lâmpada para os nossos pés e uma luz para o nosso caminho para nos guiar pela vida (Salmo 119:105). 

Tudo o que escolhemos colocar em nossa mente influencia nosso comportamento, e é exatamente isso que as Escrituras farão se sintonizarmos nossos corações em relação a ela e não ao mundo. 

Quando uma pessoa confia em Jesus Cristo como seu Salvador, o Espírito Santo vem habitar e nos selar como filhos de Deus, nos capacita a viver em retidão e nos ensina a crer e entender Sua Palavra. Ao meditarmos nas Escrituras, o Espírito Santo aplica Suas verdades às nossas vidas de acordo com nossas necessidades, dando-nos a perspectiva e a direção correta para todas as circunstâncias que enfrentamos. 

Pessoas sem Cristo não têm a orientação de Deus e são como uma pessoa à deriva no oceano sem bússola ou mapa. No entanto, como crentes, temos acesso à direção divina para a vida, porque, na meditação, pensamos no que Deus disse e imploramos como Davi o fez: “Ensina-me o Teu caminho, Senhor, para que eu ande na Tua verdade; dá-me um coração inteiramente fiel, para que eu tema o Teu nome” (Salmo 86:11). 

A meditação requer tempo a sós com o Senhor em Sua Palavra e oração sem distrações externas; e, enquanto procuramos silenciosamente entender a Palavra, Deus traz à mente verdades e idéias que precisamos considerar antes de tomar qualquer decisão. 

Jesus é o nosso maior exemplo. Depois de alimentar uma multidão de mais de 5.000, Ele despidiu a multidão, e fez que Seus discípulos fossem adiante Dele para o outro lado, e subiu a montanha sozinho para orar por um longo tempo, como lemos em Mateus 14:21-23. 

Em outra ocasião, Ele se levantou de manhã cedo para encontrar um lugar de solidão para orar (Marcos 1:35). Se o Filho de Deus precisou de um tempo a sós com o Pai, nós também o precisamos. 

Quando estamos preocupados, devemos ser sábios, tomando tempo para procurar o Senhor; porque a Palavra de Deus acalma nossos corações, garantindo-nos Sua fidelidade, amor e soberania sobre nossas vidas. No processo de falar conosco através de Sua Palavra, Ele nos dá uma sensação de paz, confiança e segurança. 

Quando estamos fracos, encontramos força na Palavra de Deus se deixamos que Ele nos guie, em vez do mundo, porque, Ele sabe exatamente o que precisamos e o proverá de acordo com as Suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus (Filipenses 4:19). 

A meditação nas Escrituras revela aspectos de Sua natureza que talvez não tivéssemos visto antes. Seu amor em salvar pecadores, Sua capacidade de perdoar aqueles que não o merecem, e Seu cuidado e interesse em todos os detalhes de nossa vida garantem que Ele é confiável e bom. E à medida que nossa visão do Senhor for ampliada, perceberemos quão dependentes nos tornamos Dele e quanto precisamos nos humilhar diante Dele, em vez de andar com orgulho. E nossa confiança em Deus cresce à medida que aprendemos sobre Sua fidelidade e a experimentamos em nossa vida através da oração respondida. 

Ao ler a Bíblia, você pensa no que diz e como Deus quer que você a aplique à sua vida? Se não, por que não começar agora, voltando-se para a Palavra de Deus, porque “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). 

Uma das primeiras coisas que Jesus instruiu aos crentes após Sua ressurreição foi, “Assim como o Pai Me enviou, eu os envio” (João 20:21). Cristo nos encarregou de continuar Seu trabalho aqui na terra, para incentivar as pessoas a lerem Sua Palavra e a ensinarem sobre Sua morte expiatória e como ter um relacionamento com o Pai. 

Lembre-se de que, enquanto houver incrédulos, enfrentaremos a tarefa inacabada de levá-los a Cristo. Somos sal e luz nesta terra (Mateus 5:13-14), destinados a trazer o sabor de Deus e servir como uma luz brilhante para um mundo sombrio. Não apenas devemos ler e entender a Palavra de Deus, devemos aplicá-la obedientemente e permanecer fiéis (Hebreus 12:1-3). O próprio Jesus colocou a maior importância em amar a Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’ (Mateus 22:37-39). É impossível manter esse comando sem o compromisso de ler e aplicar a verdade revelada em Sua Palavra.

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Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus. (1 Tessalonicenses 5:18) 

Embora a vida tenha muitos desafios, não devemos permitir que o medo e a ansiedade persistentes e dominantes destruam nossa paz de espírito; porque podemos encontrar a paz de Deus diante das tempestades da vida. Em vez de ficar abatido com preocupações, podemos receber a paz de Deus todos os dias. Então podemos realmente dizer que a alegria do Senhor é a nossa força! (Neemias 8:10). 

Ao identificarmos os fatores que nos deixam ansiosos, devemos mudar a maneira como reagimos a esses estressores. Em vez de ficarmos sobrecarregados, podemos orar e meditar, mantendo um forte relacionamento com Deus, começando todos os dias com uma atitude de gratidão. 

Há muitas coisas pelas quais podemos ser agradecidos, e o maior é o amor de Deus, que Ele nós consede todos os dias. E tendo esse tipo de atitude de gratidão, vivemos uma vida mais satisfatória. 

Aqui estão alguns passos que podemos tomar para cultivar essa atitude de gratidão. 

  • Passe tempo todos os dias agradecendo e louvando a Deus por Sua bondade.
  • Lembre-se das bênçãos passadas e de como elas enriqueceram sua vida.
  • Reconheça as coisas que Deus te deu e expresse gratidão por elas.
  • Une-se com pessoas que amam a Cristo e que têm uma visão positiva da vida.
  • Agradeça a alguém todos os dias, e lhe envie uma pequena mensagem para abençoar o seu dia.
  • Tente ajudar outros, através de trabalho voluntário. Isso nos dá uma sensação de satisfação e bem-estar quando tocamos a vida de outros. 

Familiarize-se com a Palavra de Deus e ajude outras pessoas em tempos difíceis. Aqui estão algumas escrituras que precisamos conhecer e que devemos memorizar: 

  • Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês. (1 Pedro 5:7)
  • Mas eu, quando estiver com medo, confiarei em Ti. (Salmo 56:3)
  • Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar (Josué 1:9)
  • Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. (Filipenses 4:6).
  • Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em Mim. (João 14:1)
  • O próprio Senhor irá à sua frente e estará com você; Ele nunca o deixará, nunca o abandonará. Não tenha medo! Não desanime! (Deuteronômio 31:8)
  • Tudo posso Naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)
  • O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? (Salmo 27:1)
  • Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. (2 Coríntios 12:9) 

Temos que confiar em Deus e em Sua Palavra, e quando o fazemos substituímos o medo e a ansiedade pela fé. A Bíblia nos diz que o “perfeito amor expulsa o medo” (1 João 4:18). Temos que fazer a escolha de crer na Palavra de Deus em vez da situação que estamos enfrentamos; porque crer e permanecer na Palavra de Deus deve ser o nosso modo de vida. 

Aqui estão alguns passos a serem seguidos para aumentar nossa fé.

  • Passe um tempo designado todos os dias em oração e meditação na Palavra de Deus para edificar sua fé.
  • Pratique a presença de Deus ao longo do dia, e converse com Ele e busque Seu conselho, porque Ele é seu melhor amigo.
  • Passe tempo agradecendo e louvando a Deus por Sua bondade, mesmo em situações difíceis; porque Deus é capaz de satisfazer todas as nossas necessidades.
  • Compartilhe com outros crentes, em uma atmosfera de apoio e encorajamento mútuo, e nossa fé será edificada. 

Não importa quais circunstâncias entrem em nossa vida, sempre podemos contar com Deus para estar conosco. As circunstâncias mudam, mas a presença de Deus é constante. O Salmo 139:7 pergunta: “Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? e depois descreve como Deus está com as pessoas em qualquer lugar que elas possam ir. 

Então devemos sempre lembrar que, se O obedecemos, nossa maior razão para ser gratos é que Deus está sempre conosco! 

Quanto mais desenvolvemos uma atitude de contentamento, tanto menos as mudanças de circunstâncias afetarão nossa estabilidade emocional. Aprender a estar contente – não importa o que esteja acontecendo em nossa vida – nos ajuda a aprender a ser gratos em qualquer situação, porque reconhecemos que Deus alcançará bons propósitos, mesmo pelas más circunstâncias de nossa vida. Assim como o apóstolo Paulo escreveu: “… aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância” (Filipenses 4:11). 

Em outras palavras, não importa o que esteja acontecendo em nossa vida, podemos ser gratos. A Bíblia nos dá uma longa lista de coisas pelas quais devemos agradecer; aqui estão algumas delas: 

  • Que Deus é bom (1 Crônicas 16:34)
  • Que o amor de Deus dura para sempre (Salmo 106:1)
  • Pela maravilhosa graça de Deus (Hebreus 4:16)
  • Pelas coisas maravilhosas que Deus faz (Salmo 107:8)
  • Porque Deus responde às orações (Salmo 118:21)
  • Porque Deus nos dá sabedoria e revela Sua verdade para nós (Daniel 2:22-23)
  • Por outros crentes (Filipenses 1:3) 

Lembre-se de que a gratidão e a confiança estão unidas. Se estamos confiando em Deus, somos gratos. Se não somos gratos, não estamos confiando em Deus. Portanto, precisamos desenvolver o hábito de confiar em Deus, especialmente nas provações, e agradecê-Lo pela oportunidade de vê-Lo trabalhar em nosso tempo de necessidade. Por essa razão, devemos: “Dar graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” (1 Tessalonicenses 5:18)

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Publicado por: mvmportugues | maio 14, 2020

VOCÊ VAI SE ENVERGONHAR DIANTE DELE NA SUA VINDA? – 1 João 2:28

Filhinhos, agora permaneçam nele para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos envergonhados diante dele na sua vinda. (1 João 2:28) 

Permanecer significa que chegamos a conhecer Jesus pela fé em Sua palavra (Romanos 10:17), e quando confiamos e obedecemos o nosso Senhor e Salvador, não precisamos ter medo ou vergonha quando Ele voltar; porque temos confiança na Sua vinda. 

Muitos, no entanto, terão medo quando Jesus voltar, porque nunca o conheceram. E entre aqueles que O conhecem, muitos se envergonharão quando Ele se manifestar e ficarão cientes de que estavam vivendo uma vida mundana, infrutífera e indisciplinada, e não permaneceram Nele como deveriam e poderiam ter. 

Há muitos que trabalharam para Cristo por motivos egoístas e orgulhosos, e se eles realmente nascerão de novo, eles serão salvos, e suas obras serão reveladas pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um. Foi isto o que Paulo disse à igreja de Corinto: “Se alguém constrói sobre esse alicerce usando ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha,  sua obra será mostrada, porque o Dia a trará à luz; pois será revelada pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um. Se o que alguém construiu permanecer, esse receberá recompensa.  Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo (1 Coríntios 3: 12-15). 

O versículo 15 fala daqueles que “mal são salvos”, estes são os que sofrerão perdas e terão vergonha na Sua vinda. 

A principal receita bíblica para se preparar para a Sua vinda é ‘permanecer Nele’; seguindo o exemplo Dele, estudando Sua palavra e lembrando que “Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: “Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio” (Salmo 91:1-2). O ensino claro é que, para que os crentes se apropriem de qualquer uma das promessas de Deus, eles devem viver em comunhão ininterrupta com Deus, nunca agindo por vontade própria, mas fazendo apenas o que Deus dirige em Sua palavra. Eles devem ser totalmente cedidos à autoridade de Jesus. 

Quando habitamos Nele, estamos prontos para que Jesus venha a qualquer momento. Porque todo aquele que pratica a justiça é nascido Dele (1 João 2:29); e nascer de novo significa que mudamos nossa vida de uma tendência ao pecado para uma determinação à justiça. Porém, precisamos entender que, enquanto não alcançaremos a perfeita justiça, até que sejamos glorificados com Jesus; podemos praticar a justiça agora, como cristãos nascidos de novo. 

Viver em retidão é um processo de crescimento ao longo da vida em obediência à Palavra de Deus. Isso não acontece instantaneamente ou sem obstáculos e lutas. Mas se somos nascidos de novo, estaremos aprendendo a avaliar cada pensamento, motivo e atitude pela Palavra de Deus. O fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22-23) estará crescendo e moldando nosso caráter; e estaremos nos disciplinando com o propósito de piedade (1 Timóteo 4:7). Certamente, tudo isso é feito em dependência do Espírito Santo, mas devemos estar ativamente envolvidos no processo, vivendo pelo Espírito, e não satisfazendo os desejos da carne (Gálatas 5:16). 

Os crentes são comandados a permanecer Nele. Quando confiamos em Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor, Deus nos abençoa com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo. Paulo usa essa frase frequentemente para descrever nossa posição permanente de identificação com Cristo e todas as bênçãos que Ele nos concede por Sua graça (Efésios 1:3). 

A posição de estar em Cristo chega até nós através do novo nascimento, quando nascemos na família de Deus. Se você se perguntar como pode saber se nasceu de novo, procure sinais de uma nova vida. Você realmente confiou somente em Jesus Cristo para a salvação? Você se arrependeu e continua se arrependendo quando peca? Você ama a Deus e às coisas de Deus? Jesus é o centro de sua atenção? Estes e muitos outros são sinais de que você nasceu de novo; e se você nasceu de novo, você está em Cristo porque, aquele que afirma que permanece Nele, deve andar como Ele andou (1 João 2:6). 

Por favor, tenha em mente que quando uma pessoa realmente nasceu de novo o intenso desejo de sua vida é viver uma vida santa que agrada a Deus e honra nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 

Então, você está pronto para o evento mais incrível da história do mundo; o retorno de Jesus Cristo? Você está permanecendo Nele? A resposta a essa pergunta depende se você está salvo ou não. 

Se você não aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador, por que não o faz agora? Converse com o Senhor e diga a Ele que você quer ser Seu filho, que não quer ter vergonha quando Ele voltar. Confesse todos os seus pecados para Ele. Arrependa-se e aceite Seu amoroso perdão; e ao fazê-lo, você crescerá em confiança enquanto você antecipa a Sua vinda. 

1 João 5:13 nos diz: “Escrevo estas coisas para você que acredita no nome do Filho de Deus, para que você saiba que tem a vida eterna.” Deus quer que entendamos a salvação. Deus quer que tenhamos a confiança de saber com certeza que somos salvos. Então, vamos examinar os principais pontos da salvação: 

  • Todos nós pecamos. Todos nós fizemos coisas que desagradam a Deus (Romanos 3:23). 
  • Por causa de nosso pecado, merecemos ser punidos com a eterna separação de Deus (Romanos 6:23). 
  • Jesus morreu na cruz para pagar a penalidade por nossos pecados (Romanos 5:8; 2 Coríntios 5:21). Jesus morreu em nosso lugar, sofrendo o castigo que merecíamos. Sua ressurreição provou que a morte de Jesus foi suficiente para pagar por nossos pecados. 
  • Deus concede perdão e salvação a todos aqueles que depositam sua fé em Jesus – confiando em Sua morte como pagamento pelos nossos pecados (João 3:16; Romanos 5: 1; Romanos 8: 1). 

Essa é a mensagem da salvação! Se você realmente colocou sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador, você está salvo! Todos os seus pecados estão perdoados e Deus promete nunca deixá-lo ou abandoná-lo (Romanos 8:38-39; Mateus 28:20). Lembre-se de que tua salvação está segura em Jesus Cristo (João 10:28-29). Se você está confiando em Jesus como seu Salvador, pode ter certeza de que passará a eternidade com Deus no céu! 

Lembre-se que a chave é que, se você realmente nasceu de novo, sua vida será transformada pelo Espírito Santo que habitará em você e seu desejo mais profundo será agradar a Deus e viver uma vida que O honre. 

Jesus assegurou aos Seus discípulos alguns dias antes de ser crucificado: “Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver” (João 14:1-3). 

E quarenta dias após a ressurreição de Jesus, os discípulos viram o Cristo ressuscitado ascender corporalmente ao céu; e enquanto observavam, dois anjos apareceram para eles e disseram: “Homens da Galileia, por que estão aí parados, olhando para o céu? Esse Jesus, que foi elevado do meio de vocês ao céu, voltará do mesmo modo como o viram subir!” (Atos 1:11); assegurando-lhes mais uma vez que Jesus retornará. 

Jesus está voltando novamente para aqueles que são Seus. Você está pronto para o retorno em breve de Jesus para Seus santos? Nós estamos. Maranata! Venha, Senhor Jesus! A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês. Amém. (Apocalipse 22:20-21)

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“Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.” (Mateus 24:36) 

Com a pandemia global do vírus coroa que levou os governos a aprovar estritas paralisações em todo o mundo, os cristãos estão naturalmente se perguntando se isso poderia ser um precursor dos eventos sobre os quais o apóstolo João escreve em Apocalipse o livro final da Bíblia, que detalha uma liderança de governança global por um líder chamado Anticristo, a tribulação mundial, e a tão esperada volta de Jesus Cristo com Seus santos que foram arrebatados (Apocalipse 19:14). 

Jesus disse: “Fiquem vigiando, pois vocês não sabem em que dia vai chegar o seu Senhor.… Porque o Filho do Homem virá à hora em que vocês menos esperam” (Mateus 24:42, 44). 

Os que estudam profecias bíblicas não estão surpresos com os eventos que foram desencadeados pela pandemia do Covid-19. O Senhor Jesus Cristo nos deu sinais que precederiam Sua segunda vinda, e um dos muitos sinais que estamos vendo hoje é “pestilência” (Lucas 21:11). Pestilência é definida como uma “doença epidêmica mortal ou virulenta.” O Senhor Jesus disse que os sinais chegarão como “dores de parto” (Mateus 24:8), que significa que eles aumentarão em frequência e intensidade antes de Seu retorno. 

É verdade que vimos pragas e pestilências devastadoras ao longo da história, mas nenhuma delas teve o impacto global do Covid-19. Será que nosso soberano Senhor está dando um aviso misericordioso de pestilências mais devastadoras que aguardam aqueles que não O buscam como seu Salvador? 

Durante a tribulação, um quarto da população mundial perecerá por pragas (pestilência) e espada (Apocalipse 6: 8). E mais pragas seguirão que matarão um terço da população restante do mundo (Apocalipse 9:18). 

Um outro dos sinais proféticos é que um governo global surgirá, que será governado por um ditador que terá “autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação” (Apocalipse 13:7). E ele obriga todos a receberem uma marca na mão direita ou na testa, e ninguém será capaz de comprar ou vender sem ter a marca (Apocalipse 13: 16-17). 

Essa pandemia mundial atual tem sido um catalisador para os globalistas centralizarem e digitalizarem dados sobre um segmento crescente da população mundial. O objetivo final da agenda globalista é a ampla vigilância e controle sobre a vida das pessoas, incluindo nossos empregos, nossas atividades religiosas, nossos cuidados médicos, nossas viagens e nossas compras e vendas. Historicamente, vimos que toda crise séria trouxe novas oportunidades para o controle do governo. Esta crise pode eventualmente diminuir, mas “o governo” nunca esquecerá como foi fácil assumir o controle de nossas vidas. 

A Organização Mundial da Saúde está propondo uma sociedade sem dinheiro, porque o dinheiro pode estar disseminando o corona vírus. Para impedir a propagação da doença, eles afirmam que precisamos usar a tecnologia mais recente para comprar e vender. E agora está previsto um implante invisível de tatuagem com pontos quânticos para rastrear quem foi testado e vacinado contra o Covid-19 antes que você possa realizar suas “novas atividades normais.” 

Países como a Cingapura e a China estão usando ferramentas baseadas em telefone celular para identificar e monitorar pessoas que poderiam ter sido expostos a alguém com Covid-19. Google e Apple fizeram parceria para criar um sistema de rastreamento baseado em Bluetooth que pode registrar automaticamente as interações das pessoas. A pressão por um governo global, juntamente com as ferramentas necessárias para a tecnologia de vigilância, permitirá um dia ao Anticristo apresentar sua marca que controlará a economia global. 

Mais de 180 países em todo o mundo têm lidado com os efeitos devastadores desse vírus suspeito, forçando bloqueios e ordens de permanência em casa que produziram protestos furiosos, aumento do desemprego e um colapso econômico mundial. 

A contagem inflada de mortes, juntamente com todas as informações e desinformação produzidas pela mídia liberal, está incitando as chamas da histeria e causando crescente confusão e desesperança; e vacinas obrigatórias em todo o mundo estão sendo propostas. Os médicos estão sendo instruídos a relatar muitas doenças respiratórias, complicações e outras doenças normais como mortes por COVID-19. 

Como vemos, o mundo inteiro pode estar sendo preparado para que um homem se levante com todas as soluções para uma nova ordem mundial de paz e prosperidade. O apóstolo Paulo o descreveu como o homem da iniquidade, o filho da destruição, que se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração (2 Tessalonicenses 2:3-4). E, “A vinda desse perverso é segundo a ação de Satanás, com todo o poder, com sinais e com maravilhas enganadoras. Ele fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar” (2 Tessalonicenses 2:9-10). 

Conseqüentemente, precisamos estar sempre prontos para estar diante do Senhor, porque, como Jesus disse, ninguém sabe o dia ou a hora em que Ele aparecerá, porque Sua aparência estará de acordo com o relógio profético de nosso Senhor Soberano. Mas, quando a “besta” aparecer, toda a terra se maravilhará e a seguirá (Apocalipse 13:3). 

Já vimos como Deus disciplina Seu povo que se desvia e como julga nações sem Deus com pestilência e fome. Portanto, a resposta mais sábia ao julgamento de Deus sempre foi o arrependimento, a fé e a obediência ao único Deus e Salvador verdadeiro. 

Os cristãos, que foram chamados das trevas para a gloriosa luz de nosso Salvador, não devem ficar perturbados ou com medo. Nosso Senhor está conosco, por mais desesperadora que pareça a situação ou as circunstâncias. Ele é soberano e controla tudo em Sua criação, incluindo o Covid-19. 

Não sabemos o que o futuro reserva, mas sabemos Quem detém o futuro. Portanto, “apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois Aquele que prometeu é fiel. E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia” (Hebreus 10:23-25). 

Satanás está esperando sua hora e ele pode ler a Palavra de Deus, assim como nós. Ele sabe que seu tempo para dominar toda a Terra está se aproximando e está colocando pessoas e ações em prática para usar depois que o arrebatamento acontecer. 

Portanto, quando ouvirmos referências a um futuro governo global, moeda universal, um único sistema econômico mundial, uma religião mundial e os micro chips que já estão sendo implantados voluntariamente nas pessoas, devemos ficar muito alertas, porque esses são precursores do que as profecias bíblicas nos revelam. 

Satanás eventualmente terá 3 anos e meio na Terra, assim como Jesus teve 3 anos e meio durante Seu ministério. Mas onde Jesus trouxe cura, amor e liberdade, Satanás trará exatamente o oposto; doença, ódio e escravidão. Mas os verdadeiros cristãos não estarão aqui para sofrer a ira de Deus.

Tenha em mente de que, enquanto o Espírito Santo, Aquele que restringe ainda está presente na Terra e habitando nos crentes, Satanás não tem controle total sobre a Terra. 

Conforme as profecias bíblicas nos ensinam, parece que estamos vivendo atualmente no final da Era da Igreja. E quando esse período de dispensação terminar, ainda haverá a tribulação de sete anos seguida pelo Milênio, o reino de 1000 anos de Cristo, antes que a Terra seja queimada (2 Pedro 3:10). Então todas as coisas são renovadas e haverá um novo céu e uma nova terra porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram (Apocalipse 21:1). 

Portanto, mesmo que não saibamos o dia ou a hora do retorno de Jesus para Sua noiva, a que nos referimos ao arrebatamento da igreja (1 Tessalonicenses 4:13-18), nosso foco deve estar em como podemos trazer o Evangelho para aqueles que precisam desesperadamente ouvi-lo. Lembre-se de que Paulo disse que quando o último gentio for salvo (Romanos 11:25), o que significa que a Igreja terá um número predeterminado de membros e quando esse número for atingido, todos os verdadeiros cristãos serão removidos desta terra. 

Por favor entenda que haverá muitos, talvez milhões, de judeus e gentios salvos durante a tribulação que não acreditavam ou não pensavam que era importante aceitar Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. E o Espírito Santo é o único que pode fazer isso. Aqueles deixados para trás terão que suportar tempos terríveis e muitos serão martirizados por sua fé e outros sobreviverão para ajudar a repovoar o planeta durante o milênio. Portanto, ser salvo antes do arrebatamento é um compromisso e uma decisão muito mais sábia. 

Se você é um verdadeiro crente nascido de novo, lembre-se do que Jesus disse à igreja da Filadélfia que era uma igreja verdadeira e cumpriu Sua palavra: “Visto que você guardou a minha palavra de exortação à perseverança, eu também o guardarei da hora da provação que está para vir sobre todo o mundo, para pôr à prova os que habitam na terra” (Apocalipse 3:10). 

A palavra de Deus nos diz que nenhum crente verdadeiro terá que passar pela tribulação. Mas devemos estar sempre prontos, porque Jesus vai chamar Sua noiva para encontrá-lo no ar durante o iminente arrebatamento da Igreja, em uma hora que não esperamos. 

Como vemos, devemos viver todos os dias de olho naquele dia futuro em que “o próprio Senhor descerá do céu com um brado de comando, com a voz do arcanjo e com o toque da trombeta de Deus” (1 Tessalonicenses 4:16). E seremos abençoados se o Mestre nos encontrar prontos quando Ele vier (Lucas 12:37-38).

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Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente. (1 Coríntios 2:14) 

As escrituras nos dão uma compreensão clara do que significa estar espiritualmente cego e morto. 

Uma pessoa espiritualmente morta não ama a Deus e não pode agradar a Deus (Romanos 8:8). De fato, eles querem agradar a si mesmos, e não a Deus (Filipenses 2:21). Como os fariseus, eles podem parecer realizar boas ações de uma perspectiva externa, na medida em que suas ações estão em conformidade com a letra da lei. No entanto, Jesus disse-lhes que os mortos espiritualmente podem parecer bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de morte e tudo imundo; e, embora por fora as pessoas espiritualmente mortas pareçam justas, por dentro elas estão cheias de hipocrisia e maldade, e Ele os chamou de guias cegos e fariseu cego! (Mateus 23:24–28). 

Paulo disse à igreja de Efésios: Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência. Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira (Efésios 2:1-3). 

Aqui Paulo descreveu três marcas dos que estão mortos espiritualmente. 

  1. Eles seguiram os caminhos deste mundo. Isso se refere aos estilos de vida imorais do mundo e aos motivos sem Deus. Pessoas que vivem como o resto do mundo não podem ser seguidores de Jesus Cristo (Romanos 12: 2). 
  1. Eles seguem o príncipe do poder do ar; que é Satanás e são aqueles que não se renderam a Deus. Eles são fortalecidos e energizados pelo poder do mal e vivem em constante rebelião e oposição a Deus. 
  1. Eles são escravizados a “satisfazer os desejos da carne” (Efésios 2:3). 

Em sua carta a Timóteo, Paulo descreve um grande número de características distintivas daqueles que são espiritualmente cegos e mortos: “Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder” (2 Timóteo 3:2-5).

Quando uma pessoa está espiritualmente morta e cega, não pode ver a Cristo porque endureceu o coração e não chegou ao conhecimento da verdade. 

A cegueira espiritual é a evidência de que, quando as verdades bíblicas são pregadas a cristãos falsos ou carnais, eles ainda encontram desculpas para seus pecados e rebeliões. Jesus declarou; “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus” (Mateus 5:8). Os que são puros de coração verão Deus trabalhando em nosso mundo e governando nosso mundo, e verão Deus e o Salvador por toda a eternidade. 

Você já se perguntou por que as pessoas ouvem o Evangelho de Cristo, mas nunca se arrependem, mudam e confiam em Cristo? 

Muitas vezes você pode querer dizer: “Se você realmente está ouvindo, preste atenção à mensagem de Deus.”

Você não entende que “por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento? Deus “retribuirá a cada um conforme o seu procedimento” (Romanos 2:5-6). 

No entanto, o homem sem o Espírito não quer as coisas de Deus porque as considera tolices. Ele não consegue entender as coisas de Deus porque são discernidas espiritualmente. Seria errado esperar que o homem sem Cristo visse e valorizasse as coisas espirituais, assim como seria impossível esperar que um cadáver visse o mundo material. 

Como resultado, a pessoa sem Cristo rejeita como tolice qualquer coisa que vem do Espírito de Deus. Aqueles que têm apenas os sentidos humanos nunca serão capazes de compreender as verdades espirituais da revelação de Deus sobre o pecado, e a salvação de Cristo ao Seu povo. Não é razoável esperar que os não crentes processem questões espirituais da mesma maneira que os crentes. É impossível esperar que eles tenham a “mente de Cristo” (1 Coríntios 2:16) quando não têm o Espírito de Deus. 

A única maneira de crer nas verdades de Deus, incluindo o Seu plano de salvação pela fé em Cristo, é Deus comunicar essas verdades através do Seu Espírito Santo, porque o conhecimento intelectual e o raciocínio humano não podem produzir fé, apenas podem transmitir fatos. 

Um homem sem Cristo está espiritualmente morto, “eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão, devido ao endurecimento do seu coração” (Efésios 4:18). 

Estar separado da vida em Cristo é o mesmo que estar morto. No entanto, quando nascemos de novo, a morte espiritual é revertida. Antes da salvação, estamos mortos espiritualmente, mas através de Jesus somos feitos espiritualmente vivos. “Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados…. Mas agora, em Cristo Jesus, vocês, que antes estavam longe, foram aproximados mediante o sangue de Cristo” (Efésios 2:1; 2:13). 

Precisamos entender que as pessoas espiritualmente mortas também são cegas e surdas. Assim como o Espírito Santo disse a Isaías sobre seu povo: “Vocês ouvirão, mas não entenderão; olharão, mas não enxergarão nada.  Pois a mente deste povo está fechada; eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos. Se eles não tivessem feito isso, os seus olhos poderiam ver, e os seus ouvidos poderiam ouvir; a sua mente poderia entender, e eles voltariam para mim, e eu os curaria — disse Deus.”” (Atos 28:25-27). 

Todos deveriam ter o desejo de saber o que significa estar espiritualmente morto, porque toda a humanidade nascida após a queda de Adão e Eva herdou uma natureza pecaminosa e, portanto, está espiritualmente morta (Romanos 5:12). 

Porém, “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é condenado; mas o que não crê já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3:16-18). 

Em resumo, a mente incrédula está espiritualmente morta, é hostil a Deus e não se submete a Deus e não pode agradá-Lo. Isso significa que a salvação não é uma questão da vontade humana, mas de Deus dar nova vida aos que estão espiritualmente mortos (João 1:12-13). Isso significa que a salvação é do Senhor (1 Coríntios 1:30) e, portanto, Ele recebe toda a glória (Efésios 1:12). 

Por esse motivo, ao testemunhar e compartilhar, ore para que Deus conceda arrependimento e fé salvadora àqueles que você está ensinando; como Jesus disse a Nicodemos: “A condenação é esta: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal detesta a luz e não se aproxima da luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Quem pratica a verdade se aproxima da luz, para que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (João 3:19-21). 

Por isso eu digo: Deixem com que o Espírito guie o comportamento de vocês. Assim não satisfarão os maus desejos da sua natureza pecadora.

Gálatas 5:16

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Publicado por: mvmportugues | abril 23, 2020

COMO TOMAR DECISÕES SÁBIAS – Mateus 6:10

Nossa atitude em relação à tomar uma decisão deve ser a mesma que a de Jesus que afirmou ao Pai: “Não seja feita a minha vontade, mas a Tua” (Lucas 22:42) e Ele ensinou Seus discípulos a orar: “Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6:10). 

Deus revela Sua vontade para nós principalmente de duas maneiras.

  • Primeiro, através do Seu Espírito: “Quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir” (João 16:13).
  • Segundo, Deus revela Sua vontade através de Sua Palavra: “A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho” (Salmo 119:105). 

Portanto, tomar uma decisão sólida precisa começar discernindo a vontade de Deus; porque Deus se deleita em revelar Sua vontade àqueles que desejam seguir Seus preceitos, e aos que depositam sua esperança em Seu amor infalível (Salmo 33:18; Salmo 147:11). 

Deus vê a imagem completa; o passado, o presente e o futuro de nossas vidas. Ele nos ensina e nos aconselha ao se revelar a nós através de Sua Palavra e pelo Espírito Santo; se estamos dispostos a ouvir e obedecer. Deus fez essa promessa para nós: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você” (Salmo 32:8). 

A chave para tomar decisões sólidas é orar e conhecer a palavra de Deus, em vez de seguir os desejos de nossos corações, porque: “Existe caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte” (Provérbios 14:12), e outro provérbio nos diz que: “O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos” (Provérbios 12:15). 

Deus abençoa as decisões que Ele inicia e que se alinham com a Sua Palavra: “Eu o conduzi pelo caminho da sabedoria e o encaminhei por veredas retas” (Provérbios 4:11). E o Senhor abençoa as decisões que cumprem Seu propósito e dependem de Sua força, “pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade Dele” (Filipenses 2:13). 

O Senhor abençoa decisões que refletem Seu caráter, que promovem justiça, bondade e humildade: “Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus” (Miquéias 6:8). 

Ele abençoa as decisões que vêm da fé Nele porque: “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hebreus 11:6). E as decisões tomadas que resultam em Sua glória: “… quer façam qualquer outra coisa, façam para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). 

Deus promete dar aos Seus filhos sabedoria quando eles pedirem por ela: “Se algum de vocês precisar de sabedoria, peça a nosso Deus generoso, e receberá. Ele não os repreenderá por pedirem” (Tiago 1:5). No entanto, o importante é que, “peça com fé, sem duvidar de nada, pois aquele que duvida é como a onda do mar, agitada e levada de um lado para outro pelo vento. A pessoa que é assim não deve pensar que receberá alguma coisa do Senhor” (Tiago 1:6-7). 

A paciência é importante também, enquanto aguardamos o tempo de Deus, porque as decisões são um ato da vontade e são influenciadas pela mente, pelas emoções ou por ambas. As decisões que tomamos realmente refletem os desejos do nosso coração (Salmo 119:30). Portanto, uma pergunta-chave antes de tomar uma decisão é: ‘escolho agradar a mim mesmo ou escolho agradar ao Senhor?’ Josué estabeleceu o padrão para nós quando disse aos israelitas: “Se não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, … Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor” (Josué 24:15). 

Paulo escreveu: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). 

Se você está tomando alguma decisão, deve procurar orientação na Palavra de Deus, e tomar consolo na paz que somente Ele pode prover: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7). Peça por sabedoria, confie em Suas promessas, e Ele guiará o seu caminho: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3:5-6). 

Haverá momentos em que os caminhos de Deus podem parecer indesejáveis ​​ou desagradáveis, quando nosso coração quiser seguir nossos próprios desejos, em vez de confiar em Deus. Mas, finalmente, quando apredemos que a vontade de Deus é sempre para nosso benefício; e quando depositamos nossa confiança em Deus, e não em nós mesmos, descobriremos quais decisões são agradáveis ​​a Ele. Portanto, devemos obedecer e exaltar o Senhor, porque Ele tem prazer no bem-estar de Seu servo (Salmo 35:27). 

Lembre-se de que parte de ser protegido por Deus tem a ver com obedecer a Ele e viver baixo Sua vontade. Quando não fazemos nenhuma dessas coisas, saímos de Sua cobertura. Não ouvimos a Sua voz nos dizendo que caminho seguir quando a Bíblia nos diz: “Eu sou o Senhor, o seu Deus, que lhe ensina o que é melhor para você, que o dirige no caminho em que você deve ir” (Isaías 48:17), e “Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: “Este é o caminho; siga-o” (Isaías 30:21). 

Há também momentos em que pessoas piedosas tentam alertar outros, como Paulo fez, e não ouvem e sofrem as consequências, conforme lemos em Atos 27:10-11 e 20-25. 

Paulo os avisou, “Senhores, vejo que a nossa viagem será desastrosa e acarretará grande prejuízo para o navio, para a carga e também para a nossa vida.” Mas o centurião, em vez de ouvir o que Paulo falava, seguiu o conselho do piloto e do dono do navio.” 

O evento nos contam que eles acabaram em uma grande tempestade e perderam toda a esperança de salvamento. “Visto que os homens tinham passado muito tempo sem comer, Paulo levantou-se diante deles e disse: “Os senhores deviam ter aceitado o meu conselho de não partir de Creta, pois assim teriam evitado este dano e prejuízo. Mas agora recomendo-lhes que tenham coragem, pois nenhum de vocês perderá a vida; apenas o navio será destruído. Pois ontem à noite apareceu-me um anjo do Deus a quem pertenço e a quem adoro, dizendo-me: ‘Paulo, não tenha medo. É preciso que você compareça perante César; Deus, por sua graça, deu-lhe a vida de todos os que estão navegando com você’. Assim, tenham ânimo, senhores! Creio em Deus que acontecerá do modo como me foi dito.” 

Quantas vezes uma pessoa poderia ter se livrado de algo desastroso se tivesse pedido a Deus que lhe mostrasse o que fazer e depois Lhe obedecesse? 

Você precisa tomar uma decisão? Você foi à Palavra e pediu Sua orientação através da oração? 

Lembre-se de que Jesus nunca fez nada antes de falar com o Pai e esperar ouvir Dele, porque Ele não procurou agradar a Si mesmo, mas ao Pai que O enviou (João 5:30). 

O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está Nele, para com aqueles que o buscam.

Lamentações 3:25

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Gostaríamos de começar afirmando que, já que Deus só nos deu algumas pistas escatológicas de Seus planos futuros em relação ao tempo da guerra de Gogue e Magogue, estamos usando as passagens que estão disponíveis, para apresentar nosso ponto de vista.

Como resultado, este estudo nunca deve ser um estudo que divide os irmãos, pois Deus é o único que conhece o resultado final dessa guerra e o momento em que todas essas coisas ocorrerão.

Introdução

Cerca de 2.600 anos atrás, Ezequiel revelou a profecia que o Senhor Deus lhe havia dado sobre o futuro da nação de Israel.

Registrado no livro de Ezequiel, capítulos 36 e 37, o profeta revelou que Deus cumpriria Sua promessa de reagrupar o povo judeu: “vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra” (Ezequiel 36:24). O Senhor tinha-os dispersado e agora os traria de volta à terra prometida a seus antepassados ​​Abraão, Isaac e Jacó (Gênesis 17:7; 1 Crônicas 16:17-18; Salmo 105:8-11).

Em Ezequiel 37, vemos as profecias dos ossos secos voltando à vida. Israel realmente se tornou uma nação novamente em 14 de maio de 1948, depois de quase 1900 anos desde que os romanos destruíram Jerusalém em 70 d.C. e espalharam o povo judeu por toda a terra.

Quando lemos os capítulos 38 e 39 de Ezequiel, a história mostra que a guerra de Gogue e Magogue é uma profecia ainda a ser cumprida. E, ao estudarmos, aprendemos que esta guerra ocorre com uma enorme federação de nações descendentes dos filhos de Noé, Jafé e Ham (Gênesis 10 2-7), invadindo Israel.

As nações são dos territórios da antiga Rôs, Magogue, Meseque, Tubal, Pérsia, Etiópia, Pute, Gômer e casa de Togarma. O líder deles é chamado de “Gogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal “ (Ezequiel 38:2-5); enquanto algumas traduções o traduzem como “Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal.”

O campo de batalha fica nos montes de Israel, que por muito tempo estavam desolados” (Ezequiel 38:8). O objetivo da invasão é “a fim de tomar o despojo, e de arrebatar a presa” e destruir o povo de Israel (Ezequiel 38:12, Ezequiel 38:16).

O resultado final dessa invasão irá chocar o mundo. As nações invasoras estão sendo manobradas por Deus, arrancadas de suas terras como “anzóis nos (seus) queixos” (Ezequiel 38:4), para que essas nações possam realizar o que Deus quer que elas façam e sentir Sua “indignação e furor” (Ezequiel 38:18).

Deus atrai essas nações específicas para os montes de Israel para “executar julgamento sobre ele (Gogue) com peste e derramamento de sangue. Farei cair chuva torrencial, grandes pedras de granizo, fogo e enxofre sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele” (Ezequiel 38:22).

O propósito de Deus é: “revelar Sua grandeza e Sua santidade, e ser conhecido por muitas nações. Então saberão que eu sou o Senhor” (Ezequiel 38:23).

Por meio dessa batalha, Deus se declara ao mundo que está pessoalmente defendendo Israel.

Quem é Gogue?

Ezequiel 38:2-3 dá o nome profético do líder dessa federação de nações: “Gogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal.” Ainda não se sabe se Gogue é um nome real como em 1 Crônicas 5:4 ou um título para uma posição suprema.

Quem são as nações envolvidas?

Ezequiel 38:1-6 fornece os nomes antigos dos territórios que envolvem as nações invasoras da guerra de Gogue e Magogue: Rôs, Magogue, Meseque, Tubal, Pérsia, Etiópia, Pute, Gômer e a casa de Togarma.

  • Rôs = Cabeça, Chefe, Topo e por causa do texto, líder no comando da Rússia (Você virá de seu lugar lá dos últimos confins do norte – Ezequiel 38:15)
  • Magog = Ásia Central e Rússia
  • Meshech = Turquia, antiga Muschki e Musku na Cilícia e Capadócia.
  • Tubal = Turquia, antiga cidade de Tubalu na Capadócia
  • Pérsia = Irã
  • Etiópia = Sudão, antiga Cush, sul do Egito
  • Pute = Somália
  • Gômer = Alguns acreditam que é a Alemanha, outros acreditam que faz parte do noroeste da Turquia. Somente a história dirá.
  • Casa de Togarma = Armênia, se encontra ao leste da Turquia

Como notamos, ausentes desta lista de nações do Oriente Médio estão os que cercam Israel hoje em dia, como a Síria, o Líbano, a Jordânia, o Egito, a Gaza, o Iraque e a Arábia Saudita.

Ezequiel 38:13 descreve essas nações como apenas observadoras, pois muitas delas são descritas como “Sabá e Dedã e os mercadores de Társis, e todos os seus governadores lhe dirão: ‘Você veio para levar o despojo? Você reuniu o seu bando para arrebatar a presa, para levar a prata e o ouro, para pegar o gado e os bens, para saquear grandes despojos?’”

Porque essas nações também não estão ativamente envolvidas na batalha de Gogue e Magogue não é revelado pelas Escrituras.

Quem é Rôs?

Ezequiel 39:1-2 afirma que Rôs é das partes mais remotas do norte“. Nenhuma outra nação existe mais remota que a Rússia moderna diretamente ao norte de Israel.

Quando essa guerra ocorrerá?

O momento está claramente descrito na conta de Ezequiel como eventos que devem acontecer para preparar o cenário para a guerra.

1) A primeira pista de tempo geral é o uso por Ezequiel dos termos “últimos tempos” (Ezequiel 38:8) e “últimos dias” (Ezequiel 38:16).

Conforme profetizado em Ezequiel, a guerra de Gogue e Magogue deve ocorrer no esquema profético do fim dos tempos, no que se refere à nação de Israel.

Precisamos entender que nunca na história do Oriente Médio as nações descritas na coalizão foram unidas em um ataque contra Israel.

E, em nenhum momento da história Israel nomeou um vale Hamom-Gogue (Ezequiel 39:11), nem uma cidade chamada Hamoná (Ezequiel 39:16), onde os judeus enterraram os invasores; o que deixa que isto acontecerá num momento futuro.

2) A segunda evidência é dada em Ezequiel 36 e 37, referindo-se à reunificação do povo judeu de volta à sua terra natal. “Eu os tirarei do meio das nações, eu os congregarei de todos os países e os trarei de volta para a sua própria terra” (Ezequiel 36:24).

Como já declaramos, Israel realmente se tornou uma nação novamente em 14 de maio de 1948, depois de quase 1900 anos desde que os romanos destruíram Jerusalém em 70 d.C. e espalharam o povo judeu pelo mundo.

3) Terceiro, vemos a abundância econômica que Israel agora possui com suas terras revitalizadas e os novos depósitos de gás descobertos. Israel também tem uma vasta quantidade de minerais que valem uma fortuna no Mar Morto. Portanto, a pergunta em Ezequiel 38:13: “Você veio para levar o despojo? Você reuniu o seu bando para arrebatar a presa, para levar a prata e o ouro, para pegar o gado e os bens, para saquear grandes despojos?” 

4) O quarto ponto pode ser visto de diferentes maneiras, onde Ezequiel 38:11-12 declara que: Você dirá: ‘Vou invadir a terra das aldeias sem muralhas. Atacarei um povo pacífico que vive em segurança, todos em cidades sem muralhas, sem ferrolhos nem portões, para levar o despojo, arrebatar a presa e levantar a mão contra as terras desertas que agora se acham habitadas e contra o povo que se congregou dentre as nações, o qual tem gado e bens e habita no meio da terra.’

Do ponto de vista judaico, é assim que poderia ser visto:

  • Vou invadir a terra das aldeias sem muralhas – esta é uma boa descrição dos atuais kibutzim.
  • Atacarei um povo pacífico que vive em segurança – em nenhum lugar do texto diz que Israel estará vivendo em paz. Pelo contrário, Israel está apenas vivendo em segurança, o que significa “protegido” (devido às suas grandes forças militares, força aérea, etc.), independentemente de estar em estado de guerra ou paz.

Deste ponto de vista, a invasão pode ocorrer a qualquer momento, inclusive algum tempo antes da tribulação.

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Depois de muita pesquisa bíblica e análise do que outros teólogos tinham a dizer, eis o que acreditamos:

A guerra de Gogue e Magogue acontecerá após o arrebatamento e pelo menos 3 anos e meio antes da tribulação.

O arrebatamento não inicia a tribulação, mas é o assinamento do tratado de paz entre o anticristo e Israel (Daniel 9:27) que começa a tribulação.

Colocando a guerra de Gogue e Magogue três anos e meio antes do início do período da tribulação, daria a Israel sete anos completos para queimar as armas da guerra antes de ser forçados a fugir para o deserto durante o meio da tribulação, também chamado de “A Grande Tribulação” (Mateus 24:15-16).

1) Com um mundo em caos de um arrebatamento pré-tribulação, este pode ser o momento em que a Rússia e sua coalizão muçulmana são atraídas para atacar Israel.

2) Depois que Gogue e suas tropas caem nas montanhas de Israel e são enterrados no vale de Hamom-Gogue; o mundo muçulmano estaria em ruínas e sua fé em Allah destruída por sua derrota. O mundo muçulmano não seria mais um impedimento para os judeus reconstruírem o templo que o anticristo profanará mais tarde (Daniel 9:27 e 2 Tessalonicenses 2:3-4).

3) Com o mundo em caos devido ao arrebatamento e o mundo islâmico em ruínas da guerra de Gogue e Magogue, o mundo restante estaria clamando por um salvador, alguém que traria alguma normalidade de volta ao mundo. O Anticristo estaria pronto para esse momento, fazendo um tratado de paz com Israel e conquistando facilmente as terras dos países muçulmanos do Oriente Médio, e o Império Romano poderia ser revivido mais uma vez.

4) Com a Igreja removida em um arrebatamento pré-tribulação, os que ficaram para trás se integrariam bem à religião apóstata mundial que o Falso Profeta promove (Apocalipse 13:11-15). As únicas religiões monoteístas que restaram para rejeitar o anticristo seriam o judaísmo e os novos crentes em Jesus que agora reconhecem a verdade do que a Bíblia vinha ensinando o tempo todo; e os quais o anticristo persegue tremendamente durante a segunda metade da tribulação.

5) Se a guerra de Gogue  e Magogue acontece mais perto do ponto médio da tribulação, levanta-se a questão de por que Deus resgataria Israel tão dramaticamente das nações de Gogue e Magogue para imediatamente entregar Israel à intensa perseguição pelo Anticristo.

6) A tremenda perseguição dos judeus durante a segunda metade da tribulação não lhes concederia a liberdade de enterrar os corpos dos invasores por sete meses (Ezequiel 39:12) ou criar uma nova cidade chamada Hamoná (Ezequiel 39:16), a menos que a guerra de Gogue e Magogue ocorrece mais cedo.

Outros Pontos de Vista

Alguns teólogos acreditam que a guerra de Gog-Magog e a batalha final do Armageddon são a mesma coisa.

E estas são suas razões:

A) Tanto a guerra de Gogue e Magogue (Ezequiel 38-39) quanto a batalha do Armagedom (Apocalipse 19:19) são descritas como ocorrendo nos “últimos tempos” (Ezequiel 38: 8) e nos “últimos dias” (Ezequiel 38:16).

B) Ezequiel 39:4, 17-20 e Apocalipse 19:17-18 descrevem invasores mortos sendo devorados por pássaros e animais selvagens.

No entanto, se olharmos mais de perto, há muitas diferenças entre esses dois eventos:

1) Os participantes nestas duas batalhas não coincidem.

A batalha entre Gogue e Magogue envolve nações específicas contra Israel (Ezequiel 38:1-6).

As referências ao Armagedom incluem as nações de toda a terra contra Israel (Zacarias 12:3; 14:2-4; Apocalipse 19:19-21).

2) Os locais descritos para as duas batalhas são diferentes.

Ezequiel 38:8 descreve a guerra de Gogue e Magogue ocorrendo nos “montes de Israel”.

O Armagedom ocorre em um vale; o vale de Jezreel, na planície de Megido (2 Crônicas 35:22; Zacarias 12:11).

Hoje, o vale de Jezreel é uma planície verde e fértil e, devido à sua localização no mesmo vale que Megido, Jezreel é considerado um local provável para a futura batalha do Armagedom (Apocalipse 16:16), e do fato que o vale de Megido também é chamado de vale de Jezreel.

3) O relato da derrota dos invasores tem semelhanças, mas não correspondem.

Os invasores de Gogue e Magogue são derrotados por Deus, que usa “torrentes de chuva, pedras de granizo e enxofre ardente” (Ezequiel 38:22). Bem como na luta: “Convocarei a espada contra Gogue em todos os meus montes, diz o SENHOR Deus; a espada de cada um se voltará contra o seu próximo” (Ezequiel 38:212).

As nações invasoras do Armagedom são derrotadas por Jesus, que usa “uma espada afiada” que sai da Sua boca, o que significa que meras palavras são ditas (Apocalipse 19:15).

4) Os líderes das invasões não são os mesmos.

Gogue é o príncipe e governante de Rôs, Meseque e Tubal (Ezequiel 38:3).

O líder invasor no Armagedom é a Besta ou o Anticristo que controla toda a Terra.

5) Os exércitos se vêem lutando contra dois oponentes diferentes.

Os invasores de Gogue e Magogue procuram conquistar um povo (Israel) pacífico e que de nada suspeita (Ezequiel 38:11).

Os invasores do Armagedom e os seus exércitos estão reunidos para guerrearem contra aquele (Jesus Cristo) que está montado no cavalo e contra o Seu exército (Apocalipse 19:19).

Pontos de vista finais

Embora existam semelhanças entre a guerra de Gogue e Magogue e a batalha de Armagedon do grande dia do Deus todo-poderoso (Apocalipse 16:14); suas diferenças superam suas similaridades.

Além disso, colocando a guerra de Gogue e Magogue no final da tribulação viola o primeiro pré-requisito de que Israel esteja vivendo em paz, uma condição que seria impossível sob a intensa perseguição do Anticristo e o subsequente voo de Israel ao deserto no início da grande tribulação que ocorre durante os últimos 3 anos e meio antes de Jesus voltar.

Portanto, colocando o tempo antes da tribulação, mas não no meio da tribulação, dá a Israel os sete meses para enterrar os mortos e os sete anos para queimar as armas.

CONCLUSÃO

Colocando o tempo da guerra de Gogue e Magogue antes do início dos sete anos de tribulação atende melhor a esses pré-requisitos e, em nossa opinião, faz o sentido mais lógico para nós.

É assim que vemos a linha do tempo mais provável:

  • O arrebatamento da igreja remove Aquele que detém o perverso. (O Espírito Santo de Deus é a única pessoa com poder sobrenatural para fazer isto – 2 Tessalonicenses 2:6-7).
  • A guerra de Gogue e Magogue destrói a influência russa e muçulmana no Oriente Médio.
  • O anticristo entra em cena, faz um pacto de paz com Israel para completar o Império Romano revivido.
  • Israel passa os primeiros 3 anos e meio da tribulação continuando a queimar as armas.
  • Jesus retorna no final dos sete anos de tribulação para derrotar Seus inimigos na batalha de Armagedom, resultando em Israel reconhecendo que Jesus é o Filho de Deus.
  • Jesus reúne pessoas de todo o mundo para o julgamento de ovelhas / cabras, o que resulta apenas em crentes entrando no reino milenar.

Somente o tempo dirá quando a guerra de Gogue e Magogue realmente ocorrerá. Mas acreditamos que os participadores já estão no lugar e a cena está quase pronta para esta guerra épica em um futuro não muito distante.

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Publicado por: mvmportugues | abril 10, 2020

Tenha uma dia de Ressurreição abençoado!

Ao refletir sobre o sacrifício de Cristo, que Ele encha seu coração de louvor e te rodeie com Seu amor redentor que te reconciliou com o Pai. 

Que você viva na ressurreição de Cristo, sabendo que a morte não pôde consumi-Lo, pois quando Ele ressuscitou vitoriosamente, Ele selou a eternidade para aqueles que acreditam, O amam e obedecem. 

Tenha uma dia de Ressurreição abençoado!

 

 

 

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Publicado por: mvmportugues | abril 9, 2020

PROFECIAS DA VINDA DO REI – Zacarias 9:9-10

“Alegre-se, ó povo de Sião! Exulte, ó preciosa Jerusalém! Vejam, seu rei está chegando; ele é justo e vitorioso, mas também é humilde e vem montado num jumento, num jumentinho, cria de jumenta. Removerei de Israel os carros de guerra e, de Jerusalém, os cavalos. Destruirei as armas usadas na batalha, e seu rei trará paz às nações. Seu reino se estenderá de um mar a outro e do rio Eufrates até os confins da terra.” (Zacarias 9:9-10) 

O versículo 9 prediz a primeira vinda de Jesus em humildade para se oferecer como substituto por pecadores. E o versículo 10 se refere à segunda vinda do Messias, quando Ele cumprirá a profecia, governando todas as nações, como Zacarias cita no Salmo 72:8, “de um mar a outro e do rio Eufrates até os confins da terra”, que é linguagem poética para domínio mundial. 

Jesus Cristo predisse Seu próprio retorno à Terra em poder e glória (Mateus 24:30; 26:64). O livro de Apocalipse 19:11-16 mostra Jesus voltando, desta vez não em um jumento, mas em um cavalo branco, para matar Seus inimigos, como Rei de reis e Senhor de senhores. Nesse momento, toda pessoa verá Jesus (Apocalipse 1:7). Se você ceder a Ele agora, o receberá com alegria como Salvador. Se você O rejeitar agora, você O conhecerá como Juiz, quando “Ele pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus todo-poderoso” (Apocalipse 19:15). 

Domingo de Ramos é o dia em que as pessoas ao redor do mundo celebram a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, uma semana antes de Sua ressurreição (Mateus 21:1–11). Ao entrar na cidade santa, Jesus estava se aproximando ao ponto culminante de uma longa jornada em direção a Gólgota. Ele veio para salvar os perdidos (Lucas 19:10), e agora era a hora de garantir essa salvação. O Domingo de Ramos marcou o início do que é freqüentemente chamado de “Semana da Paixão,” os sete dias finais do ministério terrestre de Jesus. 

Este dia começou com Jesus e Seus discípulos viajando pelo Monte das Oliveiras. O Senhor enviou dois discípulos à frente para a vila de Betfagé para encontrar um animal para montar. Eles encontraram um jumentinho amarrado, no qual ninguém jamais montou, como Jesus havia dito que encontrariam (Lucas 19:29–30). Quando eles desamarraram o jumento, os proprietários começaram a questioná-los. Os discípulos responderam com a resposta que Jesus havia dado: “O Senhor precisa dele” (Lucas 19:31–34). Surpreendentemente, os proprietários ficaram satisfeitos com essa resposta e deixaram os discípulos partirem. “E eles levaram o jumento para Jesus, lançaram seus mantos sobre o jumentinho e fizeram que Jesus montasse nele” (Lucas 19:35). 

O jumento era um animal, usado para fins pacíficos. Ao montar o jumentinho, Jesus estava se apresentando como Rei, em cumprimento ao nosso texto, mas não como o rei político exaltado que o povo esperava. Em Sua primeira vinda, Jesus foi o Messias sofredor que ofereceu salvação e paz com Deus através de Sua morte. E isso é evidente pelo fato de que Ele montou um jumentinho no qual ninguém jamais havia montado entrando em Jerusalém. Quem conhece cavalos e burros sabe o que esperar quando monta um jumento que nunca foi montado! O jumentinho, no entanto, recebeu a Jesus seu Criador nas suas costas, sem resistir e obedeceu completamente. 

Há também um significado espiritual no fato de que o jumento nunca havia sido montado. No Antigo Testamento, quando um animal era colocado em uso sagrado, ele tinha que ser um que ainda não havia sido usado para fins comuns, como lemos em Números 19:2. Já que este animal deveria agora ser usado para o Messias, tinha que ser um animal que nunca havia sido montado pelo homem. 

Quando Jesus subiu em direção a Jerusalém, uma grande multidão se reuniu ao Seu redor. Essa multidão entendeu que Jesus era o Messias; o que eles não entenderam é que ainda não era hora de estabelecer o reino; embora Jesus tenha tentado comunicar isso a eles (Lucas 19:11–12). 

Nesse dia: “Uma grande multidão estendeu seus mantos pelo caminho, outros cortavam ramos de árvores e os espalhavam pelo caminho” (Mateus 21:8), dando-lhe o nome conhecido de “Domingo de Ramos.” Ao estendeu seus mantos pelo caminho, o povo estava dando a Jesus o tratamento real, como os judeus tinha dado honra semelhante ao rei Jeú em sua coroação (2 Reis 9:13); e João registra que os galhos cortados das árvores eram de palmeiras (João 12:13). 

Neste momento as pessoas estavam exultantes honrando Jesus verbalmente: “A multidão que ia adiante dele e os que o seguiam gritavam: “Hosana ao Filho de Davi!” “Bendito é o que vem em nome do Senhor!” “Hosana nas alturas!” (Mateus 21:9). Em seu louvor a Jesus, as multidões judaicas estavam citando o Salmo 118:25–26, uma profecia reconhecida de Cristo. 

Como sempre, os líderes religiosos se ressentiram da alusão a um salmo messiânico e “alguns dos fariseus que estavam no meio da multidão disseram a Jesus: ‘Mestre, repreende os teus discípulos!’” (Lucas 19:39). No entanto, Jesus não viu necessidade de repreender aqueles que disseram a verdade. Ele respondeu: “Eu lhes digo”, respondeu ele; “se eles se calarem, as pedras clamarão” (Lucas 19:40). 

Enquanto as multidões agitaram os galhos das palmeiras e gritaram de alegria, elas não entenderam o  verdadeiro motivo da presença de Jesus. É uma coisa trágica ver o Salvador, mas não reconhecê-Lo por quem Ele é. As multidões que gritavam “hosana!” no Domingo de Ramos, estavam gritando “crucifique-O!” mais tarde naquela semana (Mateus 27:22–23). 

Está chegando o dia em que “ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2:10–11), e a adoração será real neste dia. 

Assim como Zacarias profetizou cerca de 450 a 500 anos antes da chegada de Jesus a Jerusalém, também o apóstolo João registra uma cena no céu que ocorrerá no futuro, caracterizando a eterna celebração do Senhor ressuscitado: “Havia diante de mim um grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas. E clamavam em alta voz: “A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro” (Apocalipse 7:9-10). Que dia feliz este será! 

A Bíblia está cheia de profecias que já ocorreram exatamente como a Palavra de Deus disse. Se alguém compartilhar com você as profecias aqui escritas que ainda precisam ser cumpridas, ouça-as. Ainda há tempo para se arrepender, mas chegará o dia em que será tarde demais. 

Jesus iniciou Seu ministério proclamando ao povo com quem cresceu em Nazaré: “O Espírito do Senhor Jeová está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos” (Isaías 61:1; Lucas 4:18).

E disse a Nicodemos e está dizendo ao mundo: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus” (João 3:16-18).

Escutem! Este é o tempo em que Deus mostra a Sua bondade. Hoje é o dia de ser salvo.

(2 Coríntios 6:2)

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Ouvir e escutar são sinônimos, mas têm implicações diferentes, porque você pode ouvir alguém sem realmente escutar o que está sendo dito. 

Escutar exige que uma pessoa preste atenção ao orador e requer concentração; significa entender o que está sendo dito e fornecer uma resposta adequada, porque, quando não escutamos, realmente não há comunicação nem entendimento do que foi transmitido. 

Jesus fala muitas vezes sobre “aquele que tem ouvidos, ouça!” nos evangelhos (Mateus 11:15; Marcos 4:23; Lucas 14:35). “Ter ouvidos para ouvir” era um expressão comum que se referia àqueles cujos corações estavam prontos para agir de acordo com a verdade que lhes foi dada. 

Milhares foram impactados pelo ministério terrestre de Jesus, mas apenas algumas pessoas tiveram “ouvidos para ouvir”. Em João 6:66, Jesus havia explicado novamente quem Ele é, mas João registra que: “Nesse momento, muitos de seus discípulos se afastaram dele e o abandonaram.” Essas eram pessoas que ouviram Sua mensagem, mas seus corações não desejavam obedecê-la. Somente aqueles com “ouvidos para ouvir” ficaram porque reconheceram que Jesus tinha as “palavras da vida eterna” (João 6:68–69). 

Hoje, o evangelho está mais amplamente disponível do que nunca; no entanto, a maioria das pessoas não escutam. É o Espírito Santo que nos dá ouvidos para ouvir, mas é nossa responsabilidade agir de acordo com esse dom. Portanto, se hoje você ouvir a voz Dele, não endureça seu coração (Hebreus 3:15), porque maior entendimento são as recompensas para quem escuta. 

Sempre que Jesus diz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”, Ele está chamando pessoas para prestar atenção com cuidado. É uma outra maneira de dizer: “Ouça, preste atenção!” Falar em parábolas era uma das maneiras pelas quais Jesus procurava atrair a atenção da multidão. As pessoas adoram histórias e as parábolas retratam eventos e personagens com os quais eles podiam se relacionar prontamente. Mas, a menos que eles estivessem dispostos a evitar outras distrações e vir a Jesus para entender o significado de Sua pregação, Suas palavras seriam apenas histórias que não seriam compreendidas. 

Quando Seus discípulos perguntaram por que Ele estava falando às multidões em parábolas, Jesus se refere a Isaías 6, que fala de pessoas que têm olhos e não vêem e ouvidos mas não ovem nem entendem, porque endureceram seus corações e escolheram ignorar a Palavra do Senhor (Mateus 13:10–15; Isaías 6:8–10). Parte do julgamento daqueles que se recusam a acreditar é que eles acabarão perdendo sua oportunidade de acreditar. 

Uma frase semelhante é encontrada em Apocalipse em cada uma das sete cartas às igrejas: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22). E em Apocalipse 13:9, imediatamente após uma descrição do Anticristo, lemos: “Quem tem ouvidos, ouça.” Os leitores do Apocalipse são chamados a prestar muita atenção e buscar a sabedoria de Deus com relação ao que está escrito. 

O Senhor está literalmente dizendo: “Se você entende, então preste atenção à mensagem”. Devemos ouvir a Palavra de Deus; porque o Espírito está falando conosco através dela! Você está escutando? Você está se esforçando para entender o que Deus está dizendo através da Sua Palavra e está prestando atenção à mensagem? Você está fazendo perguntas se não entende? Você está ansioso para compreender o que Deus está tentando transmitir a você? 

Na revelação de Jesus Cristo, cada uma dessas cartas dadas a João pelo ressuscitado Senhor Jesus contém advertências apropriadas ao povo de Deus em todas as épocas; e está nos pedindo para escutar o que Ele falou às igrejas ao longo dos séculos. 

Nos capítulos 2 a 3, Jesus falando às sete igrejas, diz sete vezes: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

  • À Éfeso (Apocalipse 2:1-7) – a igreja que havia abandonado o seu primeiro amor (2:4).

Como a igreja em Éfeso, podemos facilmente ser vítimas de uma observância redundante da religião. Jesus diz em João 14:21: “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele.” A verdade é que quem realmente escuta, presta atenção e obedece, não desiste do seu primeiro amor; assim como o Senhor desafiou Éfeso a não abandonar seu primeiro amor. 

  • Para Esmirna (Apocalipse 2:8-11) – a igreja que sofreria perseguição (2:10).

Jesus disse em Mateus 10:22: “Vocês serão odiados por todos por causa do meu nome, mas aquele que permanecer firme até o fim será salvo.” O Senhor nos encoraja a sermos fiéis na presença de perseguição, ouvindo a direção do Espírito Santo. 

  • À Pérgamo (Apocalipse 2:12-17) – a igreja que precisava se arrepender (2:16).

Nosso Senhor odeia compromissos religiosos e morais. Ele chama Seu povo para viver de maneira diferente. Jesus deseja pureza entre o seu povo; portanto, temos a responsabilidade de remover falsos mestres da igreja. Precisamos ouvir atentamente o que Ele está dizendo: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” 

  • À Tiatira (Apocalipse 2:18-29) – a igreja que tinha uma falsa profetisa (2:20).

Jesus tem palavras severas para esta igreja. Aparentemente, uma falsa profetisa estava levando os crentes a se comprometerem (Apocalipse 2:20). A igreja estava envolvida em imoralidade sexual e se envolvia em idolatria. É possível que “Jezabel” fosse seu nome real, mas é mais provável que o nome fosse uma referência metafórica a Jezabel do Antigo Testamento; que era outra mulher idólatra que se opunha aos caminhos de Deus. Em vez de se repreender e enviá-la para fora da igreja, os crentes em Tiatira estavam permitindo que ela continuasse seu engano. Eles não estavam ouvindo ou escutando o que o Espírito estava dizendo à igreja. 

Jesus estava desafiando Tiatira, e está nos desafiando sobre nossos padrões morais. Esta igreja havia esquecido a verdade que ouviram quando ouviram o Evangelho pela primeira vez, já que alguns que pertenciam a essa igreja permaneceram fiéis (Apocalipse 2:24-25). Isso soa familiar à luz do que está acontecendo nas igrejas hoje? 

  • Para Sardes (Apocalipse 3:1-6) – a igreja que tinha adormecido (3:2).

Jesus nota o julgamento que aconteceria se eles não se arrependessem: “Se vocês não despertarem, Eu irei como um ladrão e vocês não ficarão sabendo a hora em que eu os surpreenderei” (Apocalipse 3:3). Uma igreja morta, será disciplinada pelo próprio Jesus. “Despertar” significa começar a prestar atenção à sua necessidade de salvação, e deixar de ser descuidado com a condição do coração diante de Deus. O Senhor desafia todos nós a não sermos complacentes, mas estarmos alertas e escutar o que Ele tem a dizer. 

  • À Filadélfia (Apocalipse 3:7-13) – a igreja que tinha sofrido pacientemente (3:10).

A igreja de Filadélfia permaneceu fiel diante do julgamento. Por causa disso, o Senhor promete a eles uma “porta aberta” de bênção, como também promete a todos que escutam, entendem e obedecem. O Senhor nos encoraja, como fez com a igreja de Filadélfia, a nos apegarmos à verdade de que fomos ensinados, apesar de tantos erros serem ensinados nas igrejas hoje. 

  • À Laodiceia (Apocalipse 3:14-22) – a igreja com a fé morna (3:16).

A igreja de Laodicéia tornou-se apática em seu amor a Cristo. Eles estavam permitindo que “as preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios por outras coisas sufocaram a palavra, tornando-a infrutífera” (Marcos 4:19). Cristo os chamou para se arrependerem e viverem zelosamente por Ele, a “escolher hoje a quem irão servir” (Josué 24:15). O Senhor Jesus faz o mesmo chamado para aqueles que dizem que O seguem hoje, mas na verdade nunca ouviram o que Ele disse ou, pelo menos, não o colocaram em prática. O povo de Laodicéia não apenas se orgulhava, mas eram ignorantes e espiritualmente falidos como muitos são hoje. 

Essas cartas e advertências foram escritas para fortalecer aqueles que têm fé genuína, lembrando-os da grande e gloriosa salvação que eles já têm por meio de Jesus, e que será deles por toda a eternidade. As cartas eram para impressionar aqueles que não têm fé genuína, a necessidade urgente de vencer o maligno, crendo em Jesus Cristo e sendo purificados por Seu sangue. Somente pelo arrependimento e fé as promessas declaradas de salvação e bem-aventurança podem ser aplicadas. 

Mesmo agora, quando os “cristãos nominais” ou os incrédulos flagrantes lêem essas cartas, eles têm mais uma oportunidade de se arrepender e crer enquanto ainda é o “dia da graça”, para que eles também desfrutem da salvação e bênção que é a posse segura de todos que ‘vencem’. 

Portanto, ‘Hoje, se você ouvir a voz Dele, não endureça seu coração’ (Hebreus 3:15). 

Lembrando o que Jesus disse: “Quem ouve a Minha palavra e crê naquele que Me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida” (João 5:24).

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